Vinculada da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Jucesp registrou 127 mil novos negócios, fortalecendo ambiente empreendedor
O Estado de São Paulo encerrou o primeiro trimestre de 2026 com mais de 127 mil empresas abertas, consolidando o melhor resultado da série histórica da Junta Comercial do Estado de São Paulo, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), para o período. O volume expressivo de constituições reforça a liderança paulista no cenário nacional e evidencia a continuidade do ciclo de expansão do empreendedorismo.
O desempenho do trimestre é impulsionado pelo resultado de março, com 49.794 novas empresas, o maior número já alcançado em um único mês em 28 anos. O marco ocorre em um contexto de dinamismo recente da economia. Em 2025, o volume de serviços no Brasil cresceu cerca de 2,4% no acumulado do ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, indicando aumento da demanda por atividades econômicas e favorecendo a abertura de novos negócios.
O crescimento exponencial da abertura de empresa também é o maior registrado em comparação com anos anteriores. Em comparação ao ano de 2025, houve um aumento de 21% em relação ao mesmo período e de 53,3% frente a 2024. O resultado evidencia uma aceleração consistente na formalização de empresas ao longo dos últimos anos, sedimentando o estado de São Paulo como matriz econômica brasileira.
Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jorge Lima, o desempenho está relacionado às medidas adotadas pelo governo estadual para reduzir entraves e facilitar a atividade empreendedora. “O Estado tem avançado na criação de condições mais simples e ágeis para quem quer empreender. Com a redução da burocracia e a ampliação dos serviços digitais, abrir uma empresa se tornou um processo mais rápido e acessível”, afirma.
SP na Direção Certa
O SP na Direção Certa é um programa do Governo de São Paulo que reúne ações voltadas à modernização da máquina pública estadual. São medidas que visam dar maior eficiência ao gasto público, com redução de despesas e aumento da arrecadação, gerando maior capacidade de investimento ao Estado.