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	<title>Comércio &#8211; InvestSP</title>
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	<description>Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade</description>
	<lastBuildDate>Fri, 02 Jan 2026 17:47:18 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Comércio &#8211; InvestSP</title>
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		<title>Confiança do Comércio sobe 0,2 ponto em dezembro, diz FGV</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/confianca-do-comercio-sobe-02-ponto-em-dezembro-diz-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 17:47:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi a quarta alta mensal consecutiva, mas desta vez com avanço discreto, sustentado apenas pelas expectativas O Índice de Confiança do Comércio (Icom) avançou 0,2 ponto em dezembro na comparação com o mês anterior, quarta alta consecutiva no ano, para 90,1 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira, 30/12. Em médias móveis trimestrais, [&#8230;]]]></description>
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Foi a quarta alta mensal consecutiva, mas desta vez com avanço discreto, sustentado apenas pelas expectativas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Confiança do Comércio (Icom) avançou 0,2 ponto em dezembro na comparação com o mês anterior, quarta alta consecutiva no ano, para 90,1 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira, 30/12. Em médias móveis trimestrais, o Icom subiu 1,8 ponto em dezembro, para 88,7 pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A confiança do comércio subiu pelo quarto mês consecutivo, com avanço mais discreto, sustentado apenas pela alta das expectativas. Mesmo em queda, as avaliações sobre o momento atual mantêm avanço frente ao terceiro trimestre, com ligeira melhora na percepção sobre a demanda&#8221;, disse em nota a economista do FGV IBRE Geórgia Veloso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, as expectativas de vendas para os próximos meses mantiveram trajetória de alta pelo quarto mês consecutivo, afastando-se da zona de forte pessimismo. &#8220;Ao longo de 2025, as avaliações sobre a situação atual refletiram um cenário morno, com o aperto monetário e o elevado endividamento das famílias sendo parcialmente compensados pelo avanço do mercado de trabalho, o que limitou movimentos mais intensos. Já a melhora das expectativas pode estar associada a uma expectativa de alívio da política monetária e aos efeitos da ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda no próximo ano&#8221;, explicou a economista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dezembro, a alta da confiança ocorreu em quatro dos seis principais segmentos do setor e foi influenciada exclusivamente pelas expectativas para os próximos meses, avaliou a FGV. O Índice de Expectativas (IE-COM) avançou 1,0 ponto, para 89,2 pontos, em sua quarta alta consecutiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os quesitos que compõem esse índice apresentaram resultados na mesma direção: o indicador que mede as perspectivas de vendas nos próximos três meses subiu 0,7 ponto, para 88,7 pontos, e o que avalia as expectativas sobre a tendência dos negócios nos próximos seis meses avançou em 1,3 ponto, para 90,0 pontos, maior nível desde novembro de 2024 (92,7 pontos). Ambos os indicadores de expectativas avançam pelo quarto mês consecutivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Situação Atual (ISA-COM) recuou 0,6 ponto, para 91,6 pontos. O quesito que mede a avaliação sobre a situação atual dos negócios, recuou 2,3 pontos, para 92,6 pontos, após alta expressiva no mês anterior. O indicador que avalia o volume de demanda atual, em contrapartida, avançou 1,2 ponto, para 90,8 pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coleta de dados da pesquisa ocorreu entre os dias 1º e 23, informou a FGV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://dcomercio.com.br/publicacao/s/confianca-do-comercio-sobe-0-2-ponto-em-dezembro-diz-fgv">https://dcomercio.com.br/publicacao/s/confianca-do-comercio-sobe-0-2-ponto-em-dezembro-diz-fgv</a></p>
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		<item>
		<title>Corrente de comércio brasileiro chega a US$ 12,4 bi na 2° semana de dezembro</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/corrente-de-comercio-brasileiro-chega-a-us-124-bi-na-2-semana-de-dezembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 17:54:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Na 2ª semana de dezembro de 2025, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,5 bilhão e corrente de comércio de US$ 12,4 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 6,9 bilhões e importações de US$ 5,5 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 14,3 bilhões e as importações, US$ 11 bilhões, com saldo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>No ano, as exportações totalizam US$ 332,1 bi e as importações, US$ 271 bi, com saldo positivo de US$ 61,1 bi e corrente de comércio de US$ 603 bi</em></p>
</blockquote>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Na 2ª semana de dezembro de 2025, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,5 bilhão e corrente de comércio de US$ 12,4 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 6,9 bilhões e importações de US$ 5,5 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mês, as exportações somam US$ 14,3 bilhões e as importações, US$ 11 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,3 bilhões e corrente de comércio de US$ 25,2 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano, as exportações totalizam US$ 332,1 bilhões e as importações, US$ 271 bilhões, com saldo positivo de US$ 61,1 bilhões e corrente de comércio de US$ 603 bilhões. Esses e outros dados foram divulgados nesta segunda-feira (15/12), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de dezembro/2025 (US$ 1,4 bi) com a de dezembro/2024 (US$ 1,2 bi), houve crescimento de 20,4%. Em relação às importações houve crescimento de 13,9% na comparação entre as médias até a 2ª semana de dezembro/2025 (US$ 1,1 bi) com a do mês de dezembro/2024 (US$ 964,06 milhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, até a 2ª semana de dezembro/2025, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2.524,51 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 327,67 milhões. Comparando-se este período com a média