<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Agronegócio &#8211; InvestSP</title>
	<atom:link href="https://investsp.org.br/noticias/tag/agronegocio/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://investsp.org.br</link>
	<description>Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Jul 2026 12:25:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.2</generator>

<image>
	<url>https://investsp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/favicon-150x150.png</url>
	<title>Agronegócio &#8211; InvestSP</title>
	<link>https://investsp.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Governo de SP lança Rotas da Cerveja e fortalece cadeia produtiva em 55 municípios</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/governo-de-sp-lanca-rotas-da-cerveja-e-fortalece-cadeia-produtiva-em-55-municipios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 12:25:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://investsp.org.br/?p=57030</guid>

					<description><![CDATA[Iniciativa reúne 107 cervejarias, impulsiona o turismo de experiência e reforça a liderança paulista na produção e exportação de cervejas O Governo de São Paulo lançou, nesta quarta-feira (1º), as Rotas da Cerveja de São Paulo, iniciativa que fortalece a cadeia produtiva cervejeira, amplia a promoção dos produtores paulistas e impulsiona o turismo de experiência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Iniciativa reúne 107 cervejarias, impulsiona o turismo de experiência e reforça a liderança paulista na produção e exportação de cervejas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Governo de São Paulo lançou, nesta quarta-feira (1º), as Rotas da Cerveja de São Paulo, iniciativa que fortalece a cadeia produtiva cervejeira, amplia a promoção dos produtores paulistas e impulsiona o turismo de experiência no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvido em parceria entre as Secretarias de Agricultura e Abastecimento, Turismo e Viagens, Desenvolvimento Econômico, Casa Civil e a InvestSP, o projeto passa a integrar o programa Rotas de São Paulo, ao lado das rotas do Vinho, Café, Queijo e Cachaça, que promovem itinerários de experiências gastronômicas e valorizam a produção e o desenvolvimento de suas cadeias produtivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova rota reúne 107 cervejarias distribuídas em sete roteiros temáticos, 20 destinos cervejeiros e 55 municípios paulistas. O percurso conecta produção, gastronomia, cultura e identidade regional, aproximando consumidores dos empreendimentos e estimulando a circulação de visitantes por diferentes regiões do estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O turismo de experiência é um forte aliado para as economias locais e regionais. As Rotas da Cerveja reconhecem mais uma cadeia produtiva do nosso estado e vêm para integrar um grande projeto iniciado em 2024, com as Rotas do Vinho. Desde então, há uma sinergia entre as secretarias, junto com os produtores, para conectar os turistas aos empreendimentos e seus produtos e, assim, evidenciar o que temos de melhor no nosso território”, afirma a secretária de Turismo e Viagens, Ana Biselli.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As Rotas da Cerveja de São Paulo são compostas pelos roteiros Noroeste Paulista, Mogiana Paulista, Campinas e Região Metropolitana, Circuito das Águas e Frutas, Serra do Itaqueri, Cuesta e Centro Paulista, Sorocaba e Região e Capital e Região Metropolitana, além dos Destinos Cervejeiros e de Negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta fortalece toda a cadeia produtiva do setor, desde os fornecedores de insumos e equipamentos até a rede de comércio e serviços das regiões impactadas, com mais hospedagens, bares, restaurantes e demais atividades econômicas ligadas ao segmento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“São Paulo tem enorme potencial na produção cervejeira. As Rotas da Cerveja fortalecem essa cadeia produtiva, aproximam produtores, estimulam investimentos e ampliam oportunidades de negócios. O resultado é mais emprego, renda e desenvolvimento regional para os municípios paulistas”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jorge Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como complemento à iniciativa, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico reconheceu, por meio do programa SP Produz, sete Cadeias Produtivas Locais (CPLs) ligadas ao setor cervejeiro. As cadeias contemplam a produção de cerveja, o cultivo de lúpulo e a fabricação de equipamentos para o setor em diferentes regiões do estado. Duas dessas CPLs já receberam R$ 1,5 milhão em investimentos por meio dos editais de fomento do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apoio para expansão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A InvestSP também apoia empresas paulistas interessadas em expandir seus negócios e acessar novos mercados internacionais. São Paulo lidera as exportações brasileiras de cerveja, respondendo por 77,7% do valor exportado pelo país. Em 2025, as vendas externas alcançaram US$ 169,7 milhões, alta de 8,42% em relação ao ano anterior, com destaque para Paraguai, Bolívia, Uruguai, Chile e Argentina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O roteiro contempla diferentes regiões do Estado, reunindo microcervejarias, cervejarias, brewpubs, bares especializados e empreendimentos que oferecem visitas guiadas, degustações, harmonizações gastronômicas e experiências ligadas à cultura cervejeira. A proposta também evidencia a diversidade da produção paulista e o potencial das regiões para receber visitantes interessados em conhecer de perto os processos produtivos e a identidade de cada território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A cerveja autoral paulista começa no campo e movimenta uma cadeia de alto valor agregado. Com essa quinta rota, o Estado atua no que realmente importa: estruturar o setor, integrar os territórios e abrir mercado para a agroindústria. É uma iniciativa prática para tirar o produtor do isolamento e transformar a identidade agrícola local em desenvolvimento econômico real, sem burocracia”, afirma o secretário de Agricultura e Abastecimento, Geraldo Melo Filho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São Paulo concentra o maior número de cervejarias registradas do Brasil, com 427 estabelecimentos, o equivalente a cerca de 22% do total nacional. O estado também se destaca pela infraestrutura, capacidade de distribuição e pela criação de polos regionais que integram produção, gastronomia e turismo. Ao reunir esses empreendimentos em roteiros estruturados, as Rotas da Cerveja ampliam a visibilidade da produção paulista e fortalecem a conexão entre agricultura, turismo e desenvolvimento regional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cenário do mercado cervejeiro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil está entre os três maiores produtores de cerveja do mundo, com 15,3 bilhões de litros por ano, atrás apenas da China e dos Estados Unidos. Em 2025, o país alcançou 1.954 cervejarias registradas, o maior número da série histórica, segundo o Anuário da Cerveja do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/governo-de-sp-lanca-rotas-da-cerveja/">https://www.agenciasp.sp.gov.br/governo-de-sp-lanca-rotas-da-cerveja/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rotas de São Paulo impulsionam economia regional e ampliam turismo de experiência</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/rotas-de-sao-paulo-impulsionam-economia-regional-e-ampliam-turismo-de-experiencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 18:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://investsp.org.br/?p=56915</guid>

