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	<title>Tecnologia &#8211; InvestSP</title>
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	<description>Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade</description>
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	<title>Tecnologia &#8211; InvestSP</title>
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		<title>Micro fábrica de chips criada na USP pode reduzir dependência por semicondutores estrangeiros</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/micro-fabrica-de-chips-criada-na-usp-pode-reduzir-dependencia-por-semicondutores-estrangeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 17:08:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Marcello Zuffo explica como o projeto funciona e a sua importância para a tecnologia nacional A USP desenvolveu uma micro fábrica de chips e semicondutores chamada PocketFab, com capacidade de produção estimada em 60 milhões de chips ao ano, substituindo as grandes linhas de produção, que são consideradas poluentes e caras. Marcelo Zuffo, professor do [&#8230;]]]></description>
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<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><em>Marcello Zuffo explica como o projeto funciona e a sua importância para a tecnologia nacional</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A USP desenvolveu uma micro fábrica de chips e semicondutores chamada PocketFab, com capacidade de produção estimada em 60 milhões de chips ao ano, substituindo as grandes linhas de produção, que são consideradas poluentes e caras. Marcelo Zuffo, professor do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos, do Laboratório de Sistemas Integrados da Escola Politécnica da USP e autor do projeto, explica o cenário atual dos semicondutores no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2026/02/POCKETFAB-CHIPS-SEMICONDUTORES_PROFo_MARCELLO-ZUFFO.mp3">Escute aqui o áudio da entrevista</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nos últimos 60 anos, houve uma evolução do uso dos dispositivos eletrônicos baseados em materiais semicondutores na sociedade, que incluem os smartphones, carros autônomos e drones. É inimaginável a vida em sociedade no atual momento sem o consumo desse tipo de tecnologia, que virou essencial à própria existência da vida humana. Houve uma concentração muito grande de investimento nas chamadas ‘mega fab’. Fábricas de chips são consideradas mega fab, porque o montante de recursos envolvidos para viabilizar uma fábrica dessas são, normalmente, de dezenas a centenas de bilhões de dólares, e isso começou a criar um impasse, principalmente no cenário brasileiro, visto que o Brasil consome muitos produtos eletrônicos. Em 2025, por exemplo, o Brasil consumiu quase US$ 50 bilhões em dispositivos eletroeletrônicos – ao mesmo tempo em que nós temos esse número astronômico, viabilizar uma fábrica de chips no Brasil custaria entre dois a dez bilhões de dólares.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Produção nacional de semicondutores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Zuffo ressalta que a produção dos chips e semicondutores é fundamental para garantir a segurança econômica de um país. “A tecnologia de semicondutores passou a ser uma tecnologia estratégica, porque ela é tão necessária na atividade econômica que virou uma questão de segurança econômica. Países detentores dessas tecnologias, principalmente as mais recentes, com a tecnologia de AI e automação, acabam chantageando outros países em relação ao acesso aos chips. Nós tivemos, ao longo dos últimos cinco anos, vários gargalos de fornecimento de chips. O mais grave foi na época da pandemia, em que 80% das empresas que consomem chips no Brasil reportaram a falta do material, fazendo com que, numa situação limite, houvesse quase 300 mil trabalhadores de braços cruzados, porque eles simplesmente não podiam trabalhar sem os chips.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desde a pandemia, esse risco tornou-se recorrente. Houve outra crise de falta de chips em outubro de 2025. Houve uma disputa comercial entre o bloco ocidental e a China, que decidiu parar de fornecer momentaneamente os chips para a indústria automotiva do Ocidente. Isso resultou em um caos em todos os setores fabricos do mundo, inclusive no Brasil. A ideia de fábricas portáteis traz várias vantagens, como a redução do custo inicial de investimentos, traz uma alternativa de fornecimento secundário em caso de crise, e ela preconiza, principalmente, a soberania nesse setor estratégico. Ou seja, a nossa capacidade autônoma de ter esses chips, se eles faltarem”, comenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O projeto na prática</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor explica que as primeiras versões das micro fábricas estão previstas para serem criadas em abril. “O projeto tem como premissa um diálogo muito forte com o setor empresarial, nós tivemos um apoio muito grande de vários setores empresariais brasileiros, diversas associações empresariais vinculadas à Fiesp nos apoiaram, e isso está permitindo a constituição de grupos de trabalho. Concomitante com isso, nós já temos um projeto básico da fábrica, estamos realizando reuniões semanais com as equipes do Senai e o nosso foco inicial é um tipo de chip que é o chip fundamental para a inteligência artificial, chamado ‘chiplet’, ele