A regional do Ciesp Jundiaí, composta por 11 municípios, iniciou 2026 com desempenho positivo nas exportações. Em janeiro, as vendas externas somaram US$ 188,6 milhões, um crescimento de 4,2% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o volume foi de US$ 181,0 milhões.
Os números refletem o desempenho da região composta pelos municípios de Jundiaí, Cabreúva, Cajamar, Campo Limpo Paulista, Itatiba, Itupeva, Jarinu, Louveira, Morungaba, Várzea Paulista e Vinhedo.
As importações, por sua vez, totalizaram US$ 756,5 milhões, registrando queda de 3% em relação a janeiro de 2025, quando alcançaram US$ 779,6 milhões. O movimento reforça o perfil industrial e produtivo da região, com forte presença de setores de maior valor agregado.
Entre os principais produtos exportados pela regional de Jundiaí em janeiro estão máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (23,4%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (16,7%) e produtos de perfumaria (8,9%). Já as importações se concentraram em máquinas, aparelhos e materiais elétricos (30,2%), máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (19,6%) e produtos farmacêuticos (8,7%).
No recorte dos principais mercados, os Estados Unidos lideraram como destino das exportações da regional, com 19,2% de participação, seguidos por Argentina (18,6%) e Chile (9,4%). Do lado das importações, a China permaneceu como principal origem (33,3%), à frente de Alemanha (9,1%) e Estados Unidos (8,1%).
Para o diretor titular do Ciesp Jundiaí, Alexandro Zavarizi, os números refletem a consistência da base industrial da região. “O crescimento das exportações, aliado à retração das importações neste início de ano, indica um movimento positivo da indústria local, que segue competitiva, diversificada e com forte inserção internacional. Jundiaí mantém um perfil industrial robusto, capaz de atender tanto o mercado interno quanto demandas externas estratégicas”, avalia.
Zavarizi explica ainda que o desempenho da balança comercial em janeiro reforça a importância da região no cenário econômico paulista e nacional. “Especialmente em segmentos ligados à indústria de transformação, tecnologia e bens de maior valor agregado”, completa.