					<description><![CDATA[Rotas do Café, do Queijo e do Vinho registram alta em faturamento, fluxo de turistas e investimentos As Rotas de São Paulo consolidaram-se como importantes indutoras do desenvolvimento turístico e econômico regional. De acordo com levantamento realizado pelo Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), vinculado à Secretaria de Turismo e Viagens do Estado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Rotas do Café, do Queijo e do Vinho registram alta em faturamento, fluxo de turistas e investimentos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">As Rotas de São Paulo consolidaram-se como importantes indutoras do desenvolvimento turístico e econômico regional. De acordo com levantamento realizado pelo Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), vinculado à Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP), as iniciativas das Rotas do Café, do Queijo e do Vinho geraram, no último ano, impactos positivos para a maioria dos empreendimentos participantes, com aumento no fluxo de visitantes, crescimento do faturamento, geração de empregos e investimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados fazem parte da primeira edição da “Sondagem de Desempenho e Perfil das Rotas Gastronômicas do Estado de São Paulo”, publicada no primeiro trimestre deste ano (2026). O balanço positivo dos relatórios revela que, aproximadamente, 50% dos empreendimentos participantes informaram ter realizado melhorias na infraestrutura física, ampliado áreas de atendimento ou criado novas atrações de lazer para os visitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos ganhos econômicos, os resultados demonstram o fortalecimento do turismo de experiência, valorizando produtos artesanais, a identidade regional e a permanência dos visitantes nos destinos. Veja abaixo, o desempenho de cada rota:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rotas do Café lideram crescimento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cheirinho do café atraiu gente para perto. Veio pela memória, pelo afeto e pela curiosidade, conduzindo visitantes por estradas, fazendas e histórias que transformam as Rotas do Café em uma das experiências turísticas mais bem-sucedidas do estado. Entre as iniciativas avaliadas, foi a que apresentou os indicadores mais expressivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pesquisa, 80% dos proprietários afirmaram que a participação na rota gerou impactos positivos para os negócios. O número médio de visitantes cresceu 37,25% em 2025, alcançando uma marca de 20,5 pessoas por dia nos estabelecimentos da rota durante os períodos de maior movimento. Já o faturamento registrou alta média de 35,75%. O gasto médio do turista da Rotas do Café foi de R$ 199,29, nos meses de maior movimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento também mostra que as Rotas do Café possuem um perfil de público diversificado. Os viajantes internacionais representam 24% do total, enquanto turistas vindos de outras cidades paulistas correspondem a 29%, seguidos por visitantes de outros estados brasileiros (26%) e aqueles vindo da capital paulista (21%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rotas do Queijo fortalecem produção artesanal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Atrás de cada casca dourada e de cada cura, há as mãos de famílias que transformaram o queijo artesanal em um convite para desacelerar e partilhar. Os resultados da sondagem anual demonstram o fortalecimento das propriedades ligadas à produção queijeira. Sendo os meses de dezembro, julho, janeiro e junho os com maior volume de visitação, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados das Rotas do Queijo mostram que para 74% dos empreendimentos participantes, a iniciativa trouxe impactos positivos, com aumento médio de 41,8% no fluxo de visitantes – o maior crescimento registrado entre as três rotas analisadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reflexo financeiro também foi significativo, com crescimento médio de 27,2% no faturamento dos estabelecimentos. O público é predominantemente estadual: 41% dos visitantes vêm de outras cidades do Estado de São Paulo, seguido por turistas da capital (26%), de outros estados brasileiros (22%) e do exterior (11%). O gasto médio dos viajantes, por dia, foi de R$ 123,94, nos meses de maior movimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rotas do Vinho ampliam visibilidade do enoturismo paulista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas estradas do interior paulista, o aroma das vinícolas convida para uma experiência que transforma curiosidade em destino. Nas Rotas do Vinho, 57% das vinícolas integradas ao programa relataram impactos positivos. O número médio de visitantes aumentou 15,9%, enquanto o faturamento registrou crescimento médio de 12,4% e o gasto médio por pessoa foi de R$ 185,80, por dia, nos meses de maior movimento. Cerca de 184 turistas estiveram, por dia, nos estabelecimentos. Os meses de julho, junho, agosto e maio foram os que apresentaram maior volume de visitação, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As Rotas do Vinho vão além da produção: revelam que cada garrafa não carrega apenas uva, mas o território, histórias e o trabalho de quem faz do vinho um convite à celebração, ao encontro, à pausa. Embora os índices sejam mais moderados em comparação com as demais, o levantamento aponta avanço para o enoturismo paulista, especialmente na atração de públicos diversificados. Os visitantes provenientes de outras cidades do Estado representam 30% do total, seguidos pelos turistas da capital paulista (29%), de outros estados brasileiros (24%) e internacionais (17%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da demanda tem incentivado investimentos em experiências de visitação, degustações, eventos e melhorias na estrutura das vinícolas, além de ampliar a competitividade do setor. O balanço completo do CIET já está disponível para <a href="https://plataforma.turismo.sp.gov.br/categoria/400" data-type="link" data-id="https://plataforma.turismo.sp.gov.br/categoria/400">download</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para saber mais sobre as Rotas de São Paulo acesse: <a href="https://www.rotasdesp.sp.gov.br/rotasdesp">https://www.rotasdesp.sp.gov.br/rotasdesp</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/rotas-de-sao-paulo-impulsionam-economia-regional-e-ampliam-turismo-de-experiencia/">https://www.agenciasp.sp.gov.br/rotas-de-sao-paulo-impulsionam-economia-regional-e-ampliam-turismo-de-experiencia/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil passará a exportar novos produtos para China e Panamá</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/brasil-passara-a-exportar-novos-produtos-para-china-e-panama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 15:04:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://investsp.org.br/?p=56900</guid>