de dezembro/2024, houve crescimento de 17,5% na corrente de comércio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exportações e importações por Setor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado até a 2ª semana do mês de dezembro/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 77,86 milhões (41,1%) em Agropecuária; de US$ 125,57 milhões (52,0%) em Indústria Extrativa e de US$ 37,67 milhões (5,0%) em produtos da Indústria de Transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado até a 2ª semana do mês de dezembro/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 2,85 milhões (12,6%) em Agropecuária; de US$ 11,2 milhões (28,9%) em Indústria Extrativa e de US$ 121,47 milhões (13,6%) em produtos da Indústria de Transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://portaldocomercio.org.br/diario-executivo/corrente-de-comercio-brasileiro-chega-a-us-124-bi-na-2-semana-de-dezembro/">https://portaldocomercio.org.br/diario-executivo/corrente-de-comercio-brasileiro-chega-a-us-124-bi-na-2-semana-de-dezembro/</a></p>
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		<item>
		<title>Comércio de Sumaré projeta crescimento de 5% nas vendas de fim de ano</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/comercio-de-sumare-projeta-crescimento-de-5-nas-vendas-de-fim-de-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 17:42:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comércio de Sumaré projeta aumento de 5% nas vendas de fim de ano, impulsionado pela busca por presentes, produtos para as ceias de Natal e Ano Novo e também pelos chamados “auto-presentes”. A estimativa acompanha a movimentação econômica observada na região e o aquecimento típico do mês de dezembro. O pagamento do 13º salário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>Setor aposta no impulso do 13º salário, maior circulação de consumidores e expectativa positiva de lojistas e gestores públicos</em></p>
</blockquote>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O Comércio de Sumaré projeta aumento de 5% nas vendas de fim de ano, impulsionado pela busca por presentes, produtos para as ceias de Natal e Ano Novo e também pelos chamados “auto-presentes”. A estimativa acompanha a movimentação econômica observada na região e o aquecimento típico do mês de dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pagamento do 13º salário deve injetar R$ 340 milhões na economia local, segundo levantamento da startup Observatório Econômico, com base em dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Além disso, números do Departamento de Economia da Acic (Associação Comercial e Industrial de Campinas) apontam que as vendas de fim de ano devem movimentar R$ 7,3 bilhões na RMC (Região Metropolitana de Campinas).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Previsões regionais e ticket médio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Acic estima crescimento de 4,6% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados R$ 6,97 bilhões. Do total previsto, R$ 3,11 bilhões devem ser movimentados em Campinas, enquanto o restante será distribuído entre as demais 19 cidades da metrópole, incluindo Sumaré.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ticket médio deve subir para R$ 349,00 por consumidor, ante R$ 332,00 no ano passado, uma variação de 4,87%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Clima de otimismo entre empresários e gestores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de um cenário econômico marcado por juros altos, inadimplência e incertezas externas, comerciantes e representantes do setor demonstram expectativa positiva. A presidente da Acias (Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Sumaré), Selma Koshoji, afirmou que o ambiente festivo e a decoração natalina contribuem para o aumento das vendas, somados ao horário estendido do comércio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário de Trabalho, Emprego, Renda e Desenvolvimento Econômico, Ed Carlo Michelin, também projeta crescimento de 5% nas vendas de Natal. Lojistas acompanham o otimismo, como destaca Alan Maia, gerente de uma loja do setor agropecuário, pesca e camping da região central, que prevê expansão de até 20% em comparação com 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Funcionamento do comércio em dezembro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O atendimento ampliado segue até 24 de dezembro. Entre os dias 15 e 23, de segunda a sexta-feira, o comércio funciona até as 22h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos dias 13 e 20 (sábados), as lojas atendem até as 18h, e nos dias 14 e 21 (domingos), o horário é das 10h às 16h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quarta-feira, 24 de dezembro, o funcionamento vai até as 18h. As lojas reabrem na sexta-feira, 26 de dezembro, a partir das 12h.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contratações temporárias seguem em alta na região</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O período também deve impactar o mercado de trabalho. A RMC projeta mais de 14.200 contratações temporárias, crescimento de 4,5% em relação a 2024. Em Sumaré, diversas vagas estão disponíveis no PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador), localizado na Rua Justino França, nº 143, no Jardim São Carlos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://tododia.com.br/cidades/comercio-de-sumare-projeta-crescimento-de-5-nas-vendas-de-fim-de-ano/">https://tododia.com.br/cidades/comercio-de-sumare-projeta-crescimento-de-5-nas-vendas-de-fim-de-ano/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>CNC projeta avanço de 1,81% para o varejo em 2025 e aceleração para 3,66% em 2026 após dados positivos da PMC</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/cnc-projeta-avanco-de-181-para-o-varejo-em-2025-e-aceleracao-para-366-em-2026-apos-dados-positivos-da-pmc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 17:36:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Com base nos números divulgados em 11 de dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes à Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de outubro, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta que o varejo restrito deve crescer 1,81% em 2025 e avançar 3,66% em 2026, indicando uma trajetória [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com base nos números divulgados em 11 de dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes à Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de outubro, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta que o varejo restrito deve crescer 1,81% em 2025 e avançar 3,66% em 2026, indicando uma trajetória de expansão mais consistente para o setor. As estimativas refletem um ambiente de consumo ainda moderado, mas com sinais claros de fortalecimento, à medida que a inflação segue controlada e a atividade econômica avança de forma gradual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, as previsões incorporam o comportamento mais favorável do varejo em outubro. “Os resultados reforçam a capacidade de resiliência do comércio. A recuperação tende a ganhar tração em 2025 e 2026, à medida que se dissipam os efeitos de choques recentes e o ambiente de consumo se torna mais previsível”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desempenho de outubro surpreende e sustenta projeções</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O varejo restrito cresceu 0,5% em outubro frente ao mês anterior, superando a expectativa de queda de 0,1% projetada pelo mercado e confirmando a estimativa da CNC. Apesar disso, o acumulado em 12 meses perdeu fôlego, passando de 2,1% em setembro para 1,7% em outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fim do tarifaço imposto pelos Estados Unidos sobre parte das exportações brasileiras reduz potenciais efeitos adversos na atividade doméstica, uma vez que as tarifas atingiam bens industriais com baixa transmissão ao varejo interno. Para o economista da CNC João Marcelo Costa, os fundamentos atuais explicam o dinamismo moderado do varejo. “A demanda por bens duráveis segue limitada pelo encarecimento do crédito, mas os segmentos menos dependentes de financiamento continuam sustentando o ritmo do varejo. A projeção para 2025 reflete essa dinâmica, enquanto 2026 deve registrar aceleração com a normalização progressiva das condições monetárias”, avalia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Varejo ampliado segue pressionado pelos juros</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O varejo ampliado registrou alta de 1,1% em outubro, mas não apresentou crescimento no acumulado em 12 meses. A estagnação reflete o impacto da taxa de juros de 15% ao ano, vigente desde o início do ciclo de aperto monetário em setembro de 2024. Setores sensíveis a financiamento, como veículos e materiais de construção, permanecem limitados pelo custo elevado do crédito ao consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, o setor automotivo avançou 3% em outubro, estimulando o varejo ampliado. A recomposição da demanda, somada à proximidade do período de fim de ano e às estratégias mais agressivas de concessionárias, contribuiu para o desempenho positivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estabilidade alimentar e avanço de combustíveis</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal grupo do varejo restrito, formado por hiper e supermercados, permaneceu estável no mês, refletindo a desaceleração da inflação de alimentos e bebidas, que registrou variação de apenas 0,01%, com quedas no arroz (–2,49%) e no leite longa vida (–1,88%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O volume de combustíveis e lubrificantes cresceu 1,4%, revertendo dois meses de queda. A recomposição da demanda, combinada à maior atividade logística típica do período, explica o avanço. Embora o diesel tenha recuado 0,46% no IPCA, gasolina, etanol e gás veicular registraram aumentos, contribuindo para maior estabilidade média de preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro avanço de destaque ocorreu no segmento de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+3,2%), bem como no de veículos, motocicletas, partes e peças (3%). O único recuo do varejo restrito foi observado em tecidos, vestuário e calçados (–1,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://portaldocomercio.org.br/publicacoes_posts/analise-cnc-da-pesquisa-mensal-de-comercio-pmc-outubro-de-2025/" data-type="link" data-id="https://portaldocomercio.org.br/publicacoes_posts/analise-cnc-da-pesquisa-mensal-de-comercio-pmc-outubro-de-2025/">Veja a análise completa</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://portaldocomercio.org.br/acoes-institucionais/cnc-projeta-avanco-de-181-para-o-varejo-em-2025-e-aceleracao-para-366-em-2026-apos-dados-positivos-da-pmc/">https://portaldocomercio.org.br/acoes-institucionais/cnc-projeta-avanco-de-181-para-o-varejo-em-2025-e-aceleracao-para-366-em-2026-apos-dados-positivos-da-pmc/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Com Natal e injeção de 13º, varejo paulista terá maior faturamento mensal da história, diz FecomercioSP</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/com-natal-e-injecao-de-13o-varejo-paulista-tera-maior-faturamento-mensal-da-historia-diz-fecomerciosp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 16:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o mercado de trabalho aquecido, a renda média em elevação e uma maior injeção de recursos do décimo terceiro salário em curso, o varejo paulista vai faturar 4% a mais em dezembro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2024. Se as projeções se confirmarem, o setor terá um faturamento de R$ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>Juros altos vão frear ímpeto maior dos consumidores, apesar de conjuntura apontar caminhos para compras, diante de inflação desacelerando e renda média em elevação</em></p>
