Entre contratações (9.860) e desligamentos (9.455), o mês de julho em Jundiaí teve geração de 405 postos de trabalho com carteira assinada, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
No mês de julho, os setores de Serviços (171), Comércio (167) e Indústria (141) tiveram saldos positivos, enquanto Agropecuária (-4) e Construção (-70) tiveram perdas. Com o ganho geral, Jundiaí chegou a 188.659 pessoas empregadas com carteira assinada.
E julho foi mais um mês positivo neste ano, que, até o momento, acumula 4.657 empregos formais gerados. O número é similar ao da população de bairros como Água Doce e Gramadão. Em todo o ano de 2024, o saldo foi de 5.331 novos postos.
Quando analisado o grau de instrução dos contratados, pessoas com Ensino Médio Completo tiveram o maior ganho, 331 vagas, seguidos por quem tem Ensino Médio Incompleto, 138. Já pessoas com Ensino Superior Completo perderam 55 postos e analfabetos perderam 12. Pessoas mais jovens tiveram vantagem. Foram 367 vagas abertas para quem tem até 24 anos. Por outro lado, pessoas com 50 anos ou mais perderam 59 postos de emprego em julho no município.
Boa toada
Julho não foi positivo só no Brasil, mas também no Estado de São Paulo e no Brasil. O “tarifaço” dos Estados Unidos entrou em vigor no fim de julho no país e o resultado da geração de emprego formal em agosto pode ser afetado, mas julho foi bom.
São Paulo registra o maior saldo de novas vagas no acumulado do ano, com 390 mil. Levando-se em conta apenas o mês de julho, São Paulo gerou 42.798 novos postos formais. No Brasil, em julho foram gerados 129.775 postos de trabalho formais. No ano, o acumulado é de mais de 1,34 milhão de novos empregos com carteira assinada.
O setor de Serviços lidera julho, com 50.159 novos postos, seguido por Comércio (27.325), Indústria (24.426), Construção (19.066) e Agropecuária (8.795). O salário médio real de admissão no mês passado foi de R$ 2.277,51 no país.