					<description><![CDATA[Aberturas de mercado são para polpas de frutas e frutas congeladas, além de sementes de coco e de café O Brasil concluiu negociações sanitárias para exportar novos produtos para a China e para o Panamá. O gigante asiático passará a importar polpas de frutas e frutas congeladas, abertura de mercado que tende a agregar valor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Aberturas de mercado são para polpas de frutas e frutas congeladas, além de sementes de coco e de café</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil concluiu negociações sanitárias para exportar novos produtos para a China e para o Panamá. O gigante asiático passará a importar polpas de frutas e frutas congeladas, abertura de mercado que tende a agregar valor e ampliar oportunidades para a fruticultura nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, as exportações agropecuárias brasileiras para o país superaram US$ 55 bilhões, com destaque para proteínas animais, produtos do complexo soja e produtos florestais. Trata-se do maior parceiro comercial do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o Panamá concedeu autorização para a compra de sementes de coco e de café. O país da América Central importou aproximadamente US$ 100 milhões em produtos agropecuários brasileiros no ano passado, em especial produtos florestais, café, cereais, farinhas e preparações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esses anúncios, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE) atingem a marca de 642 aberturas de mercado para o agronegócio brasileiro desde o início de 2023, começo de mandato do presidente Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/agricultura/brasil-passara-a-exportar-novos-produtos-para-china-e-panama/">https://www.canalrural.com.br/agricultura/brasil-passara-a-exportar-novos-produtos-para-china-e-panama/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Superávit do agro paulista registra mais de US$ 8 bilhões em cinco meses</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/superavit-do-agro-paulista-registra-mais-de-us-8-bilhoes-em-cinco-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 18:36:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://investsp.org.br/?p=56836</guid>

					<description><![CDATA[O complexo sucroalcooleiro foi responsável por 21,3% do total exportado pelo agro paulista, totalizando US$ 2,3 bilhões O agronegócio paulista registrou superávit de US$ 8,37 bilhões nos cinco primeiros meses de 2026. O resultado foi impulsionado por exportações que somaram US$ 10,85 bilhões, frente a importações de US$ 2,48 bilhões. No período, o setor respondeu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>O complexo sucroalcooleiro foi responsável por 21,3% do total exportado pelo agro paulista, totalizando US$ 2,3 bilhões</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O agronegócio paulista registrou superávit de US$ 8,37 bilhões nos cinco primeiros meses de 2026. O resultado foi impulsionado por exportações que somaram US$ 10,85 bilhões, frente a importações de US$ 2,48 bilhões. No período, o setor respondeu por 38,5% do total das exportações do estado de São Paulo, enquanto as importações do agronegócio representaram 6,9% do total estadual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Geraldo Melo Filho, o resultado demonstra a capacidade do setor de manter e ampliar sua participação nos mercados internacionais mesmo em um ambiente menos favorável para os preços agrícolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando o preço cai e o volume cresce, o mérito está mais dentro da porteira do que em um momento favorável de mercado, que de fato não está acontecendo praticamente para nenhuma cadeia. Esse é um diferencial do agro paulista. Mesmo diante da redução das cotações internacionais de importantes commodities, o setor ampliou o volume exportado e manteve um superávit superior a US$ 8 bilhões. É um resultado que reflete produtividade, tecnologia e a capacidade dos produtores paulistas de seguir atendendo mercados cada vez mais exigentes.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da redução de 3,2% no valor exportado, em comparação com o mesmo período do ano passado, o volume embarcado cresceu 5,2%, aponta o diretor da APTA, Carlos Nabil Ghobril. “Isso mostra que o agronegócio paulista continua vendendo mais produtos ao exterior. O principal impacto veio da queda dos preços internacionais de commodities importantes, como açúcar e suco de laranja”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Principais produtos exportados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O complexo sucroalcooleiro foi responsável por 21,3% do total exportado pelo agro paulista, totalizando US$ 2,3 bilhões. Deste total, o açúcar representou 95,1% e o álcool etílico, etanol, 4,9%. O setor de carnes veio logo em seguida, com 17,0% das vendas externas do setor, totalizando US$ 1,8 bilhão, com a carne bovina respondendo por 83,5%. O complexo soja teve participação de 14,3% do total exportado, registrando US$ 1,05 bilhão, 84,3% referentes à soja em grão e 10,7% de farelo de soja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produtos florestais representaram 13,0% do valor exportado, com US$ 1,4 bilhão, com 65,1% de celulose e 28,8% de papel. Os sucos responderam por 7,5% de participação, somando US$ 813,2 milhões, dos quais 96,3% são referentes ao suco de laranja. Esses cinco grupos representaram, em conjunto, 73,1% das exportações do agronegócio paulista. O café ocupa a sexta posição, com 6,4% de participação na pauta de exportações, somando US$ 689,2 milhões, 67,9% referentes ao café verde e 27,4% de café solúvel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As variações nos valores exportados, em comparação com o mesmo período do ano passado, apontaram aumentos nas vendas dos grupos de carnes (+20,1%), complexo soja (+17,4%) e produtos florestais (+12,7%), além de quedas nos grupos de sucos (-39,3%), sucroalcooleiro (-16,6%) e café (-16,5%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para José Alberto Ângelo, pesquisador do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), os produtos florestais seguem entre os destaques da pauta exportadora, impulsionados por uma demanda internacional aquecida por celulose.