é o segredo por trás dos supercomputadores de ar e dos chips quânticos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É uma tecnologia bastante ousada, nós começamos a adquirir alguns equipamentos, temos equipamentos previstos para chegar em março e abril, e estamos em uma atividade muito intensa para criar as primeiras versões da fábrica ainda em abril deste ano. Em paralelo com isso, devido ao déficit de US$ 50 bilhões mencionado anteriormente, esses grupos de trabalho com a Fiesp nos indicaram quais seriam os chips promissores para serem fabricados no Brasil. Está sendo discutida a produção de chips no setor automotivo, aeroespacial, energia e agronegócio. Essa é uma outra característica que está sendo estudada para as PocketFabs, que é a flexibilidade”, finaliza o professor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/micro-fabrica-de-chips-criada-na-usp-pode-reduzir-dependencia-por-semicondutores-estrangeiros/">https://jornal.usp.br/radio-usp/micro-fabrica-de-chips-criada-na-usp-pode-reduzir-dependencia-por-semicondutores-estrangeiros/</a></p>
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		<title>Dia do Programador: confira vagas em cursos gratuitos na área de tecnologia e programação</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/dia-do-programador-confira-vagas-em-cursos-gratuitos-na-area-de-tecnologia-e-programacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 16:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Responsável por transformar linhas de códigos em soluções tecnológicas, o programador tem uma data especial para celebrar a profissão, neste sábado (13) — o 256º dia do ano, número escolhido porque 256 é o total de combinações possíveis com 8 bits, a menor unidade de dados em computadores e usada para processar e armazenar informações. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>No portal Trampolim, é possível se inscrever em cursos da área; Secretaria de Desenvolvimento Econômico apoia e fomenta setor da tecnologia, como o programa SP Produz</em></p>
</blockquote>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Responsável por transformar linhas de códigos em soluções tecnológicas, o programador tem uma data especial para celebrar a profissão, neste sábado (13) — o 256º dia do ano, número escolhido porque 256 é o total de combinações possíveis com 8 bits, a menor unidade de dados em computadores e usada para processar e armazenar informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem deseja seguir carreira no setor, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) oferece cursos profissionalizantes gratuitos, disponíveis no portal Trampolim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, são mais de 3,2 mil vagas em temas como: Excel, Power BI para negócios, Pacote Office para empresas, Python, SQL, Arquitetura de sistemas, Gestão de Projetos de TI, Programação Mobile, Programação Orientada a objetos, Programação Web e Sistemas Operacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições estão abertas até 21 de setembro, pelo site:<a href="https://www.trampolim.sp.gov.br/pt/" data-type="link" data-id="https://www.trampolim.sp.gov.br/pt/"> www.trampolim.sp.gov.br</a>, para cursos gratuitos e remotos de tecnologia, voltados a jovens e adultos que buscam capacitação para o mercado de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Atuar com programação é transformar ideias em instruções que os computadores conseguem processar. É como falar uma língua própria, que conecta o pensamento humano à tecnologia. Esse trabalho está por trás de praticamente tudo: dos aplicativos que usamos no celular aos sistemas que mantêm empresas, governos e serviços funcionando”, afirma Ezequiel Brito Mateus, 35 anos, programador que se inscreveu no curso de Gestão de Projetos de TI disponível no Trampolim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Morador da zona sul de São Paulo, ele trabalha com linguagens de programação, como C# e JavaScript, que são “línguas” que os programadores usam para falar com os computadores. “Não é só escrever código, é ter paixão para resolver problemas. Nenhuma IA substituirá a criatividade humana”, acredita.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SP Produz fomenta setor tecnológico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra iniciativa da SDE é o programa SP Produz, que reconheceu e fomentou a atuação da Cadeia Produtiva Local (CPL) Tecnologia da Informação do Vale do Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gerida pela Associação Parque Tecnológico de São José dos Campos, formada por 20 municípios, a CPL recebeu recursos financeiros, via edital de fomento, beneficiando instituições e profissionais da área, reduzindo a escassez de mão de obra qualificada e fortalecendo o ecossistema regional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ao valorizar o talento dos programadores e aproximar empresas e mercados, o estado de São Paulo fortalece um setor estratégico para o desenvolvimento econômico e a inovação”, acredita Ana Abreu, coordenadora da CPL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fomento foi destinado à contratação de consultorias e equipes técnicas para gerir as ações de capacitação e geração de negócios. Entre os projetos, está o Centro Virtual de Excelência em Inovação da Qualidade (CoE.QA), hub de conhecimento que difunde boas práticas no desenvolvimento de software, reduz falhas