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	<title>Infraestrutura &#8211; InvestSP</title>
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	<description>Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade</description>
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	<title>Infraestrutura &#8211; InvestSP</title>
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		<title>Porto de Santos detalha pacote bilionário de obras para ampliar capacidade logística</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/porto-de-santos-detalha-pacote-bilionario-de-obras-para-ampliar-capacidade-logistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 18:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade Portuária de Santos (APS) apresentou nesta terça-feira (23) um pacote de projetos de infraestrutura que somam investimentos bilionários em ampliação viária, dragagem e geração de energia, com foco em aumentar a eficiência logística do maior porto do país. As iniciativas incluem a expansão da Avenida Perimetral na margem esquerda, a concessão do canal [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Autoridade Portuária de Santos (APS) apresentou nesta terça-feira (23) um pacote de projetos de infraestrutura que somam investimentos bilionários em ampliação viária, dragagem e geração de energia, com foco em aumentar a eficiência logística do maior porto do país. As iniciativas incluem a expansão da Avenida Perimetral na margem esquerda, a concessão do canal de acesso ao porto e a relicitação da Usina Hidrelétrica de Itatinga, entre outros empreendimentos estruturantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos destaques é a ampliação da Avenida Perimetral na margem esquerda, com investimento estimado em R$ 1 bilhão, projeto que prevê melhoria do fluxo de caminhões e integração com áreas retroportuárias em Guarujá. Segundo a APS, a obra está em fase de análise interna e depende de aprovação da ANTAQ, com início previsto para outubro de 2026, integrando-se ao plano mais amplo do governo federal de investir R$ 12,6 bilhões no complexo santista entre 2024 e 2028.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro eixo relevante é o aprofundamento e a concessão do canal de acesso ao Porto de Santos, que tem previsão de investimentos de R$ 6,45 bilhões e contempla a ampliação do calado dos atuais 15 metros para até 17 metros, permitindo a operação de navios de maior porte e aumento da competitividade do porto em rotas de longo curso. O processo de licitação do canal foi anunciado pelo Ministério de Portos e Aeroportos em 2025 como parte do pacote de 12 projetos estratégicos mapeados para o porto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No campo energético, o pacote contempla a relicitação da Usina Hidrelétrica de Itatinga, com investimento próximo de R$ 500 milhões, que estabelece como contrapartida a repotencialização da planta, elevando a capacidade de geração de 12 para 30 megawatts (MW). O modelo proposto também incentiva a produção de energia renovável adicional, que poderá, no futuro, abastecer operações portuárias e navios de cruzeiro, alinhando o complexo a metas de descarbonização do setor marítimo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os projetos anunciados se somam a investimentos privados já em curso no Porto de Santos, como o pacote de R$ 1,9 bilhão da Brasil Terminal Portuário (BTP) para expansão do terminal de contêineres, aquisição de guindastes STS e RTGs eletrificados e aumento da capacidade para cerca de 3.500 tomadas reefer, autorizado em 2023. Em outra frente, o Ministério de Portos e Aeroportos autorizou em 2025 aportes de R$ 1,24 bilhão em infraestrutura de passageiros no porto, como parte de um programa nacional de R$ 4,7 bilhões em investimentos privados na infraestrutura portuária brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/porto-de-santos-detalha-pacote-bilionario-de-obras-para-ampliar-capacidade-logistica">https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/porto-de-santos-detalha-pacote-bilionario-de-obras-para-ampliar-capacidade-logistica</a></p>
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		<title>Porto de Santos supera 2,4 milhões de contêineres e bate novo recorde histórico no litoral de São Paulo</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/porto-de-santos-supera-24-milhoes-de-conteineres-e-bate-novo-recorde-historico-no-litoral-de-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 18:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[Movimentação acumulada até maio ultrapassa 2,4 milhões de TEU e alcança a melhor marca já registrada no complexo portuário A movimentação de contêineres no Porto de Santos marcou novos recordes em maio. O resultado do mês superou 500 mil TEU (unidade de medida padrão de um contêiner de 20 pés) e, no ano, ultrapassou 2,4 [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Movimentação acumulada até maio ultrapassa 2,4 milhões de TEU e alcança a melhor marca já registrada no complexo portuário</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A movimentação de contêineres no Porto de Santos marcou novos recordes em maio. O resultado do mês superou 500 mil TEU (unidade de medida padrão de um contêiner de 20 pés) e, no ano, ultrapassou 2,4 milhões de TEU. