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	<title>Negócios &#8211; InvestSP</title>
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	<description>Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Jul 2026 12:25:50 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Negócios &#8211; InvestSP</title>
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		<title>Governo de SP lança Rotas da Cerveja e fortalece cadeia produtiva em 55 municípios</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/governo-de-sp-lanca-rotas-da-cerveja-e-fortalece-cadeia-produtiva-em-55-municipios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 12:25:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa reúne 107 cervejarias, impulsiona o turismo de experiência e reforça a liderança paulista na produção e exportação de cervejas O Governo de São Paulo lançou, nesta quarta-feira (1º), as Rotas da Cerveja de São Paulo, iniciativa que fortalece a cadeia produtiva cervejeira, amplia a promoção dos produtores paulistas e impulsiona o turismo de experiência [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Iniciativa reúne 107 cervejarias, impulsiona o turismo de experiência e reforça a liderança paulista na produção e exportação de cervejas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Governo de São Paulo lançou, nesta quarta-feira (1º), as Rotas da Cerveja de São Paulo, iniciativa que fortalece a cadeia produtiva cervejeira, amplia a promoção dos produtores paulistas e impulsiona o turismo de experiência no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvido em parceria entre as Secretarias de Agricultura e Abastecimento, Turismo e Viagens, Desenvolvimento Econômico, Casa Civil e a InvestSP, o projeto passa a integrar o programa Rotas de São Paulo, ao lado das rotas do Vinho, Café, Queijo e Cachaça, que promovem itinerários de experiências gastronômicas e valorizam a produção e o desenvolvimento de suas cadeias produtivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova rota reúne 107 cervejarias distribuídas em sete roteiros temáticos, 20 destinos cervejeiros e 55 municípios paulistas. O percurso conecta produção, gastronomia, cultura e identidade regional, aproximando consumidores dos empreendimentos e estimulando a circulação de visitantes por diferentes regiões do estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O turismo de experiência é um forte aliado para as economias locais e regionais. As Rotas da Cerveja reconhecem mais uma cadeia produtiva do nosso estado e vêm para integrar um grande projeto iniciado em 2024, com as Rotas do Vinho. Desde então, há uma sinergia entre as secretarias, junto com os produtores, para conectar os turistas aos empreendimentos e seus produtos e, assim, evidenciar o que temos de melhor no nosso território”, afirma a secretária de Turismo e Viagens, Ana Biselli.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As Rotas da Cerveja de São Paulo são compostas pelos roteiros Noroeste Paulista, Mogiana Paulista, Campinas e Região Metropolitana, Circuito das Águas e Frutas, Serra do Itaqueri, Cuesta e Centro Paulista, Sorocaba e Região e Capital e Região Metropolitana, além dos Destinos Cervejeiros e de Negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta fortalece toda a cadeia produtiva do setor, desde os fornecedores de insumos e equipamentos até a rede de comércio e serviços das regiões impactadas, com mais hospedagens, bares, restaurantes e demais atividades econômicas ligadas ao segmento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“São Paulo tem enorme potencial na produção cervejeira. As Rotas da Cerveja fortalecem essa cadeia produtiva, aproximam produtores, estimulam investimentos e ampliam oportunidades de negócios. O resultado é mais emprego, renda e desenvolvimento regional para os municípios paulistas”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jorge Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como complemento à iniciativa, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico reconheceu, por meio do programa SP Produz, sete Cadeias Produtivas Locais (CPLs) ligadas ao setor cervejeiro. As cadeias contemplam a produção de cerveja, o cultivo de lúpulo e a fabricação de equipamentos para o setor em diferentes regiões do estado. Duas dessas CPLs já receberam R$ 1,5 milhão em investimentos por meio dos editais de fomento do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apoio para expansão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A InvestSP também apoia empresas paulistas interessadas em expandir seus negócios e acessar novos mercados internacionais. São Paulo lidera as exportações brasileiras de cerveja, respondendo por 77,7% do valor exportado pelo país. Em 2025, as vendas externas alcançaram US$ 169,7 milhões, alta de 8,42% em relação ao ano anterior, com destaque para Paraguai, Bolívia, Uruguai, Chile e Argentina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O roteiro contempla diferentes regiões do Estado, reunindo microcervejarias, cervejarias, brewpubs, bares especializados e empreendimentos que oferecem visitas guiadas, degustações, harmonizações gastronômicas e experiências ligadas à cultura cervejeira. A proposta também evidencia a diversidade da produção paulista e o potencial das regiões para receber visitantes interessados em conhecer de perto os processos produtivos e a identidade de cada território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A cerveja autoral paulista começa no campo e movimenta uma cadeia de alto valor agregado. Com essa quinta rota, o Estado atua no que realmente importa: estruturar o setor, integrar os territórios e abrir mercado para a agroindústria. É uma iniciativa prática para tirar o produtor do isolamento e transformar a identidade agrícola local em desenvolvimento econômico real, sem burocracia”, afirma o secretário de Agricultura e Abastecimento, Geraldo Melo Filho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São Paulo concentra o maior número de cervejarias registradas do Brasil, com 427 estabelecimentos, o equivalente a cerca de 22% do total nacional. O estado também se destaca pela infraestrutura, capacidade de distribuição e pela criação de polos regionais que integram produção, gastronomia e turismo. Ao reunir esses empreendimentos em roteiros estruturados, as Rotas da Cerveja ampliam a visibilidade da produção paulista e fortalecem a conexão entre agricultura, turismo e desenvolvimento regional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cenário do mercado cervejeiro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil está entre os três maiores produtores de cerveja do mundo, com 15,3 bilhões de litros por ano, atrás apenas da China e dos Estados Unidos. Em 2025, o país alcançou 1.954 cervejarias registradas, o maior número da série histórica, segundo o Anuário da Cerveja do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/governo-de-sp-lanca-rotas-da-cerveja/">https://www.agenciasp.sp.gov.br/governo-de-sp-lanca-rotas-da-cerveja/</a></p>
