<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Indicadores &#8211; InvestSP</title>
	<atom:link href="https://investsp.org.br/noticias/tag/indicadores/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://investsp.org.br</link>
	<description>Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade</description>
	<lastBuildDate>Wed, 04 Mar 2026 16:57:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.2</generator>

<image>
	<url>https://investsp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/favicon-150x150.png</url>
	<title>Indicadores &#8211; InvestSP</title>
	<link>https://investsp.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Preços da indústria sobem 0,34% em janeiro influenciados pela metalurgia</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/precos-da-industria-sobem-034-em-janeiro-influenciados-pela-metalurgia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 16:57:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://investsp.org.br/?p=55577</guid>

					<description><![CDATA[Os preços da indústria nacional variaram 0,34% em janeiro frente a dezembro (0,14%), influenciados principalmente pelo setor de metalurgia, que registrou variação positiva de 2,73%. Essa foi a segunda taxa positiva consecutiva após uma série de 10 resultados negativos seguidos, entre fevereiro e novembro de 2025. Nos últimos 12 meses, o Índice apresentou queda de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os preços da indústria nacional variaram 0,34% em janeiro frente a dezembro (0,14%), influenciados principalmente pelo setor de metalurgia, que registrou variação positiva de 2,73%. Essa foi a segunda taxa positiva consecutiva após uma série de 10 resultados negativos seguidos, entre fevereiro e novembro de 2025. Nos últimos 12 meses, o Índice apresentou queda de 4,33%. Em janeiro de 2025, a variação mensal havia sido de 0,15%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações são do Índice de Preços ao Produtor (IPP) das Indústrias Extrativas e de Transformação, divulgadas hoje pelo IBGE. A pesquisa mede os preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, e abrange as grandes categorias econômicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um total de 15 das 24 atividades industriais investigadas na pesquisa apresentaram variações positivas de preço ante o mês imediatamente anterior. Em dezembro, 14 atividades haviam apresentado maiores preços médios em relação ao mês anterior. As quatro variações mais intensas foram: metalurgia (2,73%); impressão (2,73%); outros produtos químicos (1,70%); e perfumaria, sabões e produtos de limpeza (1,67%).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma variável que normalmente ajuda a explicar os resultados do IPP, que é a taxa de câmbio, dessa vez até ajuda a explicar o acumulado em 12 meses, período em que o dólar acumulou uma queda de 11,3% frente ao real e impulsionou o recuo do IPP nesse indicador. Mas na passagem de dezembro para janeiro, o dólar também apresentou uma queda, de 2,1%, mas o IPP apresentou uma variação positiva. Então existiram outros fatores que mais que compensaram essa redução do dólar e fizeram o índice subir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Murilo Alvim, gerente do IPP, a maior influência da metalurgia pode ser explicada pelo aumento dos preços dos metais não ferrosos:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O setor de metalurgia foi o que apresentou a maior variação e a maior influência no indicador mensal do IPP, com uma alta de 2,73%. E, assim como ocorreu no mês passado, essa alta foi puxada, principalmente, pelo aumento dos preços dos metais não ferrosos, dessa vez com destaque para os derivados do ouro, que teve sua cotação impulsionada por aumentos da demanda pelo ativo, e dos derivados do cobre, que tem estado com um déficit de oferta e baixo estoque”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Metalurgia foi responsável por 0,18 ponto percentual (p.p.) de influência na variação de 0,34% da indústria geral. Ainda neste quesito, outras atividades que também sobressaíram foram outros produtos químicos, com 0,13 p.p. de influência, refino de petróleo e biocombustíveis (-0,07 p.p.) e indústrias extrativas (0,06 p.p.)</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O setor de outros produtos químicos avançou 1,70% em janeiro e foi um dos que mais influenciou o resultado geral do IPP. Essa alta se deveu, principalmente, aos aumentos observados nos fertilizantes. Os impactos dos maiores custos de aquisição de insumos importados (em particular os derivados de enxofre), que em dezembro já haviam sido percebidos em boa parte dos concentrados fosfatados, acabaram se intensificando e se espalhando nesse início de ano”, destaca Murilo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor de alimentos, que é o de maior peso no IPP, representando, atualmente, cerca de 24% da pesquisa, não teve destaque no indicador mensal, com uma variação de -0,17% na passagem de dezembro para janeiro, um resultado não muito intenso, mas que é o nono seguido no campo negativo. Então, com essa sequência, o setor acumula uma retração de 9,84% nos últimos 12 meses e se destaca como a principal influência no resultado geral do indicador acumulado em 12 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nesse indicador, é possível observar que as quedas estão disseminadas entre os grupos econômicos da atividade, mas o principal destaque vai para os açúcares, cujo grupo apresentou uma queda acumulada de 28,30% no período, acompanhando o recuo dos preços no mercado internacional, como consequência de uma oferta global abundante e alta produtividade, que ainda foram impactados pela queda do dólar frente ao real nesse intervalo, de 11,3%”, explica o gerente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela perspectiva das grandes categorias econômicas, o resultado de janeiro registrou -0,70% de variação em bens de capital (BK); 0,54% em bens intermediários (BI); e 0,26% em bens de consumo (BC), sendo que a variação observada nos bens de consumo duráveis (BCD) foi de 0,22%, ao passo que nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis (BCND) foi de 0,27%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal influência dentre as Grandes Categorias Econômicas foi exercida por bens intermediários, cujo peso na composição do índice geral foi de 53,76% e respondeu por 0,29 p.p. da variação de 0,34% nas indústrias extrativas e de transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Completam a lista, bens de consumo, com influência de 0,10 p.p. e bens de capital com -0,06 p.p.. No caso de bens de consumo, a influência observada em janeiro se divide em 0,01 p.p., que se deveu à variação nos preços de bens de consumo duráveis, e 0,09 p.p. associada à variação de bens de consumo semiduráveis e não duráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/45979-precos-da-industria-sobem-0-34-em-janeiro-influenciados-pela-metalurgia">https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/45979-precos-da-industria-sobem-0-34-em-janeiro-influenciados-pela-metalurgia</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em fevereiro, confiança da indústria subiu pelo terceiro mês consecutivo</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/em-fevereiro-confianca-da-industria-subiu-pelo-terceiro-mes-consecutivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 14:24:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://investsp.org.br/?p=55535</guid>

