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	<title>Energia &#8211; InvestSP</title>
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	<description>Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade</description>
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		<title>RCGI lança Observatório de Normas para impulsionar a inovação na transição energética</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/rcgi-lanca-observatorio-de-normas-para-impulsionar-a-inovacao-na-transicao-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco de dados aberto elaborado por Centro de Pesquisa Aplicada da FAPESP reduz barreiras para a viabilização de inovações tecnológicas O Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI) lançou o Observatório de Normas, uma plataforma digital gratuita com o objetivo de auxiliar pesquisadores e inovadores na aplicação de normas técnicas na [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Banco de dados aberto elaborado por Centro de Pesquisa Aplicada da FAPESP reduz barreiras para a viabilização de inovações tecnológicas</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI) lançou o Observatório de Normas, uma plataforma digital gratuita com o objetivo de auxiliar pesquisadores e inovadores na aplicação de normas técnicas na corrida por soluções para a transição energética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O RCGI é um Centro de Pesquisa Aplicada (CPA) constituído com apoio da FAPESP, da Shell e participação de outras empresas, com sede na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ferramenta funciona como um banco de dados que correlaciona normas internacionais com metas climáticas brasileiras do Acordo de Paris, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), tecnologias de baixo carbono e projetos internos do RCGI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o apoio da inteligência artificial, o Observatório facilita a busca e a compreensão das normas, promovendo uma abordagem multidisciplinar e estratégica da inovação. O objetivo é reduzir barreiras técnicas e possibilitar o desenvolvimento de soluções alinhadas aos padrões globais. “Muitas vezes, o desconhecimento sobre normas aplicáveis pode atrasar ou inviabilizar inovações promissoras. Queremos mudar essa realidade”, afirma Alexandre de Barros Gallo, pesquisador do RCGI e líder do projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A plataforma oferece diferentes formas de pesquisa, por palavras-chave, temas específicos como os ODS ou filtros combináveis. “Isso permite que os usuários encontrem rapidamente os documentos mais relevantes para suas áreas de atuação. A base já reúne mais de cem normas e está em constante expansão, com previsão de incluir padrões da ABNT e do Comitê Europeu&#8221;, conta Gallo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores reforçam que as normas não devem ser vistas como obstáculos, mas como guias estratégicos que indicam caminhos mais seguros e eficientes para a inovação. “O Observatório foca em normas técnicas – documentos de aplicação voluntária que estabelecem boas práticas – e não em legislação. Ao facilitar o acesso a esse conhecimento, aceleramos o desenvolvimento tecnológico e alinhamos as inovações brasileiras aos padrões internacionais”, destaca Eduardo Guedes, pesquisador do RCGI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://agencia.fapesp.br/rcgi-lanca-observatorio-de-normas-para-impulsionar-a-inovacao-na-transicao-energetica/57334">https://agencia.fapesp.br/rcgi-lanca-observatorio-de-normas-para-impulsionar-a-inovacao-na-transicao-energetica/57334</a></p>
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		<title>São Paulo apresenta avanços no Plano Paulista Decenal de Energia 2034</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/sao-paulo-apresenta-avancos-no-plano-paulista-decenal-de-energia-2034/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 18:14:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[Equipe técnica que elabora o estudo detalhou um resumo dos resultados preliminares, abordando o setor de transportes e combustíveis A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), por meio da Subsecretaria de Energia e Mineração, realizou em 30 de setembro, o segundo encontro do planejamento energético do Estado de São Paulo. O evento apresentou [&#8230;]]]></description>
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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>Equipe técnica que elabora o estudo detalhou um resumo dos resultados preliminares, abordando o setor de transportes e combustíveis</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), por meio da Subsecretaria de Energia e Mineração, realizou em 30 de setembro, o segundo encontro do planejamento energético do Estado de São Paulo. O evento apresentou resultados preliminares do <a href="https://semil.sp.gov.br/sem/pee-2050/" data-type="link" data-id="https://semil.sp.gov.br/sem/pee-2050/">Plano Paulista Decenal de Energia 2034 (PPDE 2034)</a>, que orienta as políticas energéticas para a próxima década, em alinhamento com as diretrizes do Plano Estadual de Energia 2050 (PEE 2050). O projeto é liderado pela subsecretária Marisa Barros e executado por pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), sob coordenação do professor Dorel Ramos, do Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado em formato <a href="https://www.youtube.com/watch?v=lbvMgB52tC0&amp;t=7376s" data-type="link" data-id="https://www.youtube.com/watch?v=lbvMgB52tC0&amp;t=7376s">híbrido</a>, o segundo de três encontros do PPDE 2034 reuniu pesquisadores, associações setoriais, profissionais de concessionárias de energia, representantes do terceiro setor e integrantes do governo paulista. Durante o evento, foram apresentados gráficos e dados sobre consumo energético e projeções para bioenergia, combustíveis, gás natural e setor de transportes. Entre os destaques, estão o crescimento previsto da produção de biometano, a inclusão do gás natural veicular no transporte pesado e a maior