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		<title>Exporta SP tem inscrições prorrogadas e amplia oportunidade para empresas conquistarem mercados internacionais</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/exporta-sp-tem-inscricoes-prorrogadas-e-amplia-oportunidade-para-empresas-conquistarem-mercados-internacionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 15:26:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Exporta SP]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa gratuito prepara micro, pequenas e médias empresas e produtores rurais paulistas para acessar o mercado internacional A InvestSP, agência de promoção de investimentos vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo (SDE), prorrogou até 24 de julho as inscrições para a segunda turma de 2026 do Exporta SP, programa gratuito de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Programa gratuito prepara micro, pequenas e médias empresas e produtores rurais paulistas para acessar o mercado internacional</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A InvestSP, agência de promoção de investimentos vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo (SDE), prorrogou até 24 de julho as inscrições para a segunda turma de 2026 do Exporta SP, programa gratuito de capacitação voltado à internacionalização de micro, pequenas e médias empresas e produtores rurais paulistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a ampliação do prazo, empreendedores de qualquer região do Estado e de todos os setores ganham mais tempo para se inscrever e participar da iniciativa, que oferece uma jornada completa de preparação para o mercado internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado de forma 100% online e gratuita, o programa tem duração de três meses e combina capacitação especializada, workshops, mentorias individuais e conteúdos práticos sobre os principais desafios enfrentados por empresas que desejam exportar. Entre os temas abordados estão inteligência comercial, formação de preços, adequação de produtos e serviços, plano de negócios, marketing e vendas, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde sua criação, o Exporta SP já capacitou mais de 1,7 mil empresas, de mais de 200 municípios paulistas. Cerca de 25% das participantes iniciaram ou ampliaram suas exportações durante o período de capacitação, demonstrando o impacto do programa na competitividade dos pequenos negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As aulas da nova turma têm início em 25 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviço</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Exporta SP – 2ª turma de 2026</strong></em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Inscrições:</em> até 24 de julho</li>



<li><em>Formato:</em> 100% online e gratuito</li>



<li><em>Público-alvo:</em> micro, pequenas e médias empresas e produtores rurais do Estado de São Paulo</li>



<li><em>Início das aulas:</em> 25 de agosto</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições podem ser feitas pela página do programa: <a href="https://investsp.org.br/exportasp/">Exporta SP</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Porto de São Sebastião concede desconto de 35% para atrair novas cargas minerais e vegetais</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/porto-de-sao-sebastiao-concede-desconto-de-35-para-atrair-novas-cargas-minerais-e-vegetais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 18:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida busca ampliar operações no terminal e fortalecer competitividade com foco em granéis ainda não explorados O Porto de São Sebastião, no Litoral Norte do Estado, oferece desconto de 35% na tarifa para cargas minerais e vegetais que ainda não são operadas no complexo. A medida está em vigor desde o dia 2 deste mês [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Medida busca ampliar operações no terminal e fortalecer competitividade com foco em granéis ainda não explorados</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Porto de São Sebastião, no Litoral Norte do Estado, oferece desconto de 35% na tarifa para cargas minerais e vegetais que ainda não são operadas no complexo. A medida está em vigor desde o dia 2 deste mês e o objetivo da Companhia Docas de São Sebastião (CDSS) é ampliar a carteira de mercadorias operadas no segundo ativo portuário paulista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a CDSS, o benefício vale somente para granéis sólidos minerais e vegetais que não integram a pauta operacional do porto atualmente. A gipsita, matéria-prima utilizada na produção de cimento e fertilizantes, é um dos exemplos avaliados pela Autoridade Portuária, mas não o único.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a companhia portuária, estudos apontam que a gipsita tem potencial de movimentação diária de cerca de 8 mil toneladas e pode ser operada em dias de chuva, reduzindo interrupções e aumentando a disponibilidade do cais para novas embarcações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a tabela III, que relaciona as tarifas para as mercadorias movimentadas no Porto de São Sebastião, o valor da cobrança para gipsita a granel é de R$ 15,17 por tonelada movimentada devida pelo operador portuário ou requisitante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando essa tarifa, uma operação hipotética de 8 mil toneladas por dia geraria receita bruta de R$ 121,4 mil. Com a aplicação do desconto de 35% oferecido pela CDSS a novas cargas minerais e vegetais, a arrecadação líquida nesse caso seria de R$ 78,9 mil por dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estratégia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para A Tribuna, o diretor-presidente do Porto de São Sebastião, Ernesto Sampaio, afirmou que o benefício é “uma estratégia para ampliar a carteira de cargas do Porto, aumentando a utilização da infraestrutura disponível e fortalecendo a competitividade do terminal”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sampaio explicou que a medida “foi construída com base em estudos técnicos de produtividade, que demonstram que operações mais eficientes permitem reduzir custos por tonelada movimentada sem comprometer o equilíbrio econômico-financeiro do porto”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor-presidente disse que não há renúncia de receita, pois trata-se de uma estratégia para estimular novos negócios, aumentar a ocupação da infraestrutura instalada e gerar receitas adicionais a partir de operações que hoje não existem. “Nosso objetivo é criar condições para atrair novos fluxos logísticos, gerar movimentação adicional e ampliar a participação do Porto de São Sebastião nas cadeias produtivas paulistas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Interessados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionado se a medida já atraiu interessados, o gestor portuário explicou que, por questões de estratégia comercial e confidencialidade concorrencial, “não divulgamos informações sobre empresas prospectadas, negociações em andamento, projeções específicas de contratação ou estimativas vinculadas a potenciais clientes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, ele fez o convite para que eventuais interessados, exportadores e importadores, entrem em contato com a administração do Porto de São Sebastião para apresentar propostas de movimentação de novas cargas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A administração portuária mantém avaliação permanente de oportunidades para atrair novas cargas e continuará acompanhando os resultados da medida para identificar novas possibilidades de crescimento”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Receita bruta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a CDSS, no primeiro quadrimestre deste ano (janeiro a abril), o porto movimentou aproximadamente 385 mil toneladas, perfazendo uma receita operacional bruta de R$ 26,4 milhões, provenientes de tarifas portuárias e demais serviços prestados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.atribuna.com.br/noticias/portomar/porto-de-s-o-sebasti-o-concede-desconto-de-35-para-atrair-novas-cargas-minerais-e-vegetais-1.519455">https://www.atribuna.com.br/noticias/portomar/porto-de-s-o-sebasti-o-concede-desconto-de-35-para-atrair-novas-cargas-minerais-e-vegetais-1.519455</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acordo entre Mercosul e União Europeia abre mercado e cria nova rota de crescimento para empresas