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (22) pela Autoridade Portuária de Santos (APS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“São números que confirmam o que dizíamos no início da nossa gestão: que o Porto de Santos tem capacidade de absorver mais cargas, enquanto se prepara o leilão do Tecon Santos 10 (megaterminal no cais do Saboó), em um modelo que atenda ao mercado, mas, ao mesmo tempo, as necessidades do País e o melhor benefício ao Porto e à Baixada Santista”, analisa o presidente da APS, Anderson Pomini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No movimento geral de cargas, o resultado dos cinco primeiros meses do ano também é recorde, com a marca de 75,65 milhões de toneladas, um crescimento de 4,7% em relação a 2025 e de 3,9% comparado ao recorde anterior, de 2024 (quando foram 72,84 milhões de toneladas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os destaques seguem sendo o complexo soja (grãos e farelo), que teve crescimento de 5,5%, superando 25,72 milhões de toneladas; e o açúcar, que cresceu 10,2% em relação a 2025 e movimentou quase sete milhões de toneladas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos embarques, o total é de 55,95 milhões de toneladas (aumento de 4,3% em relação a 2025). Nos desembarques, a alta é de 5,7% e a marca alcançada é de 19,70 milhões de toneladas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Movimento do mês</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em maio, o resultado foi de queda em relação a 2025, “devido a um ajuste na movimentação de celulose (que em maio do ano passado teve movimento fora do comum, com crescimento de 45,5% em relação ao ano anterior e queda de 34,8% este ano)”, justifica a APS. Foram 16,37 milhões de toneladas no mês, recuo de 1,7% frente a 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reflexo da movimentação de carga solta (na qual se inclui a celulose) é uma das causas do recuo nos embarques no mês, que foram 4,1% menores que em maio de 2025 (12,26 milhões de toneladas este ano contra 12,79 milhões no ano anterior). Houve queda expressiva também no embarque de açúcar (-13,9%) e leve de complexo soja (-0,6%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos desembarques, o crescimento foi de 6,2% em relação a maio de 2025, com 4,11 milhões de toneladas. O destaque é o adubo, com 19,4% de crescimento e marca de 2,94 milhões de toneladas (contra 2,46 milhões em maio de 2025).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.atribuna.com.br/noticias/portomar/porto-de-santos-supera-2-4-milh-es-de-conteineres-e-bate-novo-recorde-historico-no-litoral-de-s-o-paulo-1.519110">https://www.atribuna.com.br/noticias/portomar/porto-de-santos-supera-2-4-milh-es-de-conteineres-e-bate-novo-recorde-historico-no-litoral-de-s-o-paulo-1.519110</a></p>
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		<item>
		<title>Canal do Porto de Santos terá rochas retiradas em julho para viabilizar aprofundamento</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/canal-do-porto-de-santos-tera-rochas-retiradas-em-julho-para-viabilizar-aprofundamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 17:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[Licença do Ibama autoriza derrocagem em três pontos do canal até outubro A derrocagem, que consiste na retirada de rochas do canal aquaviário do Porto de Santos, iniciará em julho. O serviço, que é indispensável para o aprofundamento do canal aquaviário de 15 para 16 metros, já conta com a Licença de Instalação (LI) concedida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Licença do Ibama autoriza derrocagem em três pontos do canal até outubro</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A derrocagem, que consiste na retirada de rochas do canal aquaviário do Porto de Santos, iniciará em julho. O serviço, que é indispensável para o aprofundamento do canal aquaviário de 15 para 16 metros, já conta com a Licença de Instalação (LI) concedida à Autoridade Portuária de Santos (APS) pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os trabalhos serão realizados pela DTA Engenharia 11 meses após a assinatura do contrato com a APS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo recebido pela Autoridade Portuária em 2025 identificou 31 pontos rochosos existentes na entrada, no meio (em frente ao Terminal Marítimo de Passageiros Giusfredo Santini, administrado pelo Concais) e no final do estuário, próximo à Ilha Barnabé, além de áreas de acesso e berços de atracação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a administração do Porto de Santos, as intervenções ocorrerão entre julho e outubro em três pontos do canal de navegação: Pedra do Barroso, nas proximidades da Ilha Barnabé; Pedra do Itapema, próxima aos terminais de Outeirinhos; e Pedra do Teffé, nas proximidades do terminal de passageiros Concais.<br>A derrocagem fragmenta e retira rochas que são impossíveis de serem removidas pela dragagem convencional. A emissão da licença assegura que as obras serão realizadas em estrito acordo com as normas ambientais vigentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista coletiva no Parque Valongo, na quarta-feira, o presidente da APS, Anderson Pomini, comemorou a obtenção da licença ambiental. “A empresa já vai começar as obras. Já conseguiu a licença ambiental para a derrocagem que, justamente, antecede o aprofundamento do canal do Porto de Santos para 16 metros”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Técnica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a APS, antes da fragmentação das rochas, as equipes vão retirar cerca de 12 mil metros cúbicos de sedimentos acumulados. A técnica empregada nas rochas será a derrocagem “a frio”, que não utiliza explosivos. O método emprega apenas impactos mecânicos controlados por meio de um equipamento chamado trépano. Em seguida, os fragmentos são retirados com uma garra acoplada a uma draga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O material retirado do fundo do canal terá destinações específicas. Os sedimentos serão levados ao Polígono de Disposição Oceânica (PDO), na quadrícula Q7. Já as rochas serão encaminhadas para áreas nos bairros Alemoa e Saboó e poderão ser reaproveitadas em obras de interesse público, promovendo o uso sustentável dos recursos oriundos da intervenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante as obras, o