</blockquote>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Com o mercado de trabalho aquecido, a renda média em elevação e uma maior injeção de recursos do décimo terceiro salário em curso, o varejo paulista vai faturar 4% a mais em dezembro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2024. Se as projeções se confirmarem, o setor terá um faturamento de R$ 149,7 bilhões no período — a maior receita para um único mês dentro da série da histórica, iniciada em janeiro de 2008.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De maneira intrigante, esse desempenho representará uma desaceleração em relação a dezembro passado, quando as receitas subiram 7,3% em relação a 2023, apontam os cálculos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Na capital, a projeção também é de um crescimento de 4% em dezembro, ritmo menor do que o de 2024, quando as vendas avançaram 6,8% em relação ao ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de crescimento prevista para o mês do Natal está muito próxima do que deve ser o resultado do varejo paulista no ano: a projeção da Federação é de alta de 5% nas vendas do setor em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da forte base de comparação, a desaceleração é resultado da conjuntura complexa do País, marcada tanto por elementos positivos como por impasses significativos. De um lado, há um mercado de trabalho aquecido (<a href="https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/11/desemprego-cai-para-5-4-trimestre-ate-outubro-o-menor-ja-registrado-na-serie-historica" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/11/desemprego-cai-para-5-4-trimestre-ate-outubro-o-menor-ja-registrado-na-serie-historica">o desemprego foi de 5,4% no trimestre encerrado em outubro, de acordo com o IBGE</a>), o que mantém o consumo e eleva a renda média (<a href="https://www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura/index.php/2025/12/" data-type="link" data-id="https://www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura/index.php/2025/12/">rendimentos do trabalho cresceram 4% no terceiro trimestre, segundo o Ipea</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De outro, os juros altos acabam desestimulando as compras, principalmente de bens duráveis, como veículos ou eletrodomésticos, que dependem de crédito e de parcelamento do pagamento. Além disso, a inflação segue acima do teto da meta, embora em desaceleração.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="913" height="543" src="https://investsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/image.png" alt="" class="wp-image-54576" srcset="https://investsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/image.png 913w, https://investsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/image-300x178.png 300w, https://investsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/image-768x457.png 768w" sizes="(max-width: 913px) 100vw, 913px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ceia e presentes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números de dezembro serão afetados, sobretudo, pela demanda pelos itens da ceia de Natal, proporcionando aos supermercados faturarem 6% a mais do que no mesmo mês do ano passado. Como esse segmento tem um peso relevante na própria composição do faturamento varejista, uma alta dessa magnitude joga o resultado para cima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ademais, a busca por presentes vai dinamizar alguns segmentos. Neste caso, as lojas de roupas e calçados serão as grandes beneficiadas, com a maior alta do mês (9%). Em números absolutos, será R$ 1,4 bilhão a mais de receitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FecomercioSP aponta que, além da procura por produtos para presentear, o maior fluxo de pessoas nas ruas e nos shoppings — associado aos resquícios de promoções da Black Friday — tende a sensibilizar muitos consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As farmácias e perfumarias também terão um bom desempenho (6%), seguindo a tendência de expansão, praticamente ininterrupta, do segmento nos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Entidade, é importante esperar que o varejo paulista tenha o melhor Natal da história em termos de faturamento, mas lembra da desaceleração no segundo semestre deste ano, o que indica que o próximo ano será desafiador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/com-natal-e-injecao-de-13o-varejo-paulista-tera-maior-faturamento-mensal-da-historia-diz-fecomerciosp">https://www.fecomercio.com.br/noticia/com-natal-e-injecao-de-13o-varejo-paulista-tera-maior-faturamento-mensal-da-historia-diz-fecomerciosp</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vendas do varejo paulista devem crescer 5% em 2025, diz FecomercioSP</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/vendas-do-varejo-paulista-devem-crescer-5-em-2025-diz-fecomerciosp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 18:45:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O varejo paulista deve fechar este ano com crescimento de 5% em relação a 2024. É o que prevê a FecomercioSP. Este crescimento, contudo, é menor que a variação de 9,3% observada em 2024 comparativamente a 2023. A entidade entende que essa desaceleração do comércio segue em paralelo à perda de ritmo da atividade econômica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>A alta é menor que a observada em 2024 (9,3%). A entidade destaca, entre outros fatores, os juros elevados, que prejudicam as compras de bens duráveis</em></p>
</blockquote>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O varejo paulista deve fechar este ano com crescimento de 5% em relação a 2024. É o que prevê a FecomercioSP. Este crescimento, contudo, é menor que a variação de 9,3% observada em 2024 comparativamente a 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade entende que essa desaceleração do comércio segue em paralelo à perda de ritmo da atividade econômica como um todo, em resposta à política monetária contracionista e que visa, justamente, arrefecer a economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A perda de força do varejo, de acordo com a FecomercioSP, ocorreu no segundo semestre, com retração de segmentos como o de automóveis, e também com ritmo mais lento de supermercados e lojas de roupas. &#8220;Apesar de positivo, o número sinaliza desaceleração do ritmo de vendas, em consonância com o desempenho da economia brasileira, sobretudo neste segundo semestre. Em 2024, as receitas do setor cresceram 9,3%, alcançando o faturamento bruto mais alto da série histórica, de R$ 1,42 trilhão&#8221;, dizem os técnicos da entidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Federação, essa projeção é resultado de uma conjuntura complexa, marcada por elementos positivos e, da mesma forma, por desafios relevantes com os quais o país deverá lidar no ano que se aproxima. Dentre os aspectos positivos, destacam-se, sobretudo, um mercado de trabalho aquecido, que mantém as famílias consumindo e melhora a renda média. Dados do Ipea apontam que os rendimentos do trabalho cresceram 4% no terceiro trimestre do ano em relação ao mesmo período de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É a dinâmica que fará o Brasil cumprir as expectativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, entre 2% e 2,5%. Além disso, a inflação começou uma curva de queda a