					<description><![CDATA[O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do FGV IBRE subiu 0,6 pontos em fevereiro, para 96,7 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice avançou 2,4 pontos, para 96,4 pontos. “Em fevereiro, a indústria continua dando sinais de recuperação da confiança. Nas avaliações sobre o momento atual dos negócios, observa-se manutenção da normalidade de estoques [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do FGV IBRE subiu 0,6 pontos em fevereiro, para 96,7 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice avançou 2,4 pontos, para 96,4 pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em fevereiro, a indústria continua dando sinais de recuperação da confiança. Nas avaliações sobre o momento atual dos negócios, observa-se manutenção da normalidade de estoques e um ambiente de negócios mais favorável nesse mês. Nota-se que as perspectivas sobre os negócios são melhores num horizonte de tempo maior e de forma disseminada entre os setores. Ainda é cedo para afirmar que esse resultado positivo da indústria se sustentará por muito tempo, considerando a política monetária contracionista que mantém o cenário macroeconômico desafiador. Por outro lado, a possibilidade do início do ciclo de queda de juros, o mercado de trabalho, o câmbio apreciado e uma inflação mais próxima da meta se tornam aliados do setor industrial para os próximos meses.”, comenta Stéfano Pacini, economista do FGV IBRE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro, houve alta da confiança em 12 dos 19 segmentos industriais pesquisados pela Sondagem. O resultado refletiu melhora tanto nas avaliações sobre a situação atual e quanto nas expectativas em relação aos próximos meses. O Índice Situação Atual (ISA) subiu 1,0 pontos, para 97,4 pontos. O Índice de Expectativas (IE) avançou 0,3 pontos, para 96,0 pontos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><br><strong>Estoques se mantêm normais após forte melhora no último mês&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os indicadores que compõem o ISA, o que exerceu maior influência na alta foi o que que mensura a situação atual dos negócios ao subir 3,9 pontos para 95,6 pontos. O nível de estoques<a href="https://portalibre.fgv.br/noticias/em-fevereiro-confianca-da-industria-subiu-pelo-terceiro-mes-consecutivo-0#_ftn1">[1]</a>&nbsp;melhorou, ao recuar 0,6 ponto, para 101,0 pontos. Quando este indicador está acima de 100 pontos, sinaliza que a indústria está operando com estoques excessivos (ou acima do desejável). No sentido contrário, o indicador que mede o nível atual de demanda retrocedeu 1,5 ponto, para 97,9 pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com relação às expectativas, o indicador que mede o otimismo sobre a evolução dos negócios nos próximos seis subiu pelo quarto mês consecutivo ao avançar 2,4 pontos para 94,0 pontos. Este é o maior patamar do indicador desde maio de 2025 (95,1 pontos). A produção prevista&nbsp;melhorou ao avançar 2,3 pontos, para 102,5 pontos, melhor resultado desde dezembro de 2020 (110,1 pontos). No sentido contrário, o indicador que mede as expectativas de emprego recuou 4,0 pontos para 91,7 pontos, após três meses de alta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI) subiu 0,3 ponto percentual em fevereiro para 81,6%.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