participação do etanol em veículos leves, acompanhada do avanço da eletrificação. O programa de Hidrogênio de Baixo Carbono, em elaboração pela Semil, promove, de forma integrada, política de fomento à demanda, à produção, à pesquisa científica, ao desenvolvimento tecnológico e à inovação do mercado de hidrogênio verde – matriz energética limpa, obtida a partir da eletrólise da água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início do encontro, a subsecretária de Energia e Mineração da Semil, Marisa Barros, destacou os desafios decorrentes das incertezas tecnológicas e econômicas desse tipo de estudo, que exigem maior esforço para garantir previsibilidade, especialmente no aspecto regulatório. “Por isso que é importante que todo o rito regulatório venha acompanhado da participação social e de uma análise de impactos regulatórios. Então é isso que a gente busca, enquanto formulador de políticas públicas, junto aos órgãos competentes e reguladores. E é dessa maneira que a gente vai ajustando juntos os rumos do plano sempre buscando o nosso objetivo final que é alcançar a neutralidade de carbono”, explicou Marisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Margareth Pavan, gerente de Transição Energética da Invest SP, agência paulista de promoção de investimentos e competitividade ligada à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico do estado de São Paulo, destacou o potencial de São Paulo para a produção de combustível de aviação sustentável (SAF) a partir de biogás proveniente de resíduos da biomassa sucroenergética e de biometano. “Entre as análises que fizemos, observamos que o estado tem potencial e apresenta competitividade em diversas rotas, e identificamos o papel do aprimoramento da previsibilidade regulatória e o fortalecimento de mecanismos de incentivo econômico para atração de investimentos. Podemos ampliar a base produtiva de biocombustíveis e a valorização da economia circular considerando os resíduos como matéria-prima”, explicou a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro tema central do encontro foi o potencial de descarbonização do setor de transportes em São Paulo. Rafael Herrero Alonso, doutor em Engenharia Elétrica pela Poli-USP, apresentou o panorama atual da frota estadual, os principais desafios para torná-la mais limpa e as estratégias para reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE). “Vimos aqui o aumento da demanda de energia elétrica no estado, e isso se dá justamente por conta de um esforço muito grande no setor de transporte, principalmente na sua eletrificação, ao deixar de usar combustíveis muito mais poluentes. Portanto, o consumo de eletricidade mais elevado, justamente por esse aspecto de substituição de derivados de petróleo, é um elemento do cenário de mitigação pois contribui com a redução global de emissões”, explicou o professor Dorel Ramos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Plano Paulista Decenal de Energia 2034 propõe um conjunto de soluções para a promoção da descarbonização, como o aumento do uso de biometano, biocombustíveis e eletrificação da frota, especialmente no transporte coletivo e de cargas. O encontro também abriu espaço para o diálogo com os participantes, promovendo uma escuta ativa e o compartilhamento de experiências sobre as ações em andamento. Está previsto mais um workshop, em novembro, com foco na apresentação dos resultados do plano e, também, a divulgação do balanço de emissões de GEE. Esse processo resultará na abertura de uma consulta pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Campanha Race to Zero</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Estado de São Paulo aderiu à campanha Race to Zero, iniciativa global da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). A campanha mobiliza atores não estatais — empresas, cidades, regiões, instituições financeiras e instituições de ensino — a assumir compromissos e ações imediatas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, com o objetivo de atingir emissões líquidas zero até 2050.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essa adesão, São Paulo assumiu o compromisso de elaborar o Plano de Ação Climática e o Plano Estadual de Energia, com meta de alcançar a neutralidade de carbono até 2050, contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas globais. Ambos compõem a estratégia climática paulista. O Plano Estadual de Energia 2050, de longo prazo e nível estratégico, alinhado com o Plano de Ação Climática e concluído em 2024, previu a elaboração de um plano tático, o Plano Paulista Decenal de Energia 2034, em elaboração, como instrumento para detalhar as ações no horizonte de 10 anos, de 2025 a 2034.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o planejamento estratégico define a visão de longo prazo, os grandes objetivos e a direção da transição energética, o planejamento tático operacionaliza essa visão. Ele detalha metas, ações específicas, investimentos, tecnologias a serem implementadas e prazos, transformando a ambição em um roteiro concreto e mensurável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano tático permite ajustes frente a mudanças tecnológicas, econômicas e geopolíticas de curto e médio prazo, sem comprometer a meta estratégica. Funciona como um mecanismo de correção de rota, garantindo que o planejamento de longo prazo permaneça relevante e eficaz em um cenário energético em constante evolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São Paulo foi o primeiro estado brasileiro a elaborar um plano de energia com meta de neutralidade de carbono até 2050. O Plano Estadual de Energia 2050 serve tanto como instrumento de planejamento do setor público quanto como referência de previsibilidade para o setor privado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://semil.sp.gov.br/2025/10/sao-paulo-apresenta-avancos-no-plano-paulista-decenal-de-energia-2034/">https://semil.sp.gov.br/2025/10/sao-paulo-apresenta-avancos-no-plano-paulista-decenal-de-energia-2034/</a></p>
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