partir do início do segundo semestre, embora ainda permaneça acima do teto da meta, de 4,5%&#8221;, afirma a entidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator de desestímulo às vendas, principalmente de bens duráveis, são os juros muito altos. A Selic está em 15% ao ano, no maior nível dos últimos 20 anos, posicionando o Brasil com o segundo no ranking de maiores taxas de juros reais do mundo (9,74%), abaixo apenas da Turquia (17,8%). Ademais, reiteram os economistas da FecomercioSP, as incertezas fiscais aumentam os riscos do ambiente de negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O fato de não haver um plano de corte de gastos robusto, além dos frequentes questionamentos de membros do governo e aliados sobre a redução da taxa de juros, traz muita volatilidade aos mercados, pressionando o câmbio e mantendo a expectativa de inflação em alta, e adiando o início do ciclo de queda dos juros&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://dcomercio.com.br/publicacao/s/vendas-do-varejo-paulista-devem-crescer-5-em-2025-diz-fecomerciosp">https://dcomercio.com.br/publicacao/s/vendas-do-varejo-paulista-devem-crescer-5-em-2025-diz-fecomerciosp</a></p>
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		<item>
		<title>São José: 24ª cidade do país em alta de faturamento de franquias</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/sao-jose-24a-cidade-do-pais-em-alta-de-faturamento-de-franquias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 18:16:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[São José dos Campos é a 24ª cidade do país em crescimento do faturamento de franquias, segundo o Ranking das 30 Cidades do Franchising Brasileiro em Faturamento, realizado pela ABF (Associação Brasileira de Franchising). Com dados referentes ao primeiro semestre deste ano frente ao de 2024, o estudo aponta um cenário de desenvolvimento econômico, fortalecimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">São José dos Campos é a 24ª cidade do país em crescimento do faturamento de franquias, segundo o Ranking das 30 Cidades do Franchising Brasileiro em Faturamento, realizado pela ABF (Associação Brasileira de Franchising).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com dados referentes ao primeiro semestre deste ano frente ao de 2024, o estudo aponta um cenário de desenvolvimento econômico, fortalecimento regional e adaptação dos modelos de negócio das redes às novas dinâmicas do consumo. De acordo com a entidade, as franquias já estão presentes em 69% dos municípios brasileiros, ante 61% no ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para identificar os mercados de maior porte, a ABF reuniu os dados das 30 maiores cidades por faturamento e então as ranqueou pelos maiores crescimentos nominais. O período de análise envolveu o primeiro semestre de 2025 frente a igual período do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as 30 cidades ranqueadas, há 16 capitais e 14 municípios, refletindo o avanço das franquias em cidades médias e o fortalecimento de polos regionais. Embora as capitais ainda concentrem 76% do faturamento, as não-capitais concentram 24% – sendo 12% do interior de São Paulo – com decréscimo de 5% das capitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porto Alegre (RS) lidera o ranking, com crescimento de 32,97% no faturamento das franquias no período pesquisado. Em segundo lugar aparece a primeira não-capital. Jundiaí, no interior de São Paulo, cresceu 29,26%, consolidada como polo logístico e empresarial, atraindo renda e profissionais qualificados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Santos, no litoral paulista, alcançou a terceira maior variação positiva, com alta de 19,51%, impulsionada pela alta do consumo com o crescimento do turismo e do setor imobiliário. A capital São Paulo vem na quarta posição, cuja variação positiva ficou em 14,64%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Florianópolis, capital de Santa Catarina, se destacou em quinto lugar, com faturamento 13,03% maior no período analisado, favorecida pelo crescimento do turismo de alto padrão e pelo avanço de negócios ligados à alimentação saudável e bem-estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fechando as ‘Top 10’ cidades com maior variação positiva no faturamento no período analisado, Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, ficou na 6ª colocação (+11,80%), seguida das capitais Cuiabá-MT (+11,75%), em 7º; Salvador-BA (+11,43%), em 8º; Belém-PA (+10,87), em 9º, e Manaus-AM (+10,69%), em 10º lugar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>São José.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A cidade de São José dos Campos aparece na 24ª posição do ranking, com faturamento de R$ 853,47 milhões no primeiro semestre de 2024 ante R$ 922,94 milhões em igual intervalo neste ano, um crescimento de 8,14%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cidade do Vale superou Sorocaba (25º), São Bernardo do Campo (26º), Ribeirão Preto (27º), Barueri (29º) e a fluminense Niterói (30º).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Tom Moreira Leite, presidente da ABF, os dados reforçam o dinamismo e a capilaridade do setor de franquias brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O franchising está cada vez mais conectado às transformações regionais e sociais do país. A interiorização e a diversificação geográfica das redes mostram que o setor acompanha as novas realidades do consumo e se adapta a diferentes contextos econômicos e culturais, promovendo a geração de empregos e renda e o desenvolvimento em todas as regiões do Brasil.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente da ABF, alguns fatores explicam essa descentralização do setor de franquias pelo Brasil. “O custo operacional mais competitivo, com aluguéis e encargos menores fora das capitais; mercados menos saturados, com maior espaço para consolidação de marcas; melhoria da infraestrutura e logística, impulsionada pela digitalização e novas rotas de distribuição; busca por qualidade de vida de empreendedores e investidores, que têm priorizado cidades médias e apoio de políticas locais, com incentivos fiscais e simplificação regulatória para atração de franquias são a meu ver alguns dos principais fatores que têm favorecido a interiorização das redes de franquias no País”, afirmou Leite.