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Principais destinos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A China segue sendo o principal destino das exportações, com 27,8% de participação, adquirindo principalmente produtos do complexo soja, carnes, florestais e fibras têxteis. A União Europeia aparece em seguida, com 14,7% de participação, enquanto os Estados Unidos responderam por 10,2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Participação no agro nacional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No cenário nacional, o agronegócio paulista ocupa o segundo lugar no ranking de exportações, com 15,4% de participação, logo atrás de Mato Grosso (20,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cenário futuro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor da entidade acredita que o comércio exterior segue cercado de incertezas, influenciado por fatores como preços internacionais, custos logísticos e cenário geopolítico, mas que ainda assim, há expectativa de fortalecimento das exportações de açúcar ao longo do segundo semestre: “A restrição das exportações indianas pode abrir oportunidades adicionais para o açúcar brasileiro em mercados estratégicos, especialmente na Ásia”, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>APTA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (APTA) é o órgão responsável por coordenar as atividades de pesquisa científica da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Em sua estrutura estão presentes sete Instituições de Ciência e Tecnologia, com unidades distribuídas por todas as regiões do estado: Instituto Agronômico (IAC), Instituto Biológico (IB), Instituto de Economia Agrícola (IEA), Instituto de Pesca (IP), Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), Instituto de Zootecnia (IZ) e Apta Regional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/agro-paulista-amplia-exportacoes-5/">https://www.agenciasp.sp.gov.br/agro-paulista-amplia-exportacoes-5/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agro paulista amplia exportações em 5%, mesmo diante dos desafios globais</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/agro-paulista-amplia-exportacoes-em-5-mesmo-diante-dos-desafios-globais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:43:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://investsp.org.br/?p=56828</guid>

					<description><![CDATA[Superávit do agro paulista registra US$ 8,37 bilhões de janeiro a maio de 2026 Nos cinco primeiros meses de 2026, o agronegócio paulista registrou superávit de US$ 8,37 bilhões. O resultado foi impulsionado por exportações que somaram US$ 10,85 bilhões, frente a importações de US$ 2,48 bilhões. No período, o setor respondeu por 38,5% do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Superávit do agro paulista registra US$ 8,37 bilhões de janeiro a maio de 2026</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos cinco primeiros meses de 2026, o agronegócio paulista registrou superávit de US$ 8,37 bilhões. O resultado foi impulsionado por exportações que somaram US$ 10,85 bilhões, frente a importações de US$ 2,48 bilhões. No período, o setor respondeu por 38,5% do total das exportações do Estado de São Paulo, enquanto as importações do agronegócio representaram 6,9% do total estadual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Geraldo Melo Filho, o resultado demonstra a capacidade do setor de manter e ampliar sua participação nos mercados internacionais mesmo em um ambiente menos favorável para os preços agrícolas. “Quando o preço cai e o volume cresce, o mérito está mais dentro da porteira do que em um momento favorável de mercado, que de fato não está acontecendo praticamente para nenhuma cadeia. Esse é um diferencial do agro paulista. Mesmo diante da redução das cotações internacionais de importantes commodities, o setor ampliou o volume exportado e manteve um superávit superior a US$ 8 bilhões. É um resultado que reflete produtividade, tecnologia e a capacidade dos produtores paulistas de seguir atendendo mercados cada vez mais exigentes.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da redução de 3,2% no valor exportado, em comparação com o mesmo período do ano passado, o volume embarcado cresceu 5,2%, aponta o diretor da APTA, Carlos Nabil Ghobril. “Isso mostra que o agronegócio paulista continua vendendo mais produtos ao exterior. O principal impacto veio da queda dos preços internacionais de commodities importantes, como açúcar e suco de laranja”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PRINCIPAIS PRODUTOS EXPORTADOS PELO AGRO DE SP</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O complexo sucroalcooleiro foi responsável por 21,3% do total exportado pelo agro paulista, totalizando US$2,3 bilhões. Deste total, o açúcar representou 95,1% e o álcool etílico, etanol, 4,9%. O setor de carnes veio logo em seguida com 17,0% das vendas externas do setor, totalizando US$1,8 bilhão, com a carne bovina respondendo por 83,5%. O complexo soja teve participação de 14,3% do total exportado, registrando US$1,05 bilhão, 84,3% referentes à soja em grão e 10,7% de farelo de soja. Produtos florestais representaram 13,0% do valor exportado, com US$1,4 bilhão, com 65,1% de celulose e 28,8% de papel. Os sucos responderam por 7,5% de participação, somando US$813,2 milhões, dos quais 96,3% são referentes ao suco de laranja. Esses cinco grupos representaram, em conjunto, 73,1% das exportações do agronegócio paulista. O café ocupa a sexta posição, com 6,4% de participação na pauta de exportações, somando US$689,2 milhões, 67,9% referentes ao café verde e 27,4% de café solúvel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As variações nos valores exportados, em comparação com o mesmo período do ano passado, apontaram aumentos nas vendas dos grupos de carnes (+20,1%), complexo soja (+17,4%) e produtos florestais (+12,7%), além de quedas nos grupos de sucos (-39,3%), sucroalcooleiro (-16,6%) e café (-16,5%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para José Alberto Ângelo, pesquisador do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), os produtos florestais seguem entre os destaques da pauta exportadora, impulsionados por uma demanda internacional aquecida por celulose.