tráfego de embarcações poderá sofrer interrupções parciais pontuais nos trechos de intervenção. A operação seguirá protocolos rígidos de segurança marítima e contará com monitoramento ambiental contínuo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contrato</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A DTA assinou um contrato válido por 18 meses se responsabilizando pela elaboração dos projetos básico e executivo e a retirada do material rochoso cujo volume é estimado em 12 mil m³. O investimento é de aproximadamente R$ 17 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autorização</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Autoridade Portuária de Santos (APS) obteve do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a Licença de Instalação (LI) 1.562/2026, que autoriza a remoção de rochas do fundo do canal de navegação do Porto de Santos. A derrocagem fragmenta e retira rochas que são impossíveis de serem removidas pela dragagem convencional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.atribuna.com.br/noticias/portomar/canal-do-porto-de-santos-tera-rochas-retiradas-em-julho-para-viabilizar-aprofundamento-1.518640">https://www.atribuna.com.br/noticias/portomar/canal-do-porto-de-santos-tera-rochas-retiradas-em-julho-para-viabilizar-aprofundamento-1.518640</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Projetos estruturados são chave para ampliar investimentos em segurança hídrica</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/projetos-estruturados-sao-chave-para-ampliar-investimentos-em-seguranca-hidrica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 18:47:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum SP Conecta]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Representantes do Governo de São Paulo, Sabesp, IFC e iniciativa privada destacam carteira de obras, soluções baseadas na natureza e novos modelos de financiamento para enfrentar os desafios climáticos Planejamento de longo prazo, projetos estruturados e diferentes fontes de financiamento foram apontados como elementos fundamentais para garantir a segurança hídrica diante dos desafios impostos pelas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Representantes do Governo de São Paulo, Sabesp, IFC e iniciativa privada destacam carteira de obras, soluções baseadas na natureza e novos modelos de financiamento para enfrentar os desafios climáticos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Planejamento de longo prazo, projetos estruturados e diferentes fontes de financiamento foram apontados como elementos fundamentais para garantir a segurança hídrica diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas. O tema foi debatido nesta quarta-feira (17), durante o painel “Segurança hídrica como agenda de investimento: onde estão os projetos?”, realizado no SP Conecta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Moderado pela jornalista Beatriz Bulla, o encontro reuniu o secretário estadual de Parcerias em Investimentos, Rafael Benini; o CEO da re.green, Thiago Picolo; o Head de Investimentos em Infraestrutura no Brasil da International Finance Corporation (IFC), João Carneiro; e o diretor de Relações Contratuais e Institucionais da Sabesp, João Paulo Tavares Papa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao responder sobre os investimentos mais urgentes e estratégicos para ampliar a segurança hídrica no Estado, Rafael Benini destacou uma carteira de projetos voltada tanto à ampliação da oferta de água quanto à melhoria da drenagem urbana. “Temos vários projetos grandes para serem lançados. O primeiro é a questão do desassoreamento dos rios Pinheiros e Tietê. Estamos falando de mais de R$ 10 bilhões em investimentos por meio de uma parceria público privada. Vejo esse projeto como um projeto de resolução da drenagem da Região Metropolitana de São Paulo. São Paulo é cercada por serras e todos os rios vão para o Tietê. Enquanto não tivermos capacidade de escoamento no Tietê, não conseguimos fazer um planejamento eficaz da drenagem”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário destacou ainda a necessidade de ampliar a segurança hídrica no noroeste paulista, região que depende fortemente dos aquíferos subterrâneos.”No noroeste paulista, a captação de água vem dos aquíferos e a necessidade de buscar água está cada vez mais profunda. A ideia é fazer a transposição do Rio Grande dentro do programa UniversalizaSP”, comentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao comentar o avanço de soluções inovadoras para ampliar a resiliência hídrica, Rafael Benini destacou a incorporação de iniciativas ambientais aos projetos de infraestrutura do Estado. Como exemplo, citou a segunda fase da Barragem do Piraí, que prevê a implantação de um parque linear no entorno do reservatório para contribuir com a preservação da área, além de projetos de corredores verdes e de restauração de parques estaduais. O secretário também ressaltou o crescimento de empresas especializadas em restauração ambiental e serviços ecossistêmicos. “O crescimento dessas empresas ajuda o Estado a pensar em projetos que antes não pensava”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o diretor da Sabesp, João Paulo Tavares Papa, ressaltou os desafios impostos pela baixa disponibilidade hídrica da Região Metropolitana de São Paulo. “A Região Metropolitana de São Paulo tem mais de 20 milhões de habitantes e uma disponibilidade hídrica de 149 metros cúbicos por habitante por ano, enquanto a recomendação da ONU é de mil metros cúbicos por habitante por ano”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, esse cenário exige planejamento de longo prazo e investimentos permanentes. “Os novos contratos assinados com os municípios após a desestatização da Sabesp preveem um Plano de Resiliência Hídrica até 2060. A primeira fase desse plano já foi concluída e entregue à Arsesp. Ele prevê ações de curto prazo até 2030 e será revisado a cada cinco anos até 2060, considerando especialmente a integração entre os sistemas e a busca por redundância.