brasileiras</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-abre-mercado-e-cria-nova-rota-de-crescimento-para-empresas-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 18:21:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[Seminário mostra como aproveitar redução de barreiras comerciais, acesso a crédito, investimentos e novas oportunidades para o comércio exterior A entrada em vigor do acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE) abre uma nova janela de crescimento para empresas brasileiras. Com a eliminação gradual de tarifas sobre 90% do comércio bilateral e acesso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Seminário mostra como aproveitar redução de barreiras comerciais, acesso a crédito, investimentos e novas oportunidades para o comércio exterior</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrada em vigor do acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE) abre uma nova janela de crescimento para empresas brasileiras. Com a eliminação gradual de tarifas sobre 90% do comércio bilateral e acesso ampliado a um mercado de aproximadamente 450 milhões de consumidores, o tratado tem potencial para ampliar o mercado internacional, atrair investimentos e fortalecer a competitividade nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, transformar potencial em resultado exigirá mais do que a assinatura do acordo. Esse tema foi analisado no seminário Mercosul–União Europeia: Caminhos Práticos para a Competitividade Internacional, realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), pelo Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo (Sindasp) e pelo Sebrae-SP, na última quinta-feira (18).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na abertura do encontro, Rubens Medrano, presidente do Conselho de Relações Internacionais da FecomercioSP, e vice-presidente da Entidade, destacou que o acordo representa uma decisão estratégica do Brasil em um momento marcado pelo avanço do protecionismo e pela reorganização das cadeias globais de produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Num mundo que se fecha, o Brasil escolheu se abrir. O maior acordo comercial da história do País tornou-se realidade e representa uma oportunidade extraordinária para ampliar a inserção internacional das empresas nacionais.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Sindasp, Elson Isayama, citou a principal dúvida que passou a mobilizar empresários, importadores e exportadores desde a entrada em vigor do tratado. “O acordo está assinado e já está valendo. Mas a pergunta que recebemos das empresas é: como aplicá-lo de fato na vida real? Por isso reunimos especialistas que possam contribuir para a implementação prática dessas oportunidades nos negócios.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio, agora, é transformar os benefícios previstos no tratado em resultados concretos. Para os especialistas, o acordo deve ser visto como uma plataforma de expansão a empresas que busquem novos mercados, investimentos e ganhos de competitividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nova geopolítica cria janela de oportunidade para o Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o evento, André Sacconato, assessor da FecomercioSP, avaliou que a disputa tecnológica entre Estados Unidos e China está redesenhando as cadeias globais de produção e criando oportunidades para países capazes de ampliar sua inserção internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, o Brasil precisa aproveitar esse movimento para fortalecer a sua participação no comércio exterior por meio de uma abertura comercial gradual, combinada a investimentos em inovação, produtividade e modernização industrial. “A grande oportunidade do Brasil é fazer uma abertura inteligente, ampliando sua integração ao comércio internacional sem abrir mão de uma estratégia de desenvolvimento de longo prazo”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pequenas empresas entram no radar global</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das principais mensagens do evento foi que o comércio exterior deixou de ser um espaço restrito às grandes corporações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Márcio Guerra, gestor estadual de Missões Internacionais do Sebrae-SP, os pequenos negócios já representam 40% das empresas exportadoras brasileiras e 48% das importadoras. “O comércio exterior não é apenas para grandes empresas. Os micro e pequenos negócios têm nichos específicos, produtos diferenciados, e podem aproveitar oportunidades importantes criadas pelo acordo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de 500 possibilidades de redução tarifária já foram identificadas para produtos brasileiros, beneficiando setores como os de alimentos e bebidas, café, mel, cachaça, calçados, moda e máquinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para aproveitar esse potencial, Guerra sinalizou quatro frentes consideradas essenciais: inteligência comercial e identificação de mercados; adaptações técnica e regulatória; promoção comercial e geração de negócios; e acesso a financiamento e gestão de riscos. “Oportunidade existe. O diferencial será a preparação das empresas”, complementou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Benefício tarifário não será automático</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro tema tratado no seminário foram as regras de origem, certificação e operacionalização do acordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carlos Alberto Araújo de Almeida, economista da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), alertou que os benefícios tarifários dependerão do cumprimento rigoroso das exigências previstas no tratado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, o fato de não existir uma regra única aplicável a todos os produtos é uma das particularidades do acordo Mercosul–UE. “Uma especificidade desse acordo, diferentemente de muitos que o Brasil já assinou, é que ele não tem uma regra geral. Cada produto tem um requisito específico de origem.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista explicou que as empresas precisarão analisar os requisitos de origem de cada produto para acessar as preferências tarifárias. Operações mínimas, como montagem simples, diluição em água ou embalagem, não serão suficientes para caracterizar a origem da mercadoria. “Mesmo que cumpra as regras previstas no acordo, se o produto realiza apenas essas operações mínimas, ele não pode ser considerado originário”, reforçou Almeida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto abordado foi a evolução dos mecanismos de certificação, tendência observada nos acordos comerciais mais recentes. “A autodeclaração é uma tendência mundial. Os acordos mais recentes e mais modernos não têm certificado de origem. A tendência é tudo ser na base da autodeclaração.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas interessadas em exportar para a UE precisarão comprovar a origem dos produtos e atender às exigências de certificação, rastreabilidade e conformidade regulatória, que tendem a se tornar diferenciais competitivos para acesso ao mercado europeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crédito, investimentos e cultura exportadora</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro painel do seminário abordou mais um impasse central para a internacionalização: financiamento e atração de investimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretora da área Internacional e Comércio Exterior da InvestSP, Júlia Saluh, explicou que o acordo pode gerar brechas que vão além do aumento das exportações. “A gente enxerga muitas possibilidades para as pequenas e médias empresas. Não apenas para exportar, mas também por meio de fusões e aquisições e de investimentos vindos dos negócios europeus que buscam a tecnologia que a gente já desenvolveu aqui.