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diversificação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também mostra que o crescimento de formatos leves e híbridos — como quiosques, dark kitchens e microfranquias — tem sido decisivo para a entrada de marcas em mercados menores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a digitalização das operações, com e-commerce e delivery, vem ampliando o alcance das redes, reduzindo barreiras logísticas e permitindo que franquias atuem em regiões de menor densidade populacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Observando-se os segmentos, os Top 5 por variação positiva no faturamento no período analisado foram: Alimentação – Comércio e Distribuição (23%), Saúde, Beleza e Bem-Estar (15%), Limpeza e Conservação, Serviços Automotivos e Alimentação &#8211; Food Service (12%). Já entre os Top 5 segmentos por participação no faturamento dos municípios que compõem o ranking, destacaram-se: Saúde, Beleza e Bem-Estar (21%), Alimentação Food Service (20%), Serviços e Outros Negócios (12%), Alimentação Comércio e Distribuição e Moda (11%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://sampi.net.br/ovale/noticias/2939547/vale-do-paraiba/2025/10/sao-jose-24-cidade-do-pais-em-alta-de-faturamento-de-franquias">https://sampi.net.br/ovale/noticias/2939547/vale-do-paraiba/2025/10/sao-jose-24-cidade-do-pais-em-alta-de-faturamento-de-franquias</a></p>
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		<item>
		<title>Vendas do comércio sobem 3,5% em Ribeirão Preto</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/vendas-do-comercio-sobem-35-em-ribeirao-preto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 18:01:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
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					<description><![CDATA[As vendas do comércio varejista de Ribeirão Preto cresceram 3,5% em setembro na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foi registrada queda de 3,5% em relação a 2023. O resultado interrompe a sequência de duas baixas seguidas – houve retração de 0,9% em agosto e de 0,6% em julho, após cinco altas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>Comércio em alta: resultado interrompe sequência de duas baixas seguidas e traz otimismo a lojistas nesta reta final de 2025, com Black Friday e Natal</em></p>
</blockquote>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">As vendas do comércio varejista de Ribeirão Preto cresceram 3,5% em setembro na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foi registrada queda de 3,5% em relação a 2023. O resultado interrompe a sequência de duas baixas seguidas – houve retração de 0,9% em agosto e de 0,6% em julho, após cinco altas consecutivas, com elevação de 1,5% em fevereiro, 1% em março e abril, 1,5% em maio e 1,7% em junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Havia recuado 2% em janeiro e fechou 2024 com ganho de 4% em dezembro. A alta de 3,55% no mês passado foi puxada pelas venda do Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro. O setor fechou o ano passado com crescimento de 6,54%, ante elevação de apenas 0,72% em 2023 e ganho de 5,01% em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento é do Centro de Pesquisas do Varejo (CPV), mantido por Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão e Região (Sincovarp) e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL RP). “Setembro fechou acima da expectativa inicial e conseguiu recuperar a queda de vendas constatada em setembro de 2024”, analisa Diego Galli Alberto, pesquisador e coordenador do CPV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso também é forte evidência de que os empreendedores acreditam, cada vez mais, no potencial do Dia do Cliente para incrementar as vendas”, emenda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra leitura importante é de que “o consumidor continua cauteloso e, ao mesmo tempo, de olho nas promoções. Isso é o que mais acontece no Dia do Cliente, sendo uma abordagem parecida com a da Black Friday, mais voltada à uma compra de oportunidade com pagamento facilitado”, diz.<br><br><strong><em>Empregabilidade – </em></strong>Em setembro, a variação entre vagas de trabalho abertas e fechadas, no varejo local, teve redução de -2%, apontando para uma estabilidade, na comparação com o mesmo período de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse resultado já era esperado. Vale lembrar que a partir da segunda quinzena de outubro começa a movimentação para as contratações temporárias de fim de ano. Mais uma vez a tendência é de que os empreendedores segurem, ao máximo, as novas contratações até mais perto da Black Friday. Muitos contarão com as equipes que já possuem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mutirões de empregabilidade, realizados por Sincovarp, CDL RP e entidades parceiras, vão ajudar na missão de preencher as vagas disponíveis, observa Galli.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Índice de Confiança –</strong></em> Considerando uma escala de 1 a 5 pontos, em que 1 significa “muito pessimista” e 5 “muito otimista”, o Índice de Confiança do Varejo Sincovarp/CDL RP de curto prazo (sempre olhando para os três meses seguintes), ficou em 2,8 pontos em setembro (acima dos 2,6 de agosto), considerado regular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O longo prazo (doze meses) está em 3,0 pontos (contra 2,3 do período anterior), considerado de regular a otimista.<br><br><em><strong>Fatores macroeconômicos –</strong></em> A pressão inflacionária perdeu um pouco de força, no entanto, não o suficiente para evitar preocupações com o cenário macroeconômico nesse fim de ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os níveis de inadimplência e de endividamento das famílias continuam altos”, diz Agalli. “A taxa de juros permanece em 15% ao ano e assim deve continuar até dezembro. Esse conjunto de fatores encarece o crédito e prejudica o poder de compra do consumidor”, afirma Diego Galli Alberto que finaliza projetando esse último trimestre (outubro, novembro e dezembro) como decisivo para o Comércio Varejista, em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Empreendedores e empreendedoras precisam caprichar no planejamento para Black Friday e Natal, sabendo que o consumidor segue cauteloso e valorizando as promoções. A grande maioria fará pesquisas na internet e nas lojas físicas, comparando preços de um ambiente com o outro, para, aí sim, decidir o que e onde vão comprar. Agora é a hora de pensar ‘fora da caixa’. Quem se diferenciar da concorrência terá o melhor resultado!”