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Papa defendeu que o fortalecimento da segurança hídrica passa pela ampliação das conexões entre os sistemas produtores de água, estratégia considerada fundamental diante dos impactos das mudanças climáticas. “Não há outra forma de enfrentar a pressão das mudanças climáticas do que investir em resiliência, diversificação e integração entre os sistemas”, afirmou. Como exemplo dessa estratégia, o diretor citou a transposição do Rio Itapanhaú, já em andamento, e a futura ligação entre Taiaçupeba e Billings, atualmente em discussão. “O principal projeto que está sendo discutido agora é o Taiaçupeba-Billings, com a intenção de trazer mais 4 mil litros por segundo para o sistema integrado. Quanto maior a integração, maior a resiliência do sistema.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao abordar os efeitos da desestatização da companhia, Papa afirmou que o novo modelo está apoiado em contratos e metas formalmente estabelecidos. “O processo de desestatização é algo concreto. Ele se apoia em contratos assinados com o poder concedente e os municípios, com prazos, metas e índices de qualidade auditados e controlados pela Arsesp. Não trabalhamos com planos subjetivos. As regras estão estabelecidas em contrato e há penalidades em caso de descumprimento.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Thiago Picolo destacou também a relação entre restauração ecológica e recuperação dos recursos hídricos. “Esse é o primeiro evento sobre água de que participo e acho essa conexão perfeita. Somos uma empresa de restauração ecológica. Nossa perspectiva é que, daqui a 30 ou 40 anos, essas áreas estejam restauradas e se pareçam o máximo possível com uma floresta primária. E, junto com a floresta, a água também esteja restaurada.” A re.green atua atualmente em projetos na Mata Atlântica e na Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">João Carneiro, do IFC, destacou que o Brasil avançou significativamente na estruturação de projetos de infraestrutura nos últimos anos, o que amplia a segurança para investidores e financiadores. “Tendo projetos bem estruturados, temos financiamento. Ainda faltam projetos para grande parte do País”, declarou. De acordo com ele, diferentes instrumentos podem apoiar investimentos em segurança hídrica, incluindo o mercado de capitais, bancos comerciais e organismos multilaterais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre o SP Conecta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Promovido pela InvestSP em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), o SP Conecta integra a Agenda SP+Verde, iniciativa do Governo de São Paulo voltada à atração de investimentos e à implementação de políticas ligadas à transição ecológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de dois dias, o evento reúne representantes do poder público, da iniciativa privada, da academia e de organismos internacionais para discutir caminhos para ampliar a resiliência climática, fortalecer a segurança hídrica e consolidar São Paulo como polo de investimentos sustentáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://semil.sp.gov.br/2026/06/projetos-estruturados-sao-chave-para-ampliar-investimentos-em-seguranca-hidrica-afirmam-especialistas-durante-o-forum-sp-conecta/">https://semil.sp.gov.br/2026/06/projetos-estruturados-sao-chave-para-ampliar-investimentos-em-seguranca-hidrica-afirmam-especialistas-durante-o-forum-sp-conecta/</a></p>
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		<item>
		<title>Estudo mostra São Paulo com 86% das cidades mais avançadas em saneamento básico do Brasil</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/estudo-mostra-sao-paulo-com-86-das-cidades-mais-avancadas-em-saneamento-basico-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 18:47:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[Recursos cresceram 120% após a desestatização da Sabesp, permitindo expansão da distribuição de água e do tratamento de esgoto O Estado de São Paulo concentra 81 dos 94 municípios brasileiros mais próximos da universalização do saneamento básico. É o que aponta o Ranking ABES da Universalização do Saneamento 2026, da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Recursos cresceram 120% após a desestatização da Sabesp, permitindo expansão da distribuição de água e do tratamento de esgoto</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Estado de São Paulo concentra 81 dos 94 municípios brasileiros mais próximos da universalização do saneamento básico. É o que aponta o Ranking ABES da Universalização do Saneamento 2026, da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental. O levantamento avaliou 2.558 municípios, que reúnem cerca de 80% da população do país e incluem todas as 27 capitais, com base em dados de 2024 do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A categoria “Rumo à universalização”, a mais alta das quatro definidas pelo estudo, enquadra os municípios com nota geral igual ou superior a 489, em uma escala que vai até 500 pontos. Nacionalmente, apenas 3,76% dos municípios foram classificados nessa categoria. Além das 81 cidades de São Paulo, outros estados que aparecem com representantecategoria estão no Paraná (8), em Minas Gerais (3), em Santa Catarina (1) e em Goiás (1). Ao todo, o estado teve 599 municípios avaliados, com mais da metade nas duas faixas superiores do ranking e nenhum classificado no pior nível.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Veja as faixas e quantas cidades do estado estão nelas:</em></strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>“Rumo à universalização”: 81 cidades;</li>