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, produtos ligados à sustentabilidade e à sociobiodiversidade brasileira estão entre os mais promissores para o mercado europeu. “Este mercado valoriza muito os produtos que apresentam esse carimbo de produtos vindos da Amazônia, da Mata Atlântica, e produzidos por comunidades tradicionais.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já André Aleotti, gerente de Negócios Internacionais e Desestatização da SP Negócios, avaliou que a capital paulista condições únicas para se consolidar como uma plataforma estratégica de negócios entre Mercosul e o bloco econômico europeu. “Qualquer empresa europeia que queira explorar o Mercosul deve se instalar na Cidade de São Paulo, porque aqui a gente reúne toda a infraestrutura necessária para a realização dos negócios”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Aleotti, a capital concentra infraestrutura, serviços especializados e um ecossistema de inovação capaz de apoiar tanto a entrada de empresas estrangeiras no Mercosul quanto a internacionalização de companhias brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Oportunidade histórica exige ação imediata</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução de tarifas, a ampliação do acesso a mercados, a atração de investimentos e a integração às cadeias globais de produção criam oportunidades concretas para empresas de todos os portes. O próximo passo, porém, depende da capacidade de cada organização de transformar essa nova abertura comercial em estratégia, investimento e crescimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A oportunidade é histórica, mas os resultados dependerão da capacidade das empresas de atender a exigências regulatórias, acessar financiamento, identificar mercados e fortalecer sua cultura exportadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-abre-mercado-e-cria-nova-rota-de-crescimento-para-empresas-brasileiras">https://www.fecomercio.com.br/noticia/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-abre-mercado-e-cria-nova-rota-de-crescimento-para-empresas-brasileiras</a></p>
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		<title>Governo de SP lança guia prático para ajudar empresas paulistas a exportar</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/governo-de-sp-lanca-guia-pratico-para-ajudar-empresas-paulistas-a-exportar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 21:29:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Releases]]></category>
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		<category><![CDATA[Exporta SP]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[Publicação reúne orientações práticas para empresas que desejam iniciar ou ampliar suas exportações Empresas interessadas em expandir seus negócios para o mercado internacional passam a contar com um novo instrumento de apoio. Nesta terça-feira (23), a InvestSP e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) lançam o Manual do Exportador Paulista, um guia prático que reúne [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Publicação reúne orientações práticas para empresas que desejam iniciar ou ampliar suas exportações</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas interessadas em expandir seus negócios para o mercado internacional passam a contar com um novo instrumento de apoio. Nesta terça-feira (23), a InvestSP e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) lançam o <em><strong>Manual do Exportador Paulista</strong></em>, um guia prático que reúne orientações para empresas que desejam iniciar ou ampliar sua atuação no comércio exterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação apresenta, em linguagem acessível, informações sobre planejamento da exportação, escolha de mercados, documentação, logística, formação de preços, certificações, formas de pagamento e mecanismos de apoio ao exportador, reunindo em um único material os principais aspectos da jornada de internacionalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso papel é promover ferramentas que contribuam para o crescimento das empresas e, consequentemente, para a geração de renda, emprego e desenvolvimento regional, diretriz do governador Tarcísio de Freitas. A exportação é parte fundamental desse processo. O guia será um importante instrumento de apoio aos empreendedores, além de estimular a competitividade das empresas paulistas nos mercados internacionais”, destaca Jorge Lima, secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado de SP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Exportar é uma oportunidade para ampliar mercados, aumentar a competitividade e impulsionar o crescimento das empresas. Com este manual, queremos tornar esse processo mais simples e acessível, oferecendo informações práticas para que mais negócios paulistas estejam preparados para competir internacionalmente&#8221;, afirma Julia Saluh, diretora de Relações Internacionais e Comércio Exterior da InvestSP.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um ecossistema de apoio às empresas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento do manual integra a estratégia da InvestSP para fortalecer a presença das empresas paulistas no mercado internacional. Além da publicação, a agência oferece programas como o <em><strong>Exporta SP</strong></em>, programa de capacitação gratuito da InvestSP que apoia empresas paulistas na preparação para o mercado internacional por meio de mentorias, orientação técnica e qualificação para exportação. A InvestSP também promove missões empresariais internacionais e rodadas de negócios, além de contar com quatro escritórios internacionais responsáveis por identificar oportunidades e aproximar empresas paulistas de mercados estratégicos. A iniciativa <em><strong>Município Global</strong></em> também apoia prefeituras na construção de estratégias de internacionalização e atração de investimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>São Paulo lidera as exportações brasileiras</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As iniciativas acompanham o crescimento da base exportadora paulista e têm como foco ampliar a participação de micro, pequenas e médias empresas, além de produtores rurais, no comércio internacional, contribuindo para um ambiente de negócios mais competitivo e inclusivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, o Estado atingiu mais de 13 mil empresas exportadoras, o maior número da série histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <em><strong>Manual do Exportador Paulista</strong></em> pode ser acessado gratuitamente <a href="https://investsp.org.br/uploads/documentos/publicacoes/202606_manual_exportador_paulista.pdf" data-type="link" data-id="https://investsp.org.br/uploads/documentos/publicacoes/202606_manual_exportador_paulista.pdf">aqui</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Porto de São Sebastião concede desconto de 35% em tarifas para atrair novas cargas</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/porto-de-sao-sebastiao-concede-desconto-de-35-em-tarifas-para-atrair-novas-cargas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 18:16:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://investsp.org.br/?p=56919</guid>

