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	<title>Agricultura &#8211; InvestSP</title>
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	<title>Agricultura &#8211; InvestSP</title>
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		<title>Exportações de amendoim descascado crescem quase 40% em volume no Brasil</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/exportacoes-de-amendoim-descascado-crescem-quase-40-em-volume-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 16:24:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Amendoim descascado e óleo de amendoim ocupam lugar de destaque na pauta de exportação Outro importante produto, o óleo de amendoim em bruto teve vendas externas quase triplicadas Um produto versátil, que pode ser apresentado verde e cozido, torrado e salgado, em formato de paçoca ou em óleo. O amendoim, que já é largamente utilizado [&#8230;]]]></description>
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<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">Amendoim descascado e óleo de amendoim ocupam lugar de destaque na pauta de exportação</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">Outro importante produto, o óleo de amendoim em bruto teve vendas externas quase triplicadas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um produto versátil, que pode ser apresentado verde e cozido, torrado e salgado, em formato de paçoca ou em óleo. O amendoim, que já é largamente utilizado em receitas variadas da cultura brasileira, também tem atraído o gosto de mercados estrangeiros, como russos e chineses. As exportações de amendoim descascado registraram o maior volume comercializado das últimas décadas, alcançando pouco mais de 311 mil toneladas. Esse resultado é 37% superior ao realizado no ano de 2024 que atingiu em torno de 227 mil toneladas. Os dados são do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Quando observados os valores exportados, também o maior somatório em décadas, a diferença entre os dois anos é de apenas 2%, alcançando cerca de US$ 367 milhões em 2025 e US$ 360 milhões em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Duas mercadorias ocupam lugar de destaque na pauta de exportação: o amendoim descascado e o óleo de amendoim. Em 2025, as exportações brasileiras de amendoim descascado tiveram como principal destino a Rússia, com 22% de participação, seguida da China com 20% e Argélia com 12%. Os dados mostram que a Rússia manteve a primeira posição no ano passado, mas a China ocupou espaço importante. A pesquisadora do IEA Renata Martins Sampaio destaca que o amendoim descascado é o principal item exportado por esta cadeia de produção do Brasil. “Desde 2016 a Rússia é o principal destino dessa mercadoria. Os municípios paulistas, tradicionalmente, são os principais exportadores brasileiros de amendoim descascado e, em 2025, foram destaque: Tupã (21%); Dumont (14%); Borborema (14%); Herculândia (8%) e Jaboticabal (6%)”, complementa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já em relação ao óleo de amendoim em bruto, as exportações praticamente triplicaram, saltando de 51 mil em 2024 para 154 mil toneladas em 2025. A China domina esse segmento, sendo o destino de 88% do óleo exportado, reflexo do aumento do consumo doméstico de óleo vegetal no país asiático. Segundo Sampaio, as cotações de óleo de amendoim tiveram alta em 2025. “China e Itália são, historicamente, os principais países atendidos pelas exportações brasileiras e posicionam o Brasil como um dos principais exportadores mundiais de óleo de amendoim”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A China é o maior produtor e consumidor mundial de amendoim, responsável por mais de 35% da produção mundial. “Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), nos últimos cinco anos o país asiático tem incrementado sua produção que, na safra 2024/2025, atingiu 19 milhões de toneladas, total inferior ao registrado na safra 2023/2025 que totalizou 19,23 milhões de toneladas. Apesar da produção doméstica, a China é um importante importador, especialmente de óleo de amendoim. Em 2025, o país importou 74% do óleo de amendoim comercializado internacionalmente”, afirma a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Municípios paulistas são principais exportadores&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do lado da oferta, no Brasil, a safra 2024/25 registrou aumento superior a 50% na produção de amendoim em casca. O estado de São Paulo reafirma sua hegemonia na cadeia produtiva. O município de Tupã lidera o ranking de exportação de grãos (21% do total), seguido por Dumont e Borborema. Já no segmento de óleos, Catanduva mantém a liderança histórica, responsável por 21% dos embarques. Em relação à área plantada, neste ciclo, o arrefecimento nos preços impactou diretamente. A área apresentou redução em torno de 30% em relação à safra anterior, segundo dados da Câmara Setorial do Amendoim de São Paulo. Para a safra 2025/2026, que já está sendo colhida no interior paulista, a aposta está na produtividade e na qualidade, já que o clima vem favorecendo os trabalhos em campo. “Numa análise geral das principais regiões produtoras, as chuvas têm apresentado uma melhor distribuição e contribuído para um bom desenvolvimento da cultura. Espera-se uma recuperação da produtividade de grãos e uma melhor qualidade do amendoim nesta safra em relação as duas safras anteriores, o que deve atenuar o impacto acerca da redução da área cultivada”, projeta o presidente da Câmara Setorial do Amendoim, José Antonio Rossato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://agricultura.sp.gov.br/arquivos/14694">https://agricultura.sp.gov.br/arquivos/14694</a></p>