<li>“Compromisso com a universalização”: 243;</li>



<li>“Empenho para universalização”: 275;</li>



<li>“Primeiros passos para a universalização”:</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Seis cidades com nota máxima, todas paulistas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Das seis únicas cidades do país que alcançaram a pontuação máxima, de 500 pontos, todas são de São Paulo: Leme, Jales, Santópolis do Aguapeí, Paranapuã, Cardoso e Gastão Vidigal. Com exceção de Leme, todas são atendidas pela Sabesp. Entre os municípios de grande porte, além de Leme, alcançaram a categoria de excelência: Santa Bárbara d’Oeste, Presidente Prudente, Assis, Birigui, Franca, Barretos, Salto, Hortolândia, Araçatuba, Piracicaba, Catanduva, Indaiatuba e Botucatu. A capital, São Paulo, ficou na segunda faixa do ranking, “Compromisso com a universalização”, com 465,56 pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Metodologia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores do estudo estimam as notas a partir de cinco indicadores, que valem até 100 pontos e depois são somados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>– atendimento com água;</li>



<li>– atendimento com coleta de esgoto;</li>



<li>– tratamento de esgoto;</li>



<li>– coleta de lixo;</li>



<li>– disposição final do lixo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O ranking mede a proximidade de cada município em relação à meta do Marco Legal do Saneamento. A lei prevê universalizar os serviços no país até 2033, com 99% da população atendida por água tratada e 90% por coleta e tratamento de esgoto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Meta de universalização antecipada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a desestatização da Sabesp, concluída em 2024, a meta de universalização do saneamento em São Paulo foi antecipada de 2033 para 2029, quatro anos antes do prazo previsto no Marco Legal. Para isso, estão previstos cerca de R$ 70 bilhões em investimentos até 2029, parte dos R$ 260 bilhões contratados para toda a concessão, que se estende até 2060.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, primeiro ano completo sob controle privado, a Sabesp investiu R$ 15,2 bilhões, ante R$ 6,9 bilhões em 2024. Foi o maior aporte anual da história da companhia e representou alta de 120%. “São Paulo demonstra, mais uma vez, sua liderança nacional em saneamento básico. O ranking evidencia que os investimentos recordes realizados no estado estão se traduzindo em resultados concretos para a população. A antecipação da universalização para 2029, quatro anos antes da meta nacional, mostra que é possível acelerar a expansão dos serviços com planejamento, eficiência e capacidade de investimento. Nosso compromisso é garantir que mais paulistas tenham acesso à água de qualidade, coleta e tratamento de esgoto, promovendo saúde, dignidade e desenvolvimento sustentável”, destacou a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), Natália Resende.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://semil.sp.gov.br/2026/06/com-investimentos-recordes-estudo-mostra-sao-paulo-com-86-das-cidades-mais-avancadas-em-saneamento-basico-do-brasil/">https://semil.sp.gov.br/2026/06/com-investimentos-recordes-estudo-mostra-sao-paulo-com-86-das-cidades-mais-avancadas-em-saneamento-basico-do-brasil/</a></p>
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		<title>APS lança edital para cessão da usina hidrelétrica que abastece o Porto de Santos</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/aps-lanca-edital-para-cessao-da-usina-hidreletrica-que-abastece-o-porto-de-santos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 18:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade Portuária de Santos (APS) lançou edital para cessão da Usina Hidrelétrica de Itatinga, em Bertioga (SP), que responde pela maior parte do suprimento de energia elétrica do Porto de Santos, abrindo caminho para a entrada de um operador privado em um ativo estratégico para a infraestrutura portuária. De acordo com comunicados anteriores da [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Autoridade Portuária de Santos (APS) lançou edital para cessão da Usina Hidrelétrica de Itatinga, em Bertioga (SP), que responde pela maior parte do suprimento de energia elétrica do Porto de Santos, abrindo caminho para a entrada de um operador privado em um ativo estratégico para a infraestrutura portuária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com comunicados anteriores da APS, a modelagem de concessão da usina vem sendo preparada desde 2024, quando foi publicado chamamento público para doação de estudos sobre o complexo, incluindo geração de energia, modernização das instalações e uso turístico da vila histórica de Itatinga. A hidrelétrica, inaugurada em 1910 e classificada como Pequena Central Hidrelétrica (PCH), tem capacidade instalada de até 15 megawatts (MW), podendo chegar a 20 MW com atualizações tecnológicas, e hoje fornece cerca de 99% da energia consumida pela própria APS, além de injetar excedentes na rede da CPFL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o presidente da APS, Anderson Pomini, o contrato de concessão deverá abranger a operação e expansão da usina, a exploração turística do complexo e a implantação de um parque de hidrogênio verde (H2V), com investimentos estimados em R$ 500 milhões apenas na planta de H2V, viabilizada a partir da energia renovável gerada em Itatinga. A proposta inclui ainda a substituição de aproximadamente 35 km de cabos de transmissão entre a usina e o Porto de Santos, medida apontada como necessária para reduzir oscilações e permitir que mais terminais passem a utilizar a energia gerada na PCH em vez de depender exclusivamente da concessionária local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o setor portuário, a cessão de Itatinga insere o Porto de Santos na agenda de descarbonização e eletrificação de cais, ao combinar geração hidrelétrica própria com projetos de hidrogênio verde e eventual atendimento a operações de navios com ligação elétrica em terra (shore power) no futuro. A concessão também cria uma referência para outros portos brasileiros que estudam modelos de parceria público-privada em ativos energéticos, em um contexto de ampliação do uso de fontes renováveis na logística, na indústria naval e nas cadeias de granéis e contêineres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/aps-lanca-edital-para-cessao-da-usina-hidreletrica-que-abastece-o-porto-de-santos">https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/aps-lanca-edital-para-cessao-da-usina-hidreletrica-que-abastece-o-porto-de-santos</a></p>