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.tribunaribeirao.com.br/vendas-do-comercio-sobem-35-em-rp/">https://www.tribunaribeirao.com.br/vendas-do-comercio-sobem-35-em-rp/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comércio varia 0,2% em agosto e interrompe quatro meses de taxas negativas</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/comercio-varia-02-em-agosto-e-interrompe-quatro-meses-de-taxas-negativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 17:29:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As vendas do comércio variaram 0,2% em agosto, na comparação com julho, interrompendo sequência de quatro resultados negativos. Em relação a agosto de 2024, o resultado positivo (0,4%) é o quinto consecutivo. No ano, o varejo acumulou crescimento de 1,6%. O acumulado em 12 meses foi de 2,2%, a menor taxa de crescimento desde janeiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As vendas do comércio variaram 0,2% em agosto, na comparação com julho, interrompendo sequência de quatro resultados negativos. Em relação a agosto de 2024, o resultado positivo (0,4%) é o quinto consecutivo. No ano, o varejo acumulou crescimento de 1,6%. O acumulado em 12 meses foi de 2,2%, a menor taxa de crescimento desde janeiro de 2024, apesar de ser o 35º resultado positivo do varejo nesta comparação: o último mês a registrar um resultado negativo foi setembro de 2022 (-0,7%). Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (15), pelo IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No comércio varejista ampliado, que inclui Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas cresceu 0,9% em agosto na comparação com julho. Frente a agosto de 2024, houve queda de 2,1%, completando três meses de perdas. No ano e em 12 meses, o varejo ampliado acumula -0,4% e 0,7%, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O gerente da pesquisa, Cristiano Santos, explica que o comércio apresenta cenário de sustentação de uma base ainda alta, já que março é o pico da série com ajuste sazonal. “Temos que lembrar que são cinco meses consecutivos com variações muito baixas, muito próximas de zero, tanto pra cima quanto pra baixo. O que muda é que a sequência de quatro variações pequenas, mas com viés de baixa, já estava fazendo uma diferença para o pico da série de março, em termos de patamar. Assim, com a entrada de agosto, observamos que essa diferença para de aumentar”, comenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa mostra que houve taxas positivas na passagem de julho para agosto em cinco dos oito setores. Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (4,9%), Tecidos, vestuário e calçados (1,0%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,7%) foram os três setores responsáveis pela taxa positiva de agosto. As duas outras taxas positivas foram em Móveis e eletrodomésticos (0,4%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,4%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os produtos de informática tiveram forte influência do dólar, em franca desvalorização em agosto”, explica Cristiano. Já o setor de Tecidos, vestuário e calçados tem recuperação em agosto, após queda em julho, principalmente por conta de vestuário, mas com ganhos também em calçados. O setor de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria cresce pelo segundo mês consecutivo, com maior influência do subsetor de produtos de higiene pessoal e cosméticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já as taxas negativas ficaram por conta de Livros, jornais, revistas e papelaria (-2,1%), Combustíveis e lubrificantes (-0,6%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,5%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No comércio varejista ampliado, Veículos e motos, partes e peças teve alta de 2,3% enquanto Material de construção variou 0,1%. Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo não possui divulgação nessa comparação por não apresentar número suficiente de meses para ser submetida à modelagem de ajuste sazonal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Seis das oito atividades tiveram resultados positivos frente a agosto de 2024</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação interanual, o varejo registra crescimento pelo quinto mês consecutivo. Os destaques ficam por conta de três setores, que somaram, cada um, 0,2 ponto percentual ao total de 0,4% do varejo. O primeiro, Móveis e eletrodomésticos (2,7%), mostra manutenção do ritmo de crescimento. “Temos uma trajetória de recuperação robusta, após um ano de 2024 mais acanhado”, comenta Cristiano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, vem o setor de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,3%), somando trinta meses de crescimento. Cristiano avalia que é um setor de muita força: É o que mais cresce, dentre todos, há mais de dois anos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O terceiro destaque fica por conta de Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,1%), que completa cinco meses consecutivos de resultados positivos, após queda de 6,2% em março de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As demais taxas positivas foram Tecidos, vestuário e calçados (0,7%), Livros, jornais, revistas e papelaria (0,5%) e Combustíveis e lubrificantes (0,4%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor de Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com -0,5% na comparação interanual, vem registrando variações próximas de zero nos últimos quatro meses: 0,5% em maio, -0,3% em junho e 0,4% em julho. “No ano, o cenário é de ganhos, mas decrescentes: 2,0% até abril, 1,7% até maio, 1,4% até junho, 1,2% até julho e 1,0% até agosto”, aponta Cristiano. “O mesmo se dá para o acumulado dos últimos 12 meses, que sai de 3,4% até abril para 1,5% até agosto de 2025, menor taxa observada na comparação do acumulado de 12 meses desde fevereiro de 2023 (1,5%)”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A outra variação negativa ocorreu no setor de Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, com perda de 0,7%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No varejo ampliado, as três atividades adicionais apresentaram queda. Veículos e motos, partes e peças (-7,7%) teve a maior influência na composição global da taxa, somando -1,4 p.p. ao total de -2,1% do ampliado, e registra três meses seguidos