					<description><![CDATA[Medida já está em vigor para granéis sólidos ainda não operados no terminal e busca ampliar a movimentação e a competitividade do porto O Porto de São Sebastião passou a oferecer desconto de 35% nas tarifas portuárias para a movimentação de granéis sólidos que ainda não integram a carteira de cargas do terminal. A redução, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Medida já está em vigor para granéis sólidos ainda não operados no terminal e busca ampliar a movimentação e a competitividade do porto</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Porto de São Sebastião passou a oferecer desconto de 35% nas tarifas portuárias para a movimentação de granéis sólidos que ainda não integram a carteira de cargas do terminal. A redução, aprovada pelo Conselho de Administração da Companhia Docas de São Sebastião e já em vigor, tem como objetivo estimular a atração de novos negócios, aumentar a ocupação da infraestrutura disponível e fortalecer a competitividade do porto no cenário logístico paulista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O benefício vale para cargas minerais e vegetais que não integram atualmente a pauta operacional do porto. A gipsita, matéria-prima utilizada na produção de cimento e fertilizantes, é um dos exemplos avaliados pela autoridade portuária, mas não o único.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A política de descontos tem como base estudos de produtividade. A avaliação considera a chamada prancha operacional — indicador que mede a quantidade de carga movimentada por dia — e o impacto da operação sobre os custos da infraestrutura pública disponibilizada pelo porto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lógica é simples: quanto mais eficiente a operação, menor o custo da estrutura portuária por tonelada movimentada. Com isso, a autoridade portuária entende que há espaço para reduzir tarifas sem comprometer o equilíbrio financeiro da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso da gipsita, estudos apontam potencial de movimentação de cerca de 8 mil toneladas por dia. Além do volume, a carga apresenta uma característica considerada estratégica: sua operação pode continuar mesmo durante períodos de chuva, reduzindo interrupções e aumentando a disponibilidade do cais para novas embarcações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão ocorre em um contexto de busca por novas cargas para o Porto de São Sebastião, que opera com um berço destinado à navegação de longo curso. Nesse cenário, a velocidade de carregamento e descarregamento tem impacto direto na capacidade de atendimento do terminal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o presidente do Porto de São Sebastião, Ernesto Sampaio, o objetivo é criar condições para atrair novos fluxos de carga sem ampliar os custos da operação. “Quando uma operação apresenta ganhos de produtividade, toda a cadeia se beneficia: o porto otimiza sua infraestrutura, o operador reduz custos e o Estado amplia sua capacidade logística”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa da administração portuária é que o modelo incentive a chegada de novos granéis sólidos e contribua para ampliar a participação do porto nas cadeias logísticas paulistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://semil.sp.gov.br/2026/06/porto-de-sao-sebastiao-concede-desconto-de-35-em-tarifas-para-atrair-novas-cargas/">https://semil.sp.gov.br/2026/06/porto-de-sao-sebastiao-concede-desconto-de-35-em-tarifas-para-atrair-novas-cargas/</a></p>
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		<title>EUA e China concentram 54% das exportações da RMVale em 2026</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/eua-e-china-concentram-54-das-exportacoes-da-rmvale-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:36:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[As exportações da RMVale (Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte) seguem fortemente concentradas em dois gigantes da economia mundial. Entre janeiro e maio de 2026, os Estados Unidos e a China responderam, juntos, por aproximadamente 54% de todas as vendas internacionais realizadas pelas empresas da região, evidenciando o peso estratégico desses mercados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As exportações da RMVale (Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte) seguem fortemente concentradas em dois gigantes da economia mundial. Entre janeiro e maio de 2026, os Estados Unidos e a China responderam, juntos, por aproximadamente 54% de todas as vendas internacionais realizadas pelas empresas da região, evidenciando o peso estratégico desses mercados para a economia regional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços mostram que os Estados Unidos aparecem como o principal destino das exportações da RMVale no período, com US$ 1,141 bilhão, o equivalente a 31% do total exportado pela região. Na segunda posição está a China, que comprou US$ 842,4 milhões, representando 22,86% das exportações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somados, os dois países movimentaram cerca de US$ 1,984 bilhão, correspondendo a 54% de tudo o que a RMVale exportou entre janeiro e maio deste ano. O percentual demonstra a elevada dependência regional de duas economias que, ao mesmo tempo, disputam protagonismo no comércio internacional e mantêm uma intensa guerra comercial, marcada por tarifas, barreiras e disputas tecnológicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A concentração das exportações em Estados Unidos e China evidencia que qualquer mudança nas relações comerciais entre essas potências ou desacelerações econômicas nesses mercados pode produzir impactos diretos sobre a indústria e a balança comercial do Vale do Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outros países</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois das duas maiores economias do mundo, aparecem outros importantes parceiros comerciais da região. A Argentina ocupa a terceira posição, com US$ 299,8 milhões, equivalente a 8,14% das exportações. Em seguida vem o México, com US$ 155,3 milhões e participação de 4,21%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quinta colocação está Singapura, destino de US$ 115,4 milhões em produtos da RMVale, respondendo por 3,13% do total exportado. A Índia aparece em sexto lugar, com US$ 91,2 milhões e participação de 2,48%, enquanto Luxemburgo ocupa a sétima posição, com US$ 76,7 milhões, representando 2,08% das vendas externas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sete principais mercados compradores concentram aproximadamente 74% de todas as exportações realizadas pela RMVale no período analisado, indicando que a pauta exportadora regional está direcionada para um número relativamente pequeno de parceiros comerciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números também revelam a importância da diversificação de mercados para reduzir riscos diante das incertezas do cenário internacional. Com Estados Unidos e China liderando as compras e protagonizando uma disputa comercial que influencia cadeias produtivas e fluxos globais de mercadorias, empresas exportadoras da região acompanham de perto os movimentos dessas economias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para uma região que reúne importantes polos industriais, tecnológicos e de produção de combustíveis e bens manufaturados, manter competitividade e ampliar mercados torna-se um fator estratégico para sustentar o crescimento das exportações e reduzir a vulnerabilidade diante de oscilações geopolíticas e econômicas internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exportações em 2026</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A RMVale exportou US$ 3,68 bilhões nos primeiros cinco meses de 2026 e registrou uma alta de 5,76% na comparação com igual período do ano passado, quando as exportações chegaram a US$ 3,48 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo período, a região importou US$ 3,83 bilhões e teve um aumento de 21,53% frente ao valor importado no mesmo período do ano passado, de US$ 3,15 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, a balança comercial da RMVale fechou os cinco primeiros meses de 2026 com déficit de US$ 154,46 milhões. De janeiro a maio de 2025, a região registrou superávit de US$ 325 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo economistas, as tarifas anunciadas pelo governo dos Estados Unidos e as guerras da Ucrânia e no Irã impactaram a balança comercial da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://sampi.net.br/ovale/noticias/2985381/vale-do-paraiba/2026/06/eua-e-china-concentram-54-das-exportacoes-da-rmvale-em-2026?IDNoticia=2985381">https://sampi.net.br/ovale/noticias/2985381/vale-do-paraiba/2026/06/eua-e-china-concentram-54-das-exportacoes-da-rmvale-em-2026?IDNoticia=2985381</a></p>