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		<title>DP World recebe novos equipamentos portuários elétricos em Santos</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/dp-world-recebe-novos-equipamentos-portuarios-eletricos-em-santos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:39:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[A DP World Santos recebeu 15 novos Internal Terminal Vehicles (ITVs) e três Reach Stackers para uso no terminal portuário. Além deles, a operadora receberá outros quatro portêineres e 15 novos RTGs, a partir de agosto. Os equipamentos serão usados para movimentação e empilhamento de contêineres e, diferentemente dos modelos a diesel, emitem menos gases [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A DP World Santos recebeu 15 novos Internal Terminal Vehicles (ITVs) e três Reach Stackers para uso no terminal portuário. Além deles, a operadora receberá outros quatro portêineres e 15 novos RTGs, a partir de agosto. Os equipamentos serão usados para movimentação e empilhamento de contêineres e, diferentemente dos modelos a diesel, emitem menos gases do efeito estufa e produzem menos ruídos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a empresa, ela será a primeira a operar Reach Stackers 100% elétricas no Porto de Santos. Os 15 ITVs, que seguem padrão de eletrificação adotado pela DPW em seus terminais em vários países, podem evitar a emissão de mais de 500 toneladas de CO₂ por ano em comparação aos modelos movidos a diesel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso da frota elétrica em Santos, explicou a DP World, faz parte do seu cronograma de expansão do terminal que prevê atingir emissões zero até 2050, com investimentos para aumentar a capacidade logística, modernizar a infraestrutura e fortalecer a conectividade multimodal. Segundo a empresa, estão sendo investidos mais de R$ 2 bilhões para ampliar a capacidade de movimentação de contêineres para 1,7 milhão de TEUs em 2026 e para 2,1 milhões de TEUs até 2028.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa informou ainda que, como parte da sua estratégia de descarbonização, está prevista a eletrificação de toda a frota de RTGs (Rubber Tyred Gantry Cranes) do terminal santista. O projeto inclui investimentos superiores a R$ 100 milhões e a conversão de 22 equipamentos movidos a combustível fóssil para energia elétrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/dp-world-recebe-novos-equipamentos-portuarios-eletricos-em-santos">https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/dp-world-recebe-novos-equipamentos-portuarios-eletricos-em-santos</a></p>
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		<title>Aeroporto de Americana inicia obras de ampliação com investimento de R$ 16 milhões</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/aeroporto-de-americana-inicia-obras-de-ampliacao-com-investimento-de-r-16-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 18:17:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[Trabalhos começaram com serviços de terraplanagem para o alargamento da pista de pouso e decolagem As obras de ampliação do Aeroporto Municipal Augusto de Oliveira Salvação, de Americana, tiveram início neste mês. De acordo com a prefeitura, os trabalhos começaram com os serviços de terraplanagem para o alargamento da pista de pouso e decolagem. Conforme [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Trabalhos começaram com serviços de terraplanagem para o alargamento da pista de pouso e decolagem</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">As obras de ampliação do Aeroporto Municipal Augusto de Oliveira Salvação, de Americana, tiveram início neste mês. De acordo com a prefeitura, os trabalhos começaram com os serviços de terraplanagem para o alargamento da pista de pouso e decolagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o LIBERAL noticiou, a primeira etapa da obra tem investimento estimado de R$ 16 milhões, que são provenientes do FNAC (Fundo Nacional da Aviação Civil), vinculado ao Ministério de Portos e Aeroportos. A ordem de serviço foi assinada no ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do alargamento da pista de pouso e decolagem, está prevista no primeiro momento a recuperação da faixa de pista e do pátio de aeronaves, assim como drenagem, implantação de áreas de segurança, novo balizamento luminoso, sinalização horizontal e vertical e farol iluminado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também será implementado o sistema visual indicador de rampa de aproximação nas duas cabeceiras da pista. Isso irá permitir operações noturnas no aeroporto. com a conclusão das obras, a unidade terá autorização para operar aeronaves maiores, incluindo modelos ATR42.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O prefeito, Chico Sardelli (PL), disse que o investimento na infraestrutura e modernização do aeroporto é um passo importante para a cidade, especialmente para receber aeronaves de maior porte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Essa conquista representa, sem dúvida, um avanço para o desenvolvimento econômico da cidade e região. Agradecemos ao Ministério de Portos e Aeroportos, bem como ao deputado Cezinha e ao vereador Levi, pelo apoio e confiança em nosso trabalho e em nossa cidade e região”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://liberal.com.br/cidades/americana/aeroporto-de-americana-inicia-obras-de-ampliacao-com-investimento-de-r-16-milhoes">https://liberal.com.br/cidades/americana/aeroporto-de-americana-inicia-obras-de-ampliacao-com-investimento-de-r-16-milhoes</a></p>