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PRINCIPAIS DESTINOS DAS EXPORTAÇÕES DO AGRO PAULISTA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A China segue sendo o principal destino das exportações, com 27,8% de participação, adquirindo principalmente produtos do complexo soja, carnes, florestais e fibras têxteis. A União Europeia aparece em seguida, com 14,7% de participação, enquanto os Estados Unidos responderam por 10,2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PARTICIPAÇÃO PAULISTA NO AGRO NACIONAL</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No cenário nacional, o agronegócio paulista ocupa o segundo lugar no ranking de exportações, com 15,4% de participação, logo atrás de Mato Grosso (20,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CENÁRIO FUTURO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor da entidade acredita que o comércio exterior segue cercado de incertezas, influenciado por fatores como preços internacionais, custos logísticos e cenário geopolítico, mas que ainda assim, há expectativa de fortalecimento das exportações de açúcar ao longo do segundo semestre: “A restrição das exportações indianas pode abrir oportunidades adicionais para o açúcar brasileiro em mercados estratégicos, especialmente na Ásia”, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SOBRE A APTA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (APTA) é o órgão responsável por coordenar as atividades de pesquisa científica da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Em sua estrutura estão presentes sete Instituições de Ciência e Tecnologia, com unidades distribuídas por todas as regiões do estado: Instituto Agronômico (IAC), Instituto Biológico (IB), Instituto de Economia Agrícola (IEA), Instituto de Pesca (IP), Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), Instituto de Zootecnia (IZ) e Apta Regional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://agricultura.sp.gov.br/arquivos/15960">https://agricultura.sp.gov.br/arquivos/15960</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Startup apoiada pela Fapesp usa inteligência de dados para antecipar falta de água no campo</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/startup-apoiada-pela-fapesp-usa-inteligencia-de-dados-para-antecipar-falta-de-agua-no-campo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:41:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://investsp.org.br/?p=56826</guid>

					<description><![CDATA[Startup apoiada pelo PIPE-FAPESP prevê disponibilidade hídrica de mananciais para apoiar decisões em cenários de chuvas irregulares Antes mesmo de o sol nascer, o produtor enfrenta um dilema desgastante: a lavoura clama por água, mas a decisão de acionar o sistema exige um sacrifício. Ele precisa percorrer quilômetros até a casa de bombas, sem qualquer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Startup apoiada pelo PIPE-FAPESP prevê disponibilidade hídrica de mananciais para apoiar decisões em cenários de chuvas irregulares</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes mesmo de o sol nascer, o produtor enfrenta um dilema desgastante: a lavoura clama por água, mas a decisão de acionar o sistema exige um sacrifício. Ele precisa percorrer quilômetros até a casa de bombas, sem qualquer garantia de que o rio terá vazão suficiente para sustentar a operação. É uma jornada cega e solitária, em que o risco de descobrir, tarde demais, que o manancial não suportará a demanda, é uma realidade que consome tempo e recursos preciosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solução identificada pela startup paulista Spectrum, apoiada pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da Fapesp, para auxiliar os produtores agrícolas a enfrentar situações como essa foi expandir a aplicação de uma plataforma de internet das coisas (IoT), batizada PalmaFlex, que lançou em 2019 para monitorar a umidade do solo. O sistema foi desenvolvido sob o comando de Adilson Chinatto e Cynthia Junqueira, engenheira eletricista com mestrado pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e doutorado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A premissa do novo sistema, batizado de PalmaFlex Total, é transformar medições dispersas em informações práticas. A tecnologia combina sensores instalados no solo, comunicação de dados de longo alcance via rádio — capaz de cobrir áreas de até 3 mil hectares — e modelos de inteligência artificial para estimar a disponibilidade hídrica. Trata-se de uma solução robusta, de baixo custo de manutenção e alta conectividade em áreas remotas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A plataforma ainda permite monitorar variáveis como vento, radiação solar e temperatura, além de detectar falhas em motores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Foco no manancial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mananciais são fontes naturais de água, como córregos, riachos e rios. Em grandes propriedades produtoras de grãos, o ponto de captação geralmente é um afluente de menor volume, que perde vazão rapidamente em meses de estiagem — variando conforme o regime pluviométrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria das grandes fazendas utiliza o pivô central, sistema que exige pressão constante na bomba para irrigar grandes áreas circulares. Quando a vazão é insuficiente, o equipamento não atinge a pressão mínima e pode desligar automaticamente. “Isso é mais que desperdício de tempo: uma irrigação irregular prejudica o desenvolvimento da lavoura”, explica Chinatto. Em culturas como soja e milho, falhas em momentos críticos podem comprometer a safra inteira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a ferramenta da Spectrum, o profisisonal responsável pela decisão de irrigação obtém uma previsão da vazão. A plataforma indica se há água suficiente para operar o sistema ou se é preferível aguardar, considerando, por exemplo, a previsão de chuvas nas cabeceiras da bacia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa capacidade preditiva influencia decisões estratégicas, como o momento ideal para ligar os pivôs, a viabilidade de investir em novos reservatórios, o ajuste na janela de plantio ou a escolha por culturas menos dependentes de irrigação. “É uma estratégia baseada em dados, semelhante à que produtores já utilizam para chuvas”, destaca Junqueira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A segunda função da tecnologia consiste na análise de dados públicos de pluviometria da bacia hidrográfica a montante (região superior da bacia, responsável por abastecer o rio), cruzados com imagens de satélite e previsões meteorológicas. Como essa área elevada dita o fluxo, o volume de chuvas registrado nela impacta diretamente a vazão a jusante — o trecho do rio onde se localiza o sistema de captação — com dias de antecedência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nisso, o sistema oferece previsibilidade de até 16 dias, permitindo que o produtor programe a irrigação com precisão. A expectativa é ampliar esse horizonte conforme os