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		<title>Exportações de produtos eletroeletrônicos crescem em abril e no acumulado do primeiro quadrimestre</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/exportacoes-de-produtos-eletroeletronicos-crescem-em-abril-e-no-acumulado-do-primeiro-quadrimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[As exportações de produtos elétricos e eletrônicos somaram US$ 819,9 milhões em abril de 2026, refletindo crescimento de 21,1% em comparação com o mesmo mês de 2025 (US$ 677 milhões). Esse crescimento foi influenciado, principalmente, pelo aumento de 81,8% nas exportações de Equipamentos Industriais, com destaque para os aparelhos para filtrar ou depurar gases, cujas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As exportações de produtos elétricos e eletrônicos somaram US$ 819,9 milhões em abril de 2026, refletindo crescimento de 21,1% em comparação com o mesmo mês de 2025 (US$ 677 milhões). Esse crescimento foi influenciado, principalmente, pelo aumento de 81,8% nas exportações de Equipamentos Industriais, com destaque para os aparelhos para filtrar ou depurar gases, cujas vendas externas passaram de US$ 4,2 milhões em abril de 2025 para US$ 110 milhões em abril de 2026, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). A entidade faz a ressalva que as exportações de aparelhos para filtrar gases registradas em abril de 2026 foram pontuais e com montante muito superior ao verificado nos demais meses deste ano, cuja média estava em US$ 3,6 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vendas externas eventuais destes aparelhos acabaram por influenciar os resultados das exportações do total do setor eletroeletrônico. Ao excluir apenas esses itens da análise, as exportações dos demais produtos do setor cresceram 5,5% em abril de 2026 em relação ao igual período de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As exportações da área de Equipamentos Industriais, excluindo os aparelhos para filtrar gases, aumentaram 3,1% em abril de 2026 comparadas com abril de 2025, com destaque para os motores e geradores (+10%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As exportações de Automação Industrial aumentaram 44,1%, influenciadas pelo acréscimo de 93% nas vendas externas de instrumentos de medida, que somaram US$ 39 milhões. Cresceram também as exportações de Bens de Informática (+10,7%) e de Componentes Elétricos e Eletrônicos (+9%), com destaque para as máquinas para processamento de dados (+47%) e para os componentes para equipamentos industriais (+23%), respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, as vendas externas de produtos das demais áreas caíram. As maiores taxas de retração foram da área de Material Elétrico de Instalação (-24,2%) e de Utilidades Domésticas (-17,4%), influenciadas pelas exportações de disjuntores (-33%) e de refrigeradores (-60%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As exportações de Bens de Telecomunicações caíram 8,7% e de itens de GTD – Geração, Transmissão, Distribuição e Armazenamento de Energia Elétrica recuaram 4,8%. Nestes casos, foram observadas quedas nas vendas externas de equipamentos de comutação privada (-79%) e de painéis e quadros (-79%), respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao comparar as exportações totais de produtos elétricos e eletrônicos com o mês imediatamente anterior, houve elevação de 14%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>IMPORTAÇÕES –</em></strong> As importações de produtos do setor aumentaram 6,9% em abril de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando US$ 4,2 bilhões. Quase todas as áreas registraram aumento nas importações, com queda apenas em GTD (-41,3%). A retração nas compras externas de GTD resultou, principalmente, do recuo de 55% nos módulos fotovoltaicos e da redução de 51% nos<br>grupos eletrogêneos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, as importações de Material Elétrico de Instalação cresceram 30,7% e de itens de Telecomunicações aumentaram 26%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro caso, destacou-se o incremento de 46% nas importações de luminárias com fontes de luz Led, e em Telecomunicações, a expansão de 73% nas compras externas de telefones celulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, foi observado acréscimo de 22,4% nas importações de Bens de Informática influenciado pela elevação de 66% nas unidades de memórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda na área de Informática, destaca-se que as importações de máquinas para processamento de dados totalizaram US$ 114 milhões, montante significativamente inferior aos US$ 260 milhões registrados em março deste ano. Com esse resultado, as importações desses equipamentos retornaram a um patamar mais alinhado ao observado nos dois primeiros meses do ano, quando se situaram em torno de US$ 117 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As importações de Utilidades Domésticas cresceram 21,4%, impulsionadas pelo aumento de 172% nas compras externas de equipamentos de áudio e vídeo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As importações de Componentes Elétricos e Eletrônicos somaram US$ 2,2 bilhões, 9,5% acima das ocorridas em abril do ano passado. Este resultado contou com a ampliação de 56% nas importações de semicondutores, que somaram US$ 738 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A área de Automação Industrial registrou crescimento das importações de 3,7%, enquanto Equipamentos Industriais cresceu 2,5%, com destaque para os sistemas eletrônicos prediais (+26%) e acumuladores (+49%), respectivamente. Ao comparar com março de 2026, as importações de bens do setor recuaram 9,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>QUADRIMESTRE –</em></strong> No acumulado de janeiro a abril de 2026, as exportações de produtos elétricos e eletrônicos somaram US$ 2,6 bilhões, resultado 6% acima do verificado em igual período de 2025 (US$ 2,5 bilhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As exportações de itens de Automação Industrial aumentaram 21,4%, influenciadas pela elevação de 23% nos instrumentos de medida (US$ 118 milhões), quinto produto mais exportado do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As exportações de Equipamentos Industriais cresceram 16,9% devido ao aumento excepcional das vendas externas de aparelhos para filtrar gases em abril. Esse desempenho impactou o resultado do setor tanto no mês, quanto no acumulado dos primeiros quatro meses do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao excluir apenas os aparelhos para filtrar gases, as exportações dos demais itens da área de Equipamentos Industriais recuaram 6% no acumulado de janeiro a abril de 2026 comparado ao igual período de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda na área de Equipamentos Industriais, as exportações de motores e geradores somaram US$ 206 milhões, 4% abaixo das verificadas no mesmo período do ano passado. Mesmo com essa queda, os motores e geradores ficaram na 4ª posição entre os principais produtos exportados do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As exportações de itens de GTD (+13,2%) contaram com a expansão