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		<title>Governo de SP leva à França projetos de infraestrutura com foco em resiliência climática e sustentabilidade</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/governo-de-sp-leva-a-franca-projetos-de-infraestrutura-com-foco-em-resiliencia-climatica-e-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 17:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento promovido pela OCDE reuniu autoridades e investidores globais para discutir governança, sustentabilidade e financiamento de infraestrutura resiliente O Governo de São Paulo apresentou, nesta semana, em Paris, na França, os principais projetos estratégicos de infraestrutura do Estado voltados à resiliência climática e à sustentabilidade ambiental durante o OECD InfraDays 2026: Infrastructure Governance and the [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Evento promovido pela OCDE reuniu autoridades e investidores globais para discutir governança, sustentabilidade e financiamento de infraestrutura resiliente</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Governo de São Paulo apresentou, nesta semana, em Paris, na França, os principais projetos estratégicos de infraestrutura do Estado voltados à resiliência climática e à sustentabilidade ambiental durante o OECD InfraDays 2026: Infrastructure Governance and the Blue Dot.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado no Centro de Conferências da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o encontro reuniu autoridades públicas, especialistas e investidores internacionais para debater avanços nos padrões globais de governança, sustentabilidade e mecanismos de financiamento para projetos de infraestrutura resiliente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os destaques da carteira paulista estiveram as parcerias público-privadas (PPPs) para desassoreamento dos rios Tietê e Pinheiros, a implantação das barragens do PCJ (Piracicaba, Capivari e Jundiaí), na região de Campinas, e o projeto de Travessias Hídricas litorâneas. As iniciativas foram apresentadas como prioritárias para ampliar a segurança hídrica, fortalecer a adaptação do Estado aos efeitos das mudanças climáticas e promover infraestrutura sustentável de longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“São ações que demonstram o compromisso da atual gestão com a adaptação climática, a resiliência hídrica e o fortalecimento de uma governança sustentável construída em parceria com o setor privado”, afirmou o diretor-presidente da Companhia Paulista de Parcerias (CPP), Edgard Benozatti, representante do Governo paulista no evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação paulista também reforçou uma nova diretriz da política estadual de concessões e parcerias com a inclusão obrigatória de cláusulas de mudanças climáticas nos novos contratos. A medida estabelece que futuros projetos contemplem investimentos em infraestrutura sustentável, ações de adaptação climática e mecanismos de mitigação de riscos ambientais. Além disso, as novas licitações passaram a exigir das concessionárias de serviços públicos planos de contingência para eventos climáticos extremos, ampliando a segurança operacional e a capacidade de resposta diante de cenários adversos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As exigências estão alinhadas ao Plano Estadual de Adaptação e Resiliência Climática (PEARC), lançado em 2025, que define metas e estratégias para setores essenciais como transporte, energia e saneamento, consolidando São Paulo como referência nacional na integração entre infraestrutura, sustentabilidade e planejamento climático.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Projeto paulista recebe certificação inédita</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o evento, o Governo de São Paulo foi premiado com a certificação internacional Blue Dot Network (BDN) pelo projeto da PPP de Travessias Hídricas, reconhecido como referência global em infraestrutura sustentável, transparente e de alto impacto socioambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conquista é inédita para o Brasil: trata-se do primeiro projeto nacional a receber o selo Blue Dot Network ainda na fase de modelagem e estruturação, antes mesmo da realização do leilão. O reconhecimento já havia sido comunicado ao Estado no segundo semestre de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvido pela Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI), em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), o projeto prevê a modernização de 14 linhas de transporte aquaviário em diferentes regiões paulistas, com investimento estimado em R$ 2,5 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa contempla a substituição gradual da atual frota movida a diesel por mais de 40 embarcações 100% elétricas, beneficiando cerca de 40 mil passageiros diariamente e reduzindo em até 18 mil toneladas anuais as emissões de CO₂. O programa representa uma das maiores iniciativas de descarbonização do transporte aquaviário no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Selo Blue Dot Network</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvida pela OCDE em parceria com países