de queda. Material de construção (-6,1%) registrou a terceira queda consecutiva e Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,9%) teve queda, no indicador interanual, pelo 13º mês consecutivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comércio varejista tem taxas positivas em 16 das 27 unidades da federação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na passagem de julho para agosto de 2025, na série com ajuste sazonal, o varejo teve resultados positivos em 16 das 27 unidades da federação, com destaque para Rio Grande do Norte (2,6%), Maranhão (2,5%) e Paraíba (1,9%). Pelo lado negativo, figuram 11 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Amapá (-4,3%), Rondônia (-1,5%) e Espírito Santo (-1,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Rio Grande do Norte apresentou a oitava taxa positiva consecutiva, sendo a mais intensa entre estas. Cristiano comenta que o destaque vai para o setor de Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo. “Uma das grandes contribuições neste caso vem da expansão do número de estabelecimentos, com aumento equivalente da receita sendo observado a partir de agosto”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o Maranhão registra a terceira alta consecutiva, após 0,5% em junho e 0,1% em julho, por conta das promoções em Hiper e supermercados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No comércio varejista ampliado, a variação entre julho e agosto de 2025 teve resultados positivos em 13 das 27 unidades da federação, com destaque para: Goiás (4,8%), Maranhão (2,3%) e Rio Grande do Norte (2,2%). Pelo lado negativo, estão 13 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Amapá (-4,8%), Rondônia (-2,9%) e Amazonas (-2,5%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Goiás (4,8%) apresentou a terceira alta consecutiva, após 0,5% em junho e 1,4% em julho. A principal contribuição positiva foi o setor de Veículos, motocicletas, partes e peças. Já o Maranhão (2,3%), segundo Cristiano, mesmo considerando o varejo ampliado, o principal efeito vem do setor de Hiper e supermercados, tanto pelo peso quanto pelo crescimento em si. O setor de Veículos, motocicletas, partes e peças também teve participação positiva no resultado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Frente a agosto de 2024, o comércio varejista apresentou resultados positivos em 16 das 27 unidades da federação, com destaque para: Rio Grande do Norte (7,3%), Maranhão (4,3%) e Paraíba (4,0%). Do lado negativo constam 11 taxas, com destaque para Tocantins (-9,2%), Piauí (-4,2%) e Roraima (-2,1%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No varejo ampliado, a variação no volume de vendas foi de -2,1% com resultados negativos em 16 das 27 unidades da federação, com destaque para: Piauí (-5,3%), São Paulo (-4,3%) e Minas Gerais (-3,8%). Do lado positivo são 11 resultados regionais, com destaque para Mato Grosso (6,1%), Acre (3,2%) e Maranhão (2,9%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mais sobre a pesquisa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A PMC produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no país, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado (automóveis e materiais de construção) para o Brasil e Unidades da Federação. Os resultados podem ser consultados no Sidra. A próxima divulgação da PMC, com os resultados para setembro de 2025, será em 13 de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/44786-comercio-varia-0-2-em-agosto-e-interrompe-quatro-meses-de-taxas-negativas">https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/44786-comercio-varia-0-2-em-agosto-e-interrompe-quatro-meses-de-taxas-negativas</a></p>
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		<title>Varejo cresce 0,90% em 2025 e deve avançar 2,08% em 2026</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/varejo-cresce-090-em-2025-e-deve-avancar-208-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 17:31:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://investsp.org.br/?p=53306</guid>

					<description><![CDATA[O varejo cresceu 0,90% em 2025, segundo dados do Indicador de Tendência de Consumo e Varejo (ITCV), do Centro de Excelência em Varejo da Fundação Getulio Vargas (FGVcev). O levantamento aponta um cenário ainda mais favorável para 2026, com estimativa de alta de 2,08%. O indicador é calculado a partir de uma média ponderada das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>Indicador da FGVcev mostra resiliência do consumo, com crédito em expansão e desemprego em queda</em></p>
</blockquote>
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<p class="wp-block-paragraph">O varejo cresceu 0,90% em 2025, segundo dados do Indicador de Tendência de Consumo e Varejo (ITCV), do Centro de Excelência em Varejo da Fundação Getulio Vargas (<a href="https://cev.fgv.br/" data-type="link" data-id="https://cev.fgv.br/">FGVcev</a>). O levantamento aponta um cenário ainda mais favorável para 2026, com estimativa de alta de 2,08%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O indicador é calculado a partir de uma média ponderada das principais variáveis macroeconômicas que influenciam o setor: evolução da massa de renda das famílias, crédito à pessoa física (deflacionado pelo IPCA), confiança dos consumidores (FGV IBRE) e nível de endividamento das famílias — que mostra o residual da renda em relação ao comprometimento com dívidas (principal e juros).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da resiliência do mercado de trabalho, o ITCV projeta que a taxa de desemprego encerre 2025 em 5,2%. Para 2026, a estimativa é de 5,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crédito à pessoa física, em termos reais (deflacionado pelo IPCA), tem apresentado crescimento expressivo nos últimos cinco anos, com acréscimo superior a R$ 1 trilhão em valores de agosto de 2024 — equivalente a cinco pontos percentuais do PIB —, alcançando 33% em agosto passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para 2025, o ITCV projeta avanço de 5,47% no crédito à pessoa física. Em 2026, a expansão deve chegar a 6,44%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://mercadoeconsumo.com.br/29/09/2025/noticias-varejo/varejo-cresce-090-em-2025-e-deve-avancar-208-em-2026/">https://mercadoeconsumo.com.br/29/09/2025/noticias-varejo/varejo-cresce-090-em-2025-e-deve-avancar-208-em-2026/</a></p>
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