de 18% nas vendas externas de transformadores, que totalizaram US$ 343 milhões, principal produto exportado do setor. A Abinee destaca que deste total, US$ 273 milhões, ou seja, 79% das vendas externas de transformadores foram destinadas para os Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As exportações de Componentes Elétricos e Eletrônicos somaram US$ 968,4 milhões, 0,7% acima das ocorridas em janeiro a abril de 2025. Os principais destaques foram as vendas externas de eletrônica embarcada (US$ 253 milhões) e componentes para equipamentos industriais (US$ 213 milhões). Estes itens ocuparam a 2ª e a 3ª posição entre os mais exportados do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As demais áreas registraram queda nas exportações, com destaque para os itens de Telecomunicações (-18,7%) e Utilidades Domésticas (-16,9%). No primeiro caso, foram observadas reduções nas vendas externas de cabos para telecomunicações (-72%) e de comutação privada (-68%). Em Utilidades Domésticas, destacou-se o recuo de 56% nas exportações de refrigeradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vendas externas de Material Elétrico de Instalação caíram 4,9%, influenciadas pela redução de 28% nas exportações de disjuntores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Bens de Informática, as exportações diminuíram 0,7%, com comportamentos distintos entre os seus principais produtos, tais como queda de 45% nas vendas externas de cartões inteligentes – smart cards e aumento de 24% nas máquinas de processamento de dados. As máquinas para processamento de dados ocuparam a 9ª posição entre os principais produtos exportados do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>IMPORTAÇÕES –</strong></em> As importações de produtos elétricos e eletrônicos somaram US$ 16,8 bilhões no acumulado de janeiro a abril de 2026, resultado 2% acima do registrado no igual período do ano passado (US$ 16,4 bilhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com exceção de GTD (-32,8%) e Equipamentos Industriais (-2,7%), as demais áreas apontaram aumento nas importações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior taxa de crescimento foi da área de Informática (+16,2%), impulsionada pela elevação de 35% nas importações de unidades de memória e de 24% nas máquinas para processamento de dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As importações de máquinas para processamento de dados totalizaram US$ 608 milhões, ocupando a 6ª posição entre os produtos mais importados do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As importações de Automação Industrial cresceram 6,3%, com destaque para a expansão nas compras externas de aparelhos de raio X, que passaram de US$ 7 milhões em janeiro a abril de 2025 para US$ 22 milhões em igual período deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda em Automação Industrial, as importações de instrumentos de medida somaram US$ 882 milhões, 5º produto mais importado do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As importações de Componentes Elétricos e Eletrônicos (+5,4%) somaram US$ 8,6 bilhões, representando 52% do total importado pelo setor. Entre os seus itens, destacaram-se os semicondutores (US$ 2,7 bilhões), componentes para informática (US$ 1,2 bilhão), eletrônica embarcada (US$ 1,1 bilhão) e componentes para telecomunicações (US$ 949 milhões), principais produtos importados do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As importações de Utilidades Domésticas cresceram 4,2%, seguidas de Material Elétrico de Instalação (+3,2%) e itens de Telecomunicações (+0,9%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nestes casos, os principais destaques foram as elevações nas importações de autorrádios (+22%), luminárias (+52%) e telefones celulares (+30%), nesta mesma ordem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, a maior taxa negativa ocorreu nas importações de itens de GTD (-32,8%), influenciada, principalmente, pelo recuo de 57% nas compras externas de módulos fotovoltaicos, que diminuíram de US$ 719 milhões para US$ 311 milhões, no acumulado dos primeiros quatro meses de 2026. Essa retração contou com uma base forte de comparação, visto que as importações de módulos fotovoltaicos apontaram crescimentos bastante expressivos nos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As importações de Equipamentos Industriais caíram 2,7% decorrentes da redução de 23% nas compras externas de conversores estáticos para acionamentos de motores, que passaram de US$ 328 milhões para US$ 254 milhões no período citado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>BALANÇA COMERCIAL –</em></strong> No acumulado de janeiro a abril de 2026, a balança comercial de produtos elétricos e eletrônicos registrou déficit de US$ 14,1 bilhões, 1,3% acima do apontado no mesmo período de 2025 (US$ 13,9 bilhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este resultado foi influenciado pelo acréscimo de 2% nas importações, que atingiram US$ 16,75 bilhões. Já as exportações aumentaram 6%, somando US$ 2,65 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://ipesi.com.br/exportacoes-de-produtos-eletroeletronicos-crescem-em-abril-e-no-acumulado-do-primeiro-quadrimestre/">https://ipesi.com.br/exportacoes-de-produtos-eletroeletronicos-crescem-em-abril-e-no-acumulado-do-primeiro-quadrimestre/</a></p>
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		<item>
		<title>Pela segunda vez seguida, a Região Metropolitana de Campinas bate recorde mensal de exportação</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/pela-segunda-vez-seguida-a-regiao-metropolitana-de-campinas-bate-recorde-mensal-de-exportacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 18:48:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[Vendas ao exterior em maio somaram R$ 2,76 bilhões, melhor resultado para o período em 30 anos Pela segunda vez seguida, a Região Metropolitana de Campinas (RMC) bateu o recorde mensal de exportação. As vendas ao exterior em maio somaram US$ 534,38 milhões (R$ 2,76 bilhões), o melhor resultado para o período em 30 anos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Vendas ao exterior em maio somaram R$ 2,76 bilhões, melhor resultado para o período em 30 anos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela segunda vez seguida, a Região Metropolitana de Campinas (RMC) bateu o recorde mensal de exportação. As vendas ao exterior em maio somaram US$ 534,38 milhões (R$ 2,76 bilhões), o melhor resultado para o período em 30 anos, de acordo com os dados divulgados pela Comex Stat, plataforma da balança comercial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O montante superou em 15,78% os US$ 461,54 (R$ 2,39 bilhões) de igual mês de 2025, enquanto o recorde anterior era de maio de 2022, US$ 525,16 milhões (R$ 2,72 bilhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas da Grande Campinas já haviam estabelecido a melhor marca para abril da série histórica iniciada em 1997, quando teve início o levantamento da Comex Stat, quando atingiu US$ 517,36 milhões (R$ 2,68 bilhões). O recorde anterior para o período foi em 2022, quando foi de US$ 498,19 milhões (R$ 2,53 bilhões). “O tarifaço dos Estados Unidos no ano passado fez as empresas brasileiras buscarem novos mercados, que se consolidaram. O mercado norte-americano continua importante, mas as empresas têm sido resilientes e encontrado novos compradores”, avaliou o economista Marco Aurélio Marcondes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o MDIC, o novo tarifaço de 25%, previsto para entrar em vigor a partir do dia 15 do próximo mês, atingiria cerca de 21% das exportações brasileiras destinadas aos Estados Unidos, somando US$ 8,4 bilhões (R$ 43,52 bilhões). Porém, o economista avaliou que o impacto será limitado. “Com a confirmação oficial de que o tarifaço afeta as nossas exportações para os EUA, o bloco de produtos efetivamente afetado representará entre 0,42% e 0,63% do PIB brasileiro”, avaliou o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os produtos nacionais que mais devem ser afetados pela sobretaxação estão máquinas e equipamentos industriais e para construção civil, aço, suco e peixes. Os Estados Unidos justificam a nova medida em função de uma série de fatores, entre eles questões ambientais, supostas práticas consideradas injustas relacionadas ao Pix e à pirataria em centros comerciais populares. “Na verdade, o governo de Donald Trump buscou driblar a proibição da Justiça norte-americana em relação ao tarifaço do ano passado”, afirmou Mendonça.