como Estados Unidos, Japão e Reino Unido, a Blue Dot Network certifica projetos que atendem aos mais elevados padrões internacionais de governança, sustentabilidade ambiental, responsabilidade social e transparência financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A certificação reconhece empreendimentos alinhados aos Princípios do G20 para Investimentos em Infraestrutura de Qualidade, com critérios rigorosos relacionados à proteção ambiental, redução de emissões, responsabilidade social, inclusão, segurança e governança anticorrupção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reconhecimento internacional fortalece a credibilidade do projeto paulista junto a investidores e organismos multilaterais, posicionando São Paulo na vanguarda global da infraestrutura verde, sustentável e de alta qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.parceriaseminvestimentos.sp.gov.br/sec-parcerias-investimentos/canaisComunicacao/noticias/governo+de+sp+projetos+de+infraestrutura">https://www.parceriaseminvestimentos.sp.gov.br/sec-parcerias-investimentos/canaisComunicacao/noticias/governo+de+sp+projetos+de+infraestrutura</a></p>
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		<title>Governo de SP entrega obras de duplicação da Raposo Tavares entre Vargem Grande Paulista e Alumínio</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/governo-de-sp-entrega-obras-de-duplicacao-da-raposo-tavares-entre-vargem-grande-paulista-e-aluminio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 18:53:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo de São Paulo entregou nesta segunda-feira (4) os últimos dispositivos de acessos e retornos das obras de duplicação da Rodovia Raposo Tavares (SP-270), no trecho entre Vargem Grande Paulista e Alumínio. Em um investimento total superior a R$ 400 milhões para ampliar a capacidade de tráfego e reforçar a segurança em um dos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Governo de São Paulo entregou nesta segunda-feira (4) os últimos dispositivos de acessos e retornos das obras de duplicação da Rodovia Raposo Tavares (SP-270), no trecho entre Vargem Grande Paulista e Alumínio. Em um investimento total superior a R$ 400 milhões para ampliar a capacidade de tráfego e reforçar a segurança em um dos principais corredores de ligação entre a capital paulista e o interior do estado, foram inaugurados três dispositivos nas cidades de São Roque, Mairinque e Alumínio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As intervenções contemplam a ampliação de capacidade em 36 quilômetros da rodovia, do KM 46 ao 63 e do KM 67 ao 87, com impacto direto sobre a mobilidade regional e a logística. O projeto total inclui 12 dispositivos de acesso e retorno, novas passarelas, melhorias em drenagem, nova sinalização e reforço dos dispositivos de segurança viária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos estruturando um corredor logístico estratégico para o estado. A Raposo Tavares apresentava trechos com histórico preocupante de acidentes, especialmente colisões frontais. Com a duplicação do km 46 ao km 87 e a implantação de 12 interseções em desnível, avançamos de forma consistente na segurança viária e na fluidez do tráfego. As intervenções incluem ainda vias marginais e melhorias de iluminação. É uma transformação que já traz resultados concretos, como a redução do tempo de deslocamento”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em São Roque, foi concluído o entroncamento no km 54, no Trevo de Mailasqui. Já em Mairinque, no km 67, o novo viaduto elimina cruzamentos em nível, amplia a segurança e facilita a conexão entre bairros. Em Alumínio, foi entregue o novo dispositivo de retorno no km 75, estrutura importante para a organização do tráfego local e regional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A conclusão dessas obras marca mais uma etapa na transformação da Rodovia Raposo Tavares como eixo estratégico de transporte, logística e mobilidade, ampliando sua importância para o desenvolvimento paulista”, complementou o secretário de Parcerias em Investimentos, Rafael Benini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as melhorias realizadas na rodovia estão 45,5 quilômetros de defensas metálicas, 5,5 quilômetros de barreiras de concreto, mais de 90 atenuadores de impacto, 24 novos pontos de ônibus com abrigo e iluminação, além de 10 quilômetros de passeios para pedestres. Também foram construídas uma passarela no km 75 e a canalização de cerca de 4 quilômetros do córrego Varjão, em Mairinque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As obras incluíram ainda nova pavimentação em todo o segmento, implantação completa de sinalização horizontal e vertical, modernização da iluminação e execução de sistemas de drenagem. O conjunto melhora as condições de circulação, reduz conflitos entre veículos, amplia a visibilidade noturna e reforça a segurança para motoristas e pedestres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a entrega, a Raposo Tavares passa a contar com uma infraestrutura mais moderna e segura, beneficiando diretamente os municípios de Vargem Grande Paulista, São Roque, Mairinque, Alumínio e Sorocaba. A duplicação fortalece a conexão entre a Região Metropolitana e o interior paulista, melhora o escoamento da produção e contribui para o desenvolvimento regional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.parceriaseminvestimentos.sp.gov.br/sec-parcerias-investimentos/canaisComunicacao/noticias/governo+de+sp+entrega+obras+de+duplicacao+da+raposo+tavares+entre+vargem+grande+paulista+e+aluminio">https://www.parceriaseminvestimentos.sp.gov.br/sec-parcerias-investimentos/canaisComunicacao/noticias/governo+de+sp+entrega+obras+de+duplicacao+da+raposo+tavares+entre+vargem+grande+paulista+e+aluminio</a></p>
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