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		<title>Tecnologia na irrigação: São Paulo se destaca com uso de pivôs centrais na agricultura</title>
		<link>https://investsp.org.br/noticias/tecnologia-na-irrigacao-sao-paulo-se-destaca-com-uso-de-pivos-centrais-na-agricultura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 17:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o programa estadual, Irriga+SP, a área agrícola dos atuais 6% de áreas irrigáveis chegará em 15% até 2030 Equipamentos robustos e tecnológicos para a irrigação, São Paulo é um dos principais estados com a maior concentração de pivôs centrais do País. Um levantamento da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), por meio [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Com o programa estadual, Irriga+SP, a área agrícola dos atuais 6% de áreas irrigáveis chegará em 15% até 2030</p>



<p class="wp-block-paragraph">Equipamentos robustos e tecnológicos para a irrigação, São Paulo é um dos principais estados com a maior concentração de pivôs centrais do País. Um levantamento da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), por meio do Mapeamento Atualizado da Agricultura Irrigada por Pivôs Centrais, estimou a existência de aproximadamente 4.703 mil equipamentos de irrigação agrícola no estado. Esse número representa um crescimento de 7% em relação ao último censo, que registrou 4.388 equipamentos em 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso de pivô central pode alcançar áreas grandes comparadas a outros métodos. Em relação à precisão da aplicação, o sistema apresenta alta eficiência e assertividade. “A flexibilidade dos equipamentos atende desde pequenas a grandes áreas e culturas, além de possuir tecnologia de ponta, trazendo todo o controle ao alcance dos dedos, além de permitir a prática da quimigação, à valores de investimento com boa aceitabilidade”, destacou o professor de irrigação da Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Irrigação, Dr. Fernando Tangerino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a pecuarista e produtora de grãos, Fernanda Sleutjes, da fazenda Santa Cecília, no município de Angatuba, interior paulista, o uso do equipamento garante a correlação de produtividade e planejamento estratégico para o plantio. “Atualmente, temos em torno de 85% da área irrigada por pivô central. O que nos permite ter melhores produtividades, mais segurança na produção, maior valor agregado, em relação às áreas não irrigadas. A utilização da irrigação possibilita também planejar e escalonar as culturas, otimizando mão de obra, máquinas e insumos, aprimorar técnicas de aplicação de produtos via irrigação, além de fazermos cinco culturas em duas safras”, frisou Fernanda Sleutjes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sudoeste Paulista é reconhecido como um dos principais polos de irrigação tanto no estado quanto no país. De acordo com a Associação Sudoeste Paulista de Irrigação e Plantio na Palha (ASPIPP), atualmente, a região conta com mais de 2.000 pivôs instalados. “A característica cooperativista dos nossos produtores permite, por meio dessa organização, superar adversidades como o desenvolvimento da cadeia de fornecedores, da infraestrutura energética e da gestão de recursos hídricos”, ressaltou o diretor executivo da ASPIPP, Vitor Pereira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor da associação relaciona que a escolha pelo método de irrigação pode variar conforme a topografia da região, culturas agrícolas, condições ambientais, valor da terra e a disponibilidade de mão de obra local. Após a análise desses fatores, o produtor rural opta por um dos métodos, sendo que o pivô central tem demonstrado maior viabilidade técnica e financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Área irrigada e escassez de água</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Governo de São Paulo, por meio de um convênio entre a Secretaria de Agricultura e Abastecimento e a Desenvolve SP, vai disponibilizar R$200 milhões em crédito e subvenção para os pequenos e médios produtores rurais por meio da Linha Irriga Mais SP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, o estado de São Paulo enfrentou sua pior seca desde 1982, avalia o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN). “Os efeitos das mudanças climáticas estão cada vez mais fortes e São Paulo passou por uma seca muito forte. Mas quem tem sua lavoura irrigada, tem sua produção garantida. Irrigação é prosperidade, é segurança de produção. Com o plano, SP terá 15% de suas áreas irrigadas até 2030. Nós vamos armazenar água em SP para o agronegócio”, destacou o secretário de Agricultura, Guilherme Piai.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A área irrigada do Brasil representa apenas 2,6%, ou seja 9,2 milhões de hectares, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Segundo a ANA, São Paulo possui uma área total irrigada de 2,4 milhões de hectares, cerca de 29,5% do cenário nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:&nbsp;<a href="https://eaemaq.com.br/noticias-do-mercado/tecnologia-na-irrigacao-sao-paulo-se-destaca-com-uso-de-pivos-centrais-na-agricultura/">https://eaemaq.com.br/noticias-do-mercado/tecnologia-na-irrigacao-sao-paulo-se-destaca-com-uso-de-pivos-centrais-na-agricultura/</a>&nbsp;</p>
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