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>AMPLIAÇÃO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma fabricante de autopeças de Valinhos aposta no mercado sul-americano para aumentar as exportações. Ela quer que as vendas ao exterior representem 26% do faturamento até 2030, contra os 22% atingidos no ano passado. O principal mercado da multinacional é a Colômbia, seguido da Argentina, com a meta sendo ampliar as vendas também para a Bolívia, Equador, Peru e Venezuela. Para aumentar as vendas, a indústria busca ampliar a linha de produtos para atender às necessidades de cada mercado, pois possuem perfis diferentes de frota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Expandir o portfólio e seguir investindo em tecnologias e inovação para suprir esses mercados, porque ocorreram muitas mudanças e as frotas são diferentes, além de se antecipar às necessidades futuras. “Também é preciso olhar para dentro de casa e ver quais investimentos são necessários para ter produtos que atendam às necessidades”, afirmou o gerente de exportação do aftermarket da América do Sul, Victor Bonami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa atua há 69 anos no Brasil, onde tem quatro fábricas. Além de Valinhos, mantém plantas em Mogi Mirim e São José dos Campos, também no interior de São Paulo, além de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. As importações da Região Metropolitana de Campinas foram de US$ 1,533 bilhão em maio (R$ 7,94 bilhões), o segundo maior valor para o mês da série histórica Ele foi inferior apenas ao R$ 1,592 bilhão (R$ 8,24 bilhões) de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o saldo da balança comercial da região foi negativo em US$ 999,38 milhões (R$ 5,17 bilhões). Campinas foi a cidade que mais exportou em maio, US$ 129,018 milhões (R$ 668,44 milhões), com participação de 24,31% do total da região. Foi o melhor desempenho da cidade este ano, superando os US$ 122,365 milhões (R$ 633,97 milhões) de abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A segunda colocação foi com Indaiatuba, com US$ 81,27 milhões (R$ 421,05 milhões), seguida por Americana (US$ 71,714 milhões). Paulínia permaneceu na quarta posição ao fechar o mês passado com US$ 51,57 milhões (R$ 298,27 milhões). Vinhedo ficou em quinto lugar (US$ 45,50 milhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais destinos das exportações da RMC foram a Argentina, com participação de 14,5% do total, vindo depois os Estados Unidos (13,2%) e México (5,77%). A China segue em primeiro lugar como a maior fornecedora para a Região Metropolitana, com uma participação de 28,72% do total. Os Estados Unidos ficaram com a segunda posição (13,45%), seguidos pela Índia (7,21%). Os dados da Comex Stat apontaram Paulínia como a cidade da região com o maior volume de importações em abril, US$ 465,09 milhões (R$ 2,409 bilhões). Campinas ficou em segundo lugar, US$ 267,75 milhões (R$ 1,387 bilhão), vindo em seguida Indaiatuba (US$ 163,36 milhões), Vinhedo (US$ 98,32 milhões) e Jaguariúna (US$ 91,44 milhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://correio.rac.com.br/campinasermc/pela-segunda-vez-seguida-a-regi-o-metropolitana-de-campinas-bate-recorde-mensal-de-exportac-o-1.1817358">https://correio.rac.com.br/campinasermc/pela-segunda-vez-seguida-a-regi-o-metropolitana-de-campinas-bate-recorde-mensal-de-exportac-o-1.1817358</a></p>
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		<title>Grécia aprova compra de três C-390 da Embraer por R$ 3,5 bilhões</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/grecia-aprova-compra-de-tres-c-390-da-embraer-por-r-35-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 18:44:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Defesa da Grécia submeteu ao Comitê de Defesa do Parlamento oito programas de armamento totalizando 1 bilhão de euros, com o objetivo de fortalecer as Forças Armadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O destaque principal é a aquisição de três novos aviões de transporte C-390 Millennium, fabricados pela brasileira Embraer, cujo orçamento previsto é de aproximadamente 597 milhões de euros (R$ 3,55 bilhões na cotação atual), a serem investidos ao longo de seis anos por meio de um contrato interestadual com Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O custo da compra das três aeronaves corresponde a cerca de 474 milhões de euros, com um valor adicional de 90 milhões destinado ao suporte pós-venda. A entrega da primeira aeronave está prevista para 2027, com a última unidade chegando em 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a decisão, a Grécia se torna o 13º país a escolher o cargueiro militar brasileiro, ampliando a presença internacional do modelo e fortalecendo sua posição no mercado de transporte militar tático.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aproximação entre Embraer e Grécia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com sites especializados em aviação, a decisão da Grécia ocorre após meses de aproximação entre Atenas e a Embraer. Em maio, o ministro da Defesa da Grécia, Nikos Dendias, havia confirmado o interesse do país na aquisição do C-390 durante visita a Portugal, onde discutiu o tema com autoridades portuguesas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portugal é um dos operadores europeus do cargueiro e detém participação industrial relevante no programa por meio da OGMA, empresa controlada pela Embraer em parceria com o Estado português.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também em maio, a Embraer e a Hellenic Aerospace Industry assinaram um memorando de entendimento para desenvolver capacidades locais de manutenção, reparo e revisão do C-390 na Grécia. O acordo foi concebido para dar suporte à futura frota grega e fortalecer a autonomia operacional e industrial do país no ciclo de vida da aeronave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha do C-390 pela Grécia reforça a expansão do cargueiro no mercado europeu e entre países da OTAN. Nos últimos anos, a aeronave foi selecionada por forças aéreas que buscam substituir ou complementar frotas mais antigas de transporte militar, especialmente em missões que exigem maior disponibilidade, velocidade, flexibilidade e menores custos operacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Embraer, a decisão grega consolida mais um avanço em um segmento historicamente dominado por fabricantes norte-americanos e europeus. O C-390 vem ganhando espaço como alternativa moderna para missões de transporte tático e estratégico, com capacidade de operar em pistas não preparadas e de cumprir diferentes perfis de missão com a mesma plataforma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://sampi.net.br/ovale/noticias/2985271/vale-do-paraiba/2026/06/grecia-aprova-compra-de-tres-c390-da-embraer-por-r-35-bilhoes?IDNoticia=2985271">https://sampi.net.br/ovale/noticias/2985271/vale-do-paraiba/2026/06/grecia-aprova-compra-de-tres-c390-da-embraer-por-r-35-bilhoes?IDNoticia=2985271</a></p>
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