modelos evoluem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse conjunto de informações permite calcular o balanço hídrico — a diferença entre a água que entra (chuvas/irrigação) e a que sai (evapotranspiração) —, essencial para determinar o manejo preciso das culturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resultados reais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Junqueira destaca ainda o valor da ferramenta para a renovação da outorga — autorização governamental de uso da água, renovada a cada cinco anos. Dados históricos de vazão registrados no PalmaFlex Total fornecem evidências fundamentais para negociações sobre a disponibilidade hídrica real da propriedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os dados ajudam a qualificar a imagem da agricultura irrigada. Embora o setor seja frequentemente visto como responsável pelo esgotamento hídrico, fazendas com práticas conservacionistas podem, na verdade, aumentar a infiltração e a recarga dos mananciais. “Existem propriedades que, graças a essas técnicas, agem como geradoras de água”, diz Chinatto. A plataforma permite documentar esse fenômeno, abrindo caminho para pleitear bonificações ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Expansão acelerada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“O potencial é vasto, especialmente diante das mudanças climáticas”, avalia Chinatto. A distribuição das chuvas tornou-se mais irregular, com secas prolongadas intercaladas por eventos extremos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto também aponta para aplicações urbanas: a mesma lógica pode ser usada pela Defesa Civil para monitorar pequenos rios que cortam cidades, antecipando enchentes e emitindo alertas precoces. Assim, uma tecnologia desenvolvida para garantir a segurança alimentar no campo prepara-se para proteger também as áreas urbanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/inteligencia-dados-antecipa-falta-de-agua/">https://www.agenciasp.sp.gov.br/inteligencia-dados-antecipa-falta-de-agua/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Unicamp cria calculadora que transforma resíduos do agro em créditos de carbono e energia</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/unicamp-cria-calculadora-que-transforma-residuos-do-agro-em-creditos-de-carbono-e-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:34:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://investsp.org.br/?p=56822</guid>

					<description><![CDATA[Ferramenta estima emissões evitadas e potencial de geração de créditos a partir de resíduos como casca de laranja, bagaço de maçã, palha de cana e pó de café Resíduos da agroindústria que normalmente seriam descartados, como cascas de frutas, bagaço de maçã, palha de cana-de-açúcar, pó de café e sementes de açaí, podem se transformar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Ferramenta estima emissões evitadas e potencial de geração de créditos a partir de resíduos como casca de laranja, bagaço de maçã, palha de cana e pó de café</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Resíduos da agroindústria que normalmente seriam descartados, como cascas de frutas, bagaço de maçã, palha de cana-de-açúcar, pó de café e sementes de açaí, podem se transformar em fonte de energia renovável e créditos de carbono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ajudar empresas e produtores a medir esse potencial, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveram a calculadora Biomassa_Compensa, uma ferramenta gratuita que estima a pegada de carbono evitada e os créditos de carbono gerados a partir do tratamento desses materiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Disponível online, o sistema permite que usuários informem o tipo e a quantidade de resíduo orgânico que desejam tratar para obter uma estimativa imediata das emissões de gases de efeito estufa que podem ser evitadas. A plataforma também traduz os resultados em indicadores mais simples, como o equivalente em árvores plantadas, carros retirados das ruas ou horas de voo compensadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a coordenadora do projeto, a professora Tânia Forster Carneiro, da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp, a ferramenta nasceu a partir de anos de pesquisas sobre o aproveitamento energético de resíduos agroindustriais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A calculadora surgiu para centralizar dados dispersos em teses acadêmicas. Se o proprietário de um restaurante, de uma pequena indústria alimentícia ou de uma agroindústria deseja avaliar a viabilidade de produzir biogás e bioenergia a partir de sua biomassa, a ferramenta oferece uma resposta rápida, precisa e baseada em dados científicos”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resíduos podem virar energia e renda</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O software foi desenvolvido por pesquisadores do Laboratório de Bioengenharia, Tratamento de Águas e Resíduos (Biotar) e reúne informações obtidas em estudos sobre diversos tipos de biomassa residual, incluindo bagaço de maçã, casca de laranja, resíduos da indústria cafeeira, sementes de açaí e palha de cana-de-açúcar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é mostrar que esses materiais, muitas vezes tratados apenas como passivos ambientais, podem gerar valor econômico por meio da produção de biogás, energia elétrica, energia térmica e créditos de carbono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, boa parte dos resíduos orgânicos da agroindústria ainda é destinada a aterros sanitários. No entanto, especialistas avaliam que o avanço das regulamentações ambientais deve aumentar a demanda por soluções de reaproveitamento e valorização desses materiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crédito de carbono maior que o reflorestamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos diferenciais da ferramenta está na capacidade de calcular os benefícios climáticos do tratamento da biomassa. Isso porque a decomposição de resíduos orgânicos em aterros gera metano, um gás de efeito estufa com potencial de aquecimento global cerca de 29 vezes superior ao do dióxido de carbono (CO₂).