e retrabalho e fortalece a maturidade tecnológica das organizações com capacitação on-line e gratuita graças ao SP Produz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alunos do módulo QA Basis do CoE.QA participam da capacitação 100% on-line. O programa, com fomento do SP Produz, oferece capacitação para profissionais de tecnologia</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quem faz o QA Basis, módulo de entrada do Qa Program, financiado diretamente com recursos do programa, adquire conhecimento em automação de testes, integração contínua, cultura ágil e segurança cibernética”, explica Ana. O QA Basis é um programa gratuito. Empresas e indivíduos da área podem se inscrever pelo formulário de interesse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Júlia da Motta, subsecretária de Competitividade e Desenvolvimento Econômico e Regional da SDE, ressalta que o programa SP Produz está em constante expansão, buscando contemplar um número crescente de segmentos produtivos e o processo de reconhecimento de 2025 para novas cadeias finaliza em setembro. Ela enfatiza que a tecnologia se consolida como setor estratégico, capaz de impulsionar inovação, fortalecer cadeias produtivas e ampliar a competitividade da economia paulista. “Nosso objetivo é que todos se sintam convidados a integrar o SP Produz e a construir, juntos, uma rede de cooperação e crescimento”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.desenvolvimentoeconomico.sp.gov.br/DesenvolvimentoEconomico/noticias/dia+do+programador+confira+vagas+em+cursos+gratuitos+na+area+de+tecnologia+e+programacao">https://www.desenvolvimentoeconomico.sp.gov.br/DesenvolvimentoEconomico/noticias/dia+do+programador+confira+vagas+em+cursos+gratuitos+na+area+de+tecnologia+e+programacao</a></p>
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		<title>Missão do Governo de SP para a Inglaterra deve gerar até R$ 45 milhões em negócios na área da inovação</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/missao-do-governo-de-sp-para-a-inglaterra-deve-gerar-ate-r-45-milhoes-em-negocios-na-area-da-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 16:42:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[SP Global Tech]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A missão empresarial do Governo de São Paulo para a London Tech Week, um dos maiores eventos na área de inovação do mundo, que aconteceu em junho, na Inglaterra, deve injetar até R$ 45 milhões na economia do estado. Realizada no mês de junho, a missão integra o Programa de Aceleração para Internacionalização de Startups [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>Programa SP Global Tech, da SCTI com apoio da InvestSP, levou 10 startups de base tecnocientífica para a London Tech Week</em></p>
</blockquote>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A missão empresarial do Governo de São Paulo para a <em>London Tech Week</em>, um dos maiores eventos na área de inovação do mundo, que aconteceu em junho, na Inglaterra, deve injetar até R$ 45 milhões na economia do estado. Realizada no mês de junho, a missão integra o Programa de Aceleração para Internacionalização de Startups Paulistas (<em>SP Global Tech</em>), da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI), com apoio da InvestSP, agência de promoção de investimentos vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dez startups de base tecnocientífica foram selecionadas para a missão, que contou com uma série de ações para incentivar a geração de negócios e a internacionalização das empresas, atrair investimentos para o estado e promover São Paulo como o maior polo de inovação da América Latina. O montante de R$ 45 milhões se refere ao total de negócios gerados e/ou que devem ser fechados nos próximos meses pelas empresas por meio da participação na<em> London Tech Week</em>. As startups calculam que os novos negócios ainda devem criar em torno de 120 empregos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A delegação do <em>SP Global Tech</em> para a Inglaterra incluiu lideranças do Governo de São Paulo e as startups selecionadas – Avatar da Saúde, Biomarker, Cloud Storm, Indflow, Isetool, Mais 1 Code, Radtonics, SleepUp, Stream Shop e WS ESG. Elas atuam no desenvolvimento de soluções inovadoras em áreas como: saúde, educação, tecnologia, eventos e sustentabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É uma satisfação ter essa primeira previsão do resultado desse trabalho, confirmando a importância dessa iniciativa. A internacionalização na nossa área é uma ferramenta imprescindível, não apenas para qualidade como também para uma melhor formação de recursos humanos. É fundamental que o estado de São Paulo e o Brasil participem ativamente do cenário global de inovação”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, Vahan Agopyan.