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao capturar esse metano e convertê-lo em energia por meio de biodigestores, é possível evitar emissões significativas e gerar créditos de carbono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a professora Tânia Forster, essa estratégia pode ter impacto climático superior ao de algumas iniciativas tradicionais de compensação ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando você trata o resíduo, evita que o metano seja liberado na atmosfera. Isso pode gerar um crédito de carbono permanente e com potencial de compensação maior do que o plantio de árvores, porque o metano tem um efeito muito mais intenso sobre o aquecimento global”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ferramenta mira agroindústria de alimentos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Unicamp, a Biomassa_Compensa preenche uma lacuna no mercado ao focar especificamente em resíduos da agroindústria de alimentos, como cascas, sementes e bagaços. A maioria das calculadoras disponíveis atualmente concentra-se em resíduos pecuários, biocombustíveis ou grandes commodities agrícolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa é que a tecnologia seja utilizada por grandes indústrias, cooperativas, pequenas agroindústrias, restaurantes e produtores rurais que desejam avaliar a viabilidade econômica de investir em sistemas de tratamento de resíduos e geração de energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da versão aberta ao público, a universidade também prevê a customização da ferramenta para empresas interessadas em analisar resíduos específicos ou integrar os cálculos a seus sistemas de gestão ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os pesquisadores, a iniciativa pode contribuir para acelerar a transição energética e ampliar o aproveitamento sustentável dos resíduos gerados pelo agronegócio brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/agricultura/unicamp-cria-calculadora-que-transforma-residuos-do-agro-em-creditos-de-carbono-e-energia/">https://www.canalrural.com.br/agricultura/unicamp-cria-calculadora-que-transforma-residuos-do-agro-em-creditos-de-carbono-e-energia/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Safra de café 2026 pode chegar a 66,7 milhões de sacas, estima Conab</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/safra-de-cafe-2026-pode-chegar-a-667-milhoes-de-sacas-estima-conab/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:40:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://investsp.org.br/?p=56513</guid>

					<description><![CDATA[Volume projetado representa alta de 18% sobre a temporada anterior, com apoio da bienalidade positiva, de novas áreas e de clima mais favorável A produção brasileira de café está estimada em 66,7 milhões de sacas de 60 quilos na safra 2026, segundo o 2º Levantamento da Safra de Café, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Volume projetado representa alta de 18% sobre a temporada anterior, com apoio da bienalidade positiva, de novas áreas e de clima mais favorável</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A produção brasileira de café está estimada em 66,7 milhões de sacas de 60 quilos na safra 2026, segundo o 2º Levantamento da Safra de Café, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (21). Se confirmada ao fim do ciclo, a colheita será recorde na série histórica da estatal. O volume representa alta de 18% sobre 2025 e supera em 5,74% o resultado de 2020, até então o maior já registrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Conab projeta aumento de 3,9% na área total destinada à cafeicultura, para 2,34 milhões de hectares. Desse total, 1,94 milhão de hectares estão em produção e 401,7 mil hectares em formação. A produtividade média nacional foi estimada em 34,4 sacas por hectare, avanço de 13% na comparação anual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No café arábica, a produção deve alcançar 45,8 milhões de sacas, alta de 28% sobre a safra anterior. Segundo a Conab, o resultado reflete o atual ciclo de bienalidade positiva, a maior área em produção e condições climáticas favoráveis. Para o conilon, a estimativa é de 20,9 milhões de sacas, aumento de 0,8%. Nesse caso, a expansão da área produtiva, calculada em 388,22 mil hectares, compensa a queda de 3,5% na produtividade média, prevista em 53,9 sacas por hectare.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os estados, Minas Gerais deve colher 33,4 milhões de sacas, alta de 29,8%. No Espírito Santo, a produção total foi estimada em 18 milhões de sacas, avanço de 3%, com crescimento do arábica e recuo de 4,2% no conilon. Na Bahia, a safra pode chegar a 4,7 milhões de sacas, alta de 5,9%. Em São Paulo, a previsão é de 5,9 milhões de sacas, aumento de 24,6%. Rondônia, com produção exclusiva de conilon, deve alcançar 2,8 milhões de sacas, elevação de 19,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mercado, o Brasil exportou 11,5 milhões de sacas entre janeiro e abril de 2026, queda de 22,5% ante igual período de 2025, conforme o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A Conab relaciona o recuo ao baixo nível dos estoques internos após safras mais limitadas e embarques aquecidos nos últimos anos. No cenário global, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima produção mundial de 178,8 milhões de sacas no ciclo 2025/26, alta de 2%, enquanto a demanda deve crescer 1,3%, para 173,9 milhões de sacas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa de safra maior amplia a oferta interna ao longo de 2026 e pode favorecer a recuperação dos embarques no segundo semestre, segundo a avaliação apresentada pela Conab. Ainda assim, o comportamento dos preços seguirá condicionado ao ritmo da colheita, ao nível dos estoques remanescentes e à evolução da demanda internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/agricultura/safra-de-cafe-2026-pode-chegar-a-667-milhoes-de-sacas-estima-conab/">https://www.canalrural.com.br/agricultura/safra-de-cafe-2026-pode-chegar-a-667-milhoes-de-sacas-estima-conab/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil abre mercados na Costa Rica, no México e na Nicarágua</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/brasil-abre-mercados-na-costa-rica-no-mexico-e-na-nicaragua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://investsp.org.br/?p=56509</guid>

					<description><![CDATA[Novas autorizações envolvem caqui, ração para aves ornamentais e tartarugas, e amendoim sem casca; total chega a 616 aberturas desde 2023 O Brasil concluiu negociações para exportar novos produtos agropecuários à Costa Rica, ao México e à Nicarágua, segundo nota conjunta divulgada nesta quarta-feira (20) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pelo Ministério [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Novas autorizações envolvem caqui, ração para aves ornamentais e tartarugas, e amendoim sem casca; total chega a 616 aberturas desde 2023</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil concluiu negociações para exportar novos produtos agropecuários à Costa Rica, ao México e à Nicarágua, segundo nota conjunta divulgada nesta quarta-feira (20) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE). As autorizações abrangem caqui, ração para aves ornamentais e tartarugas, e amendoim sem casca. Com os anúncios, o agronegócio brasileiro soma 616 aberturas de mercado desde o início de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Costa Rica, a abertura foi obtida para a exportação de caqui. De acordo com a nota oficial, o Brasil exportou mais de US$ 137 milhões em produtos agropecuários ao país em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No México, as autoridades locais aprovaram a entrada de ração produzida no Brasil para aves ornamentais e tartarugas. O mercado mexicano tem peso mais amplo na pauta externa do setor: em 2025, as vendas brasileiras de produtos agropecuários ao país superaram US$ 3,1 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Nicarágua, a autorização alcança o amendoim sem casca. Segundo o comunicado, as exportações brasileiras de produtos agropecuários ao país somaram mais de US$ 73 milhões no ano passado, com destaque para milho, arroz, sementes, produtos florestais e rações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As novas habilitações ampliam a lista de produtos brasileiros com acesso formal a esses mercados e se inserem na estratégia de abertura comercial conduzida pelo Mapa e pelo MRE. A nota, no entanto, não informa volumes potenciais de embarque, prazo para início efetivo das exportações, exigências operacionais adicionais nem a estimativa de participação desses itens na pauta comercial de cada destino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista comercial, a medida adiciona novos canais de exportação para segmentos específicos da produção agropecuária e da indústria de alimentação animal. O alcance econômico dependerá da habilitação de empresas, da demanda dos importadores e do cumprimento dos requisitos sanitários e documentais definidos por cada país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem detalhamento oficial sobre cronograma de embarques ou expectativa de receitas, a evolução dessas aberturas deverá ser medida pela efetivação das vendas externas nos próximos meses e pela adesão das empresas habilitadas aos mercados recém-autorizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.canalrural.com.br/economia/brasil-abre-mercados-na-costa-rica-no-mexico-e-na-nicaragua/">https://www.canalrural.com.br/economia/brasil-abre-mercados-na-costa-rica-no-mexico-e-na-nicaragua/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>No 1° trimestre de 2026, crescem os abates de bovinos, suínos e frangos</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/no-1-trimestre-de-2026-crescem-os-abates-de-bovinos-suinos-e-frangos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Jorge Trivelato]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 18:39:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://investsp.org.br/?p=56467</guid>

					<description><![CDATA[No 1° trimestre de 2026, o abate de bovinos cresceu 3,3% em comparação ao 1º trimestre de 2025, o de suínos registrou alta de 5,5% e o de frangos aumentou 3,7%. Em comparação ao 4° trimestre de 2025, os abates de bovinos, suínos e frangos apresentaram, respectivamente, redução de 6,8%, 0,1% e 0,4%. Os dados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No 1° trimestre de 2026, o abate de bovinos cresceu 3,3% em comparação ao 1º trimestre de 2025, o de suínos registrou alta de 5,5% e o de frangos aumentou 3,7%. Em comparação ao 4° trimestre de 2025, os abates de bovinos, suínos e frangos apresentaram, respectivamente, redução de 6,8%, 0,1% e 0,4%. Os dados são dos primeiros resultados das Pesquisas Trimestrais da Pecuária, divulgados hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram abatidas, no 1° trimestre de 2026, 10,29 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. O abate de suínos somou 15,27 milhões de cabeças e o de frangos, 1,71 bilhão de cabeças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi registrada a produção de 2,63 milhões de toneladas de carcaças bovinas, valor que corresponde a um incremento de 5,1% em relação ao 1° trimestre de 2025 e queda de 10,2% em relação ao 4º trimestre de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No 1° trimestre de 2026, o peso acumulado das carcaças de suínos registrou 1,37 milhão de toneladas, alta de 2,6% em relação ao 1º trimestre de 2025 e redução de 3,0% quando comparado ao trimestre imediatamente anterior. Já o peso acumulado das carcaças de frangos registrou 3,73 milhões de toneladas, acréscimos de 7,0% em relação ao 1º trimestre de 2025 e de 2,3% frente ao 4° trimestre de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aquisição de leite e couro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostraram que, no 1º trimestre de 2026, a aquisição de leite cru, feita por estabelecimentos que atuam sob inspeção sanitária, foi de 6,78 bilhões de litros. Esse valor corresponde a um acréscimo de 3,3% em comparação ao volume registrado no 1º trimestre de 2025 e queda de 7,9% em comparação ao obtido no trimestre imediatamente anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os curtumes que efetuam curtimento de, pelo menos, cinco mil unidades inteiras de couro cru bovino por ano declararam ter recebido 10,76 milhões de peças inteiras de couro cru bovino no 1º trimestre de 2026. Essa quantidade representa estabilidade (0,0%) em comparação à registrada no 1º trimestre de 2025 e queda de 3,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Produção de ovos de galinha</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A produção de ovos de galinha, no 1° trimestre de 2026, foi de 1,21 bilhão de dúzias. O resultado representou um acréscimo de 0,4% em relação ao mesmo período do ano anterior e redução de 3,5% em comparação ao 4º trimestre de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mais sobre a pesquisa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE realiza trimestralmente as pesquisas estatísticas oficiais da conjuntura agropecuária, sendo elas a Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, a Pesquisa Trimestral do Leite, a Pesquisa Trimestral do Couro e a Produção de Ovos de Galinha. Com objetivo de atender solicitações de usuários para acesso mais rápido às informações da conjuntura agropecuária, o IBGE passou a divulgar os primeiros resultados dessas pesquisas a partir do 1° trimestre de 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os primeiros resultados estarão disponíveis cerca de um mês antes da divulgação geral dos dados no periódico Indicadores IBGE: Estatística da Produção Pecuária. Os dados das pesquisas podem ser consultados no <a href="https://sidra.ibge.gov.br/home/ipca/brasil" data-type="link" data-id="https://sidra.ibge.gov.br/home/ipca/brasil">Sidra</a>. A próxima divulgação dos resultados completos, relativos ao 1º trimestre de 2026, será em 16 de junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/46790-no-1-trimestre-de-2026-crescem-os-abates-de-bovinos-suinos-e-frangos">https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/46790-no-1-trimestre-de-2026-crescem-os-abates-de-bovinos-suinos-e-frangos</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