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a diretora de Relações Internacionais e Comércio Exterior da InvestSP, Julia Saluh, avalia que “os impactos da missão vão além dos negócios gerados. As startups tiveram acesso a pelo menos 300 possíveis investidores e parceiros, de mais de 30 países, e trocaram experiências com algumas das mentes mais brilhantes do mundo na área de Inovação, o que, sem dúvida, será fundamental para o desenvolvimento de novas soluções e o fortalecimento do ecossistema paulista”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da participação na <em>London Tech Week</em> – que em 2025 recebeu mais de 28 mil participantes, de 37 países, o que representa um novo recorde -, a missão contou com agendas institucionais em empresas de aceleração e entidades como: Oxford Science Enterprises (companhia ligada à Universidade de Oxford que financeira e apoia negócios inovadores), Digital Catapult, Level39, Innovate UK e Parlamento Britânico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SP Global Tech</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Criado em 2025, o programa selecionou 106 empresas para uma capacitação coletiva gratuita de 60 horas. Entre os objetivos do <em>SP Global Tech</em> estão: promover o Sistema Paulista de Ambientes de Inovação (SPAI) em mercados internacionais, atrair investimentos estrangeiros para o estado, incentivar as exportações de produtos e serviços de tecnologia e consolidar a imagem de São Paulo como polo global de excelência em Tecnologia e Inovação, além de promover a troca de conhecimentos e aumentar a competitividade das startups paulistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia é que as startups consigam, por exemplo, validar e adequar seus produtos e serviços aos mercados escolhidos e definir suas estratégias de internacionalização. Das 106 empresas capacitadas, 10 foram selecionadas para a <em>London Tech Week</em> e 10 participarão de outra missão, em novembro, para o <em>Web Summit Lisboa</em>, em Portugal, evento de inovação que também figura entre os mais importantes do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada empresa selecionada para as missões tem direito ainda a uma mentoria individual de 4 horas, na qual são abordados temas como: acesso ao mercado internacional, regulamentação e estratégias. As startups também contam com um reembolso de até US$ 3 mil, em despesas elegíveis, para custear parte dos gastos com a viagem.</p>
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		<title>Cresce a demanda por outsourcing de equipamentos de TI no Brasil, aponta Simpress</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/cresce-a-demanda-por-outsourcing-de-equipamentos-de-ti-no-brasil-aponta-simpress/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 18:32:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Simpress registrou receita bruta de R$ 890 milhões no primeiro semestre de 2025, crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2024 no seu negócio principal de hardware as a service. A empresa, que integra o Grupo HP, encerrou o semestre com 760 mil dispositivos sob gestão — aumento de 27% em um [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Modelo de outsourcing de equipamentos de TI ganha espaço em empresas e órgãos públicos, impulsionado pela renovação de parque tecnológico</em></p>
</blockquote>
</blockquote>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A Simpress registrou receita bruta de R$ 890 milhões no primeiro semestre de 2025, crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2024 no seu negócio principal de hardware as a service. A empresa, que integra o Grupo HP, encerrou o semestre com 760 mil dispositivos sob gestão — aumento de 27% em um ano — incluindo notebooks, smartphones, impressoras, coletores de dados, desktops, impressoras térmicas e tablets.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O outsourcing de PCs e notebooks, lançado pela companhia pouco antes da pandemia, foi o principal vetor de crescimento. Atualmente, mais de 300 mil unidades estão instaladas, avanço de 39% na comparação anual. Segundo a empresa, o modelo é adotado por setores como saúde, educação, governo, logística e varejo, permitindo contratação como serviço (opex) em vez da compra direta (capex).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os fatores que devem sustentar a expansão está a necessidade de atualização tecnológica. Em outubro de 2025, o Windows 10 deixará de receber atualizações de segurança, o que tende a acelerar a substituição de computadores no mercado corporativo brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de PCs e notebooks, a Simpress oferece outsourcing de tablets, smartphones e equipamentos de automação, incluindo impressoras térmicas e coletores de dados. Essas linhas, que representavam 3% da receita antes da pandemia, já somam mais de 55% do faturamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa afirma atender 4,2 mil municípios, o equivalente a 75% das cidades e 95% da população brasileira, com estrutura logística que inclui frota própria e terceirizada e múltiplos modais de transporte. Segundo a Simpress, são realizadas cerca de 3 mil entregas de dispositivos por dia, totalizando 700 mil por ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A companhia mantém um centro de serviços em Santana de Parnaíba (SP), onde realiza manutenção e revitalização de cerca de 3,5 mil equipamentos mensalmente, com reaproveitamento em novos contratos. O processo inclui descarte correto, incentivo à economia circular e compensação de carbono da energia consumida pelos equipamentos — com meta de neutralizar 100% da base instalada até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://telesintese.com.br/cresce-a-demanda-por-outsourcing-de-equipamentos-de-ti-no-brasil-aponta-simpress/">https://telesintese.com.br/cresce-a-demanda-por-outsourcing-de-equipamentos-de-